09/05/15
Peregrinações ao Santuário de Fátima.
Em
primeiro lugar pretendo ressalvar que tenho o maior respeito por todos aqueles
que se predispõem a fazer esta caminhada independentemente do seu ponto de
origem enquanto indivíduos e pela sua fé.
Mas
penso que devo começar por definir “peregrinação” e “fé”
neste caso com a ajuda do dicionário on-line da Piberam;
Peregrinação:
- Viagem em países longínquos.
- Viagem em romaria a lugares santos e de devoção.
- Visita feita na intenção de homenagear um lugar onde viveu alguém que se venera.
Fé:
- Adesão absoluta do espírito àquilo que se considera verdadeiro.
- Sentimento de quem acredita em determinados ideias ou princípios religiosos.
- Estado ou atitude de quem acredita ou tem esperança em algo.
- Fidelidade.
Não,
não me vou pronunciar se realmente Deus e em particular Maria pretende este
tipo de sacrifícios ou se também a Igreja os incentiva ou não, assim como
também me vou pronunciar sobre o acto em si, que como de início afirmei respeito,
mas sim pronunciar-me sobre a sua envolvência no meio…
Todos
os anos há notícias de acidentes de viação envolvendo peregrinos, uns mais ou
menos graves mas alguns com vítimas mortais a lamentar.
Não
vou questionar sobre de quem é a efectiva responsabilidade dos sinistros pois
não tenho competência para tal, mas independentemente do “real” culpado do
sinistro moralmente critico de forma global os peregrinos pois são eles os
primeiros a colocar a sua integridade física em causa pois por muita culpa que
possa via a ser imputado ao automobilista se não somos nós os primeiros a velar
pela nossa integridade quem é que o vai fazer?
Ainda
ontem (sexta-feira dia 08/05/2015 – 13:00) ao início da tarde caminhavam um
grupo de cerca de 15 pessoas em plena via Norte (traço equiparado a
auto-estrada para quem não conhece) logo depois das instalações da Efacec e
ainda por cima a par, pergunto, de quem é verdadeiramente a culpa se um
automobilista vier em excesso de velocidade se despistar e matar algumas daquelas
pessoas?
Não
quero com isto pronunciar-me sobre o acidente da passada semana na zona de
Coimbra, tão-pouco sei o que realmente se passou, mas o que pretendo com este
texto é afirmar que a fé e a devoção a Maria não podem justificar tudo, os
peregrinos têm que ser os primeiros responsáveis pela sua segurança e têm que respeitar
as leis previstas no Código da Estrada.
Tomo
a liberdade de transcrever um comentário a uma das inúmeras notícias do
acidente que referi e que pode ser consultado na íntegra aqui
“Enquanto não se mudarem
mentalidades, das pessoas e das autoridades, isto não vai mudar. Há caminhos
marcados (nem sempre bem sinalizados, é certo) que evitem estas estradas, que
são perigosas e onde é PROIBIDO circular a pé. Porque é que as autoridades e
responsáveis, em vez de estarem a desviar as pessoas para os outros caminhos e
a fazer trabalho preventivo, simplesmente "tiram" uma faixa da IC
para as pessoas passarem a pé, dando assim conivência à transgressão ?
Que as autoridades e
responsáveis tenham coragem de traçar um plano a médio prazo que passe por:
- marcar devidamente até
ao fim do ano os caminhos fora das ICs (eles já existem e é muito fácil
arranjar voluntários que ajudem nesta tarefa)
- fazer um trabalho de
consciencialização durante este e o próximo ano para a não utilização de ICs e
a utilização dos caminhos, entretanto devidamente marcados, estando nos locais
a desviar as pessoas.
- ter tolerância zero a
partir de 2017 para quem circule a pé nas ICs”
Fonte das fotografias - Internet
Fonte das fotografias - Internet
06/05/15
Tudo o que eu te dou (Pedro Abrunhosa).
E porque há musicas
que ficam para a eternidade…
que ficam para a eternidade…
Há também pessoas
que entram na nossa vida e que
também ficam para a eternidade…
25/04/15
25 de Abril 41 anos depois…
Este meu texto não é nenhum trabalho científico e não é inspirado em nenhuma “fonte” credível ou não credível, é sim um texto de opinião baseado na minha experiência de vida e com toda a subjectividade a isso inerente.
Passados que estão 41 anos o facto mais relevante que encontro dos acontecimentos ocorridos na madrugada de 25 de Abril de 1974 foi a criação de mais dois feriados nacionais, o 25 de Abril e o 1º de Maio.
Bem sei que muitas mais coisas podiam se enumerar como o direito à liberdade de expressão, mas será mesmo que nos dias de hoje ainda há verdadeiramente o direito à liberdade de expressão?
Mas será mesmo que estamos hoje melhor do que estaríamos antes?
É uma resposta que cabalmente ninguém, mas mesmo ninguém consegue responder.
Pessoalmente, mas mesmo muito pessoalmente penso que não estamos melhor, antes pelo contrário, estamos pior, o direito à saúde não está garantido, o emprego é o que se sabe com cada vez mais pessoas desempregadas e sem perspectivas de encontrar algo, a precariedade laboral é também cada vez maior com a criação da chamada “Prestação
de Serviços” que não permite a criação de estabilidade sócio-profissional, etc., etc., etc.
de Serviços” que não permite a criação de estabilidade sócio-profissional, etc., etc., etc.
A Justiça não funciona em Portugal pois são tantos os casos que diariamente aparecem nos jornais e redes sociais sem qualquer consequência para os infractores, como é o caso da corrupção entre tantos outros exemplo e quando a justiça funciona é de tal maneira lenta que quando é aplicada torna a reparação dos danos irremediável.
Sou também de opinião que estamos agora pior quando comparo o caso Espanhol ao Luso,
lá eles não tiveram nenhuma revolução, mas tinham uma ditadura como nós com o Franquismo entre 1939 e 1976 e comparemos a realidade Espanhola à Portuguesa…
…muito, mas mesmo muito mais poderia escrever mas seria mais do mesmo e nada de novo iria trazer a este meu pequeno texto, ou seja, ao fundamentalmente quando comparo a realidade Espanhola à nossa não tenho duvida em afirmar que agora estamos
lá eles não tiveram nenhuma revolução, mas tinham uma ditadura como nós com o Franquismo entre 1939 e 1976 e comparemos a realidade Espanhola à Portuguesa…
…muito, mas mesmo muito mais poderia escrever mas seria mais do mesmo e nada de novo iria trazer a este meu pequeno texto, ou seja, ao fundamentalmente quando comparo a realidade Espanhola à nossa não tenho duvida em afirmar que agora estamos
pior que em 23 de Abril de 1974, mas… é tão-somente a minha opinião e com toda a subjectividade a ela associada.
18/04/15
DOISW: 24.ª Volta às Terras de Santa Maria – Troféu Ferna...
DOISW: 24.ª Volta às Terras de Santa Maria – Troféu Ferna...: Após em 15/03/2015 termos estado presentes na Povoa de Varzim em mais uma edição da Clássica da Primavera efectuando o transporte de u...
22/03/15
33ª Volta ao Alentejo (2015)
A convite da Podium e após quase seis anos de afastamento, estou de regresso às principais provas de Ciclismo realizadas em Portugal e será na Alentejana (33ª Volta ao Alentejo) a primeira dessas provas. A função que me foi confiada pela Podium foi a de Moto-informaçao onde entre outras provas em que já desempenhei esta mesma função posso destacar a Volta ao Algarve, Prémio Abimota, Volta a Trás-os-montes, Volta ao Minho, Troféu RTP entre tantas outras.
Bem, não posso dizer que estive completamente afastado pois todos os anos fiz sempre um ou outra prova mas noutras funções.
De 25 a 29 de março, a 33ª Volta ao Alentejo em Bicicleta Liberty Seguros vai regressar às estradas e ao coração dos alentejanos. São cinco etapas numa organização conjunta entre Podium e CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central. Do norte alentejano à Cidade Europeia do Vinho 2015 somam-se mais de 800 quilómetros de corrida. Com 23 equipas pré inscritas, este será o maior pelotão que alguma vez já discutiu o triunfo na “Alentejana”. Entre os cerca de 180 homens que vão iniciar a competição nenhum consta na lista de vencedores, facto que vai prolongar o insólito e curioso caso desportivo que a Volta ao Alentejo representa no mundo das provas por etapas. Em 33 edições a prova vai conhecer, este ano, o trigésimo terceiro vencedor.
Bem, não posso dizer que estive completamente afastado pois todos os anos fiz sempre um ou outra prova mas noutras funções.
Sobre a prova:
De 25 a 29 de março, a 33ª Volta ao Alentejo em Bicicleta Liberty Seguros vai regressar às estradas e ao coração dos alentejanos. São cinco etapas numa organização conjunta entre Podium e CIMAC - Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central. Do norte alentejano à Cidade Europeia do Vinho 2015 somam-se mais de 800 quilómetros de corrida. Com 23 equipas pré inscritas, este será o maior pelotão que alguma vez já discutiu o triunfo na “Alentejana”. Entre os cerca de 180 homens que vão iniciar a competição nenhum consta na lista de vencedores, facto que vai prolongar o insólito e curioso caso desportivo que a Volta ao Alentejo representa no mundo das provas por etapas. Em 33 edições a prova vai conhecer, este ano, o trigésimo terceiro vencedor.
Joaquim
Gomes, director técnico da prova, mostra-se satisfeito por, uma vez mais, levar
a caravana a grande parte da região. “Conseguimos, fruto da forte identidade
regional, criar uma mancha competitiva do alto ao baixo Alentejo. Toda a região
está incluída no percurso.” Para o responsável pela organização, as planícies
alentejanas não são impeditivo para “agitar” o pelotão. “O Alentejo tem
características muito particulares. Nesta prova não conseguimos ter a Alta
Montanha, característica de uma Volta a Portugal, mas não deixa de ser uma
prova, em termos competitivos, muito mexida. Quando se pensa que a Volta ao
Alentejo está destinada a sprinters há sempre surpresas, nomeadamente nas
fugas.” Joaquim Gomes reforça ainda que as particularidades da “Alentejana”
deste ano, “Vamos ter o maior pelotão de sempre, cerca de 180 corredores de 23
equipas! Espera-nos uma prova, em termos competitivos, muito mexida e em
Reguengos de Monsaraz iremos conhecer o novo vencedor da Volta ao Alentejo,
mantendo a tradição não teremos um repetente no pódio final.”
A 33ª Volta ao Alentejo em Bicicleta Liberty Seguros reúne um vasto pelotão que luta pela Camisola Amarela Liberty Seguros, a maior distinção de todas, a Camisola Castanha Delta Cafés que brindará o melhor trepador de todos, o chamado Rei da Montanha, a Camisola Verde Crédito Agrícola para o líder por pontos, e a Camisola Branca RTP símbolo que o mais jovem de todos envergará.
A 33ª Volta ao Alentejo em Bicicleta Liberty Seguros reúne um vasto pelotão que luta pela Camisola Amarela Liberty Seguros, a maior distinção de todas, a Camisola Castanha Delta Cafés que brindará o melhor trepador de todos, o chamado Rei da Montanha, a Camisola Verde Crédito Agrícola para o líder por pontos, e a Camisola Branca RTP símbolo que o mais jovem de todos envergará.
As etapas:
Sobre a 1ª etapa,
Ao
meio dia de quarta-feira, dia 25, acontece em Portalegre a partida inaugural da
edição 2015 da “Alentejana”. Uma hora e meia antes vão começar a chegar à
Avenida da Liberdade, as 23 equipas que este ano vão formar o pelotão da prova,
o maior de sempre. No primeiro dia cerca de 180 homens, que vão pedalar 143,7
quilómetros até terminarem em Castelo de Vide. Esta primeira etapa, uma das
mais curtas, poderá ser uma das mais duras com a travessia da Serra de São
Mamede onde haverá dois Prémios de Montanha no último terço da tirada: a subida
de 2ª categoria em pleno Parque Natural e uma contagem de 3ª categoria na Sra.
da Penha. As Metas Volantes estarão instaladas no Crato (km 16,6), Alter do
Chão (km 29,9) e Monforte (km 57,2). A chegada está prevista para as 15h45 no
empedrado da Rua Bartolomeu Álvares da Santa, próximo da Câmara Municipal de
Castelo de Vide.
Sobre a 2ª etapa,
Conhecida
a primeira Camisola Amarela Liberty Seguros, a pitoresca e medieval vila de
Castelo de Vide será novamente cenário da Volta ao Alentejo mas, desta vez, na
partida da segunda etapa. A caravana concentra-se a partir das 10h45 na Praça
D. Pedro V. O tiro de partida vai ouvir-se pouco depois do meio-dia (12h05) e
pela frente os corredores terão 152,5 quilómetros com Metas Volantes em Nisa
(km 25,5), Ponte de Sôr (km 77,3) e Avis (km 106,1). O fim da etapa, por volta
das 16 horas, vai acontecer no Terreiro da Misericórdia, em Mora, município da
bacia hidrográfica do Tejo.
Sobre a 3ª etapa,
Para
o terceiro dia, a começar em Portel, está reservado o maior trajeto da 33ª
Volta ao Alentejo Liberty Seguros. A partir das 10 horas a concentração da
caravana vai, com certeza, movimentar o centro da vila até às 11h20 quando se
iniciarem os 189,6 quilómetros da terceira etapa que novamente não terão
dificuldades de montanha. A tirada irá terminar na vila raiana de Mértola e
será animada com as Metas Volantes de Viana do Alentejo (km 26,8), Vidigueira
(km 56,9) e Aljustrel (km 116,5). Cerca das 16 horas, a vila banhada pelo
Guadiana, irá assistir à chegada das bicicletas na Avenida dos Bombeiros.
Sobre a 4ª etapa,
Com
a entrada no fim de semana e depois de ter subido serras e cruzado a planície,
a 33ª Volta ao Alentejo Liberty Seguros vai chegar ao litoral alentejano. O dia
de sábado, 28 de março, começa numa das mais antigas povoações de Portugal,
Aljustrel onde, às 11 horas, se vai concentrar a caravana. A partida para os
143,7 quilómetros da quarta etapa será dada na Avenida 1º de Maio, às 12h15.
Neste dia a “Alentejana” vai ter Metas Volantes na passagem pelo Cercal (km
55,5), Santiago do Cacém (km 84,2) e Grândola (km 111,5). Será na Serra de
Grândola que se vai discutir o terceiro e último Prémio de Montanha desta Volta
quando ao quilómetro 120,7 os corredores treparem uma subida de 3ª categoria.
Faltarão, nesse momento, pouco mais de duas dezenas de quilómetros para a
chegada a Vila Nova de Santo André prevista para pouco antes das 16 horas. A
meta final nesta cidade do município de Santiago do Cacém será instalada na
Avenida de Sines.
Sobre a 5ª etapa,
O
derradeiro dia de competição, domingo, 29 de março, começa, tal como em 2014,
muito perto do rio Sado, em Alcácer do Sal. Às 10 horas a caravana começa por
concentrar-se junto ao tribunal ainda que os corredores comecem a pedalar
apenas às 11h20. As Metas Volantes de Montemor-o-Novo (km 44,4), Arraiolos (km
66,4) e Vila Viçosa (127,4) são pontos de interesse num traçado com 175,1
quilómetros que vão terminar em Reguengos de Monsaraz, Cidade Europeia do Vinho
2015. A meta, instalada na Praça da Liberdade, será abordada cerca das 15h50, e
então nesse momento, após os 804,6 quilómetros totais de competição, será
conhecida a identidade do melhor corredor da 33ª Volta ao Alentejo Liberty
Seguros.
Sobre as equipas.
A
“Alentejana”, como é intitulada e acarinhada pelas suas gentes, conta com 23
formações pré inscritas. Este será o maior pelotão que alguma vez já discutiu o
triunfo na “Alentejana”. No entanto, entre os cerca de 180 homens que vão
iniciar a competição nenhum consta na lista de vencedores, facto que vai
prolongar o insólito e curioso caso desportivo que a Volta ao Alentejo
representa no mundo das provas por etapas. Em 33 edições a prova vai conhecer,
este ano, o trigésimo terceiro vencedor.
Além
dos seis conjuntos nacionais do escalão Elite e de outros seis do pelotão das
chamadas equipas de clube vão participar mais onze formações: duas de Espanha e
duas da Noruega, uma da Polónia, Rússia, Holanda, dos Estados Unidos da América
chegam três equipas e uma do Equador.
W52-Quinta
da Lixa (Continental–POR)
Rádio
Popular–Boavista (Continental–POR)
LA
Alumínios-Antarte (Continental–POR)
Efapel
(Continental–POR)
Team
Tavira (Continental–POR)
Louletano–Ray
Just Energy (Continental–POR)
Moreira
Congelados–Feira–KTM (Clube–POR)
Anicolor
(Clube–POR)
Clube
Ciclismo José Maria Nicolau (Clube–POR)
Maia–Ribeiro
Bike Shop (Clube–POR)
Liberty
Seguros–Carglass (Clube–POR)
Sicasal-Constantinos–Udo
(Clube–POR)
Usa
Cycling (Seleção–USA)
Optum
P/B Kelly Benefit Strategies (Continental–USA)
Axeon Cycling Team
(Continental–USA)
Team Coop–Oster Hus
(Continental–NOR)
Activejet Team
(Continental–POL)
Team Fix-it.No
(Continental–NOR)
Euskadi–Edp (Clube
– ESP)
Murias – Taldea
(Continental–ESP)
Lokosphinx (Continental–RUS)
Para concluir:
Toda a informação pode ser consultada no sítio na Internet oficial da prova (33ª Volta ao Alentejo).
Toda a informação pode ser consultada no sítio na Internet oficial da prova (33ª Volta ao Alentejo).
Principal fonte deste texto (aqui).
20/03/15
Leitura - Retomar um hábito que com o tempo o perdi.
Para
o que me havia de dar...
...há
quase 30 anos que perdi o hábito da leitura (se é que alguma vez o tive
verdadeiramente) e, após seguir alguns dos textos no Facebook (XX) e no blogue (XX) da Ana
Amorim Dias fiquei com alguma curiosidade. Daí a ler o seu último livro
(Quatro) foi um instante e que, enquanto não terminei a sua leitura, não
descansei.
Estou
a ler um outro livro seu que é de tal maneira cativante que até nos curtos
trajectos diários no autocarro (nunca mais do que 5/10 minutos) dou por mim a
ler.
O Olho Ubíquo (meu ultimo livro da Ana) já o tenho há alguns dias e tinha-o reservado para ler na próxima semana no Alentejo (onde vou passar alguns dias). Por curiosidade cometi o erro no fim de semana passado de ler o prefácio e não mais o parei de ler.
Ana
Amorim Dias obrigado por ter despertado em mim novamente a leitura e aproveito para agradecer também às manas Dias (Susana e Paulina) que se não fossem elas não teria tido
acesso aos seus textos e consequentemente à sua obra literária.
Alguns textos de ana-amorim-dias
As manas Dias sempre alegres e bem dispostas...
Alguns textos de ana-amorim-dias
As manas Dias sempre alegres e bem dispostas...
06/03/15
Nostalgia musical
Esta é uma daquelas músicas que irei ouvir toda a vida, pesa embora o "reumático" já comece a se fazer sentir e não me possa pôr aos saltos como na altura dela (nos já longínquos início dos anos 80) bem, o Andy MaCLuskey também já não tem o mesmo desempenho de outros tempos.
03/03/15
Pequena piada, mas... quem sabe se não dará resultado?
Técnicas infalíveis para aumentar o prazer feminino.
Mãos molhadas:
Senta
a tua parceira numa cadeira da cozinha. Certifica-te de que ela tem uma visão
privilegiada de tudo o que vais fazer. Enche uma pia com água e adiciona uns
pingos de detergente. Segura numa esponja macia, mergulha as tuas mãos na água
e pega num prato. De seguida esfrega toda a superfície do prato em movimentos
circulares. De seguida enxagua o prato e coloca-o a secar. Repete todo o
processo com toda a louça do jantar até a tua parceira estar a gemer de
satisfação. Podes também usar uma técnica mais actual que envolve um processo
semelhante, mas recorrendo a uma máquina de lavar louça.
Vibrando pela sala:
Esta
técnica é um pouco mais difícil do que a primeira, mas com prática vais
tornar-te um especialista e a tua parceira vai ficar louca cada vez que a
usares. Pega num aspirador, gentilmente mostrando que estás no controle, liga-o
a uma tomada, aperta os botões na ordem correcta. Neste ponto o aspirador e a
tua parceira estarão prontos para o que virá a seguir. Lentamente vai-te
movendo para a frente e para trás, por toda a sala. Vai mudando depois de
local, gradualmente. Repete o processo até atingires os resultados esperados.
Camisa
molhada:
Este
jogo é bastante simples. Baseia-se em mente rápida e reflexos certeiros. Se
conseguires acertar nisto, vais conseguir até que a tua parceira fale com todas
as suas amigas sobre a tua performance. Precisas apenas de duas pilhas, uma de
roupa branca, outra de roupa colorida. Enche a máquina de lavar com uma das
pilhas, peça a peça e com muita sensualidade. Vai depois derramando suavemente
o sabão em pó para dentro da máquina (usa a quantidade exacta que o fabricante
recomenda para deixares a tua parceira no ponto). Fecha a tampa e liga a máquina.
Depois disto repete o processo para a outra pilha. No final das duas pilhas, a
tua parceira deve estar já em êxtase, agora para “cereja em cima do bolo” basta
pegares em cada peça molhada e estende-la para que seque.
O que sobe desce:
Esta
técnica é a mais simples de todas. Mas não traz menos satisfação à tua parceira
por ser mais simples. Ela não te vai resistir de cada vez que usares esta
técnica. Ao ir ao WC, levanta o tampo da sanita. Ao terminar, baixa-o de novo.
Faz isso todas as vezes. Ela vai precisar de atendimento médico de tanto
prazer.
A Berdadeira loucura total:
Utiliza
esta técnica com moderação, porque caso contrário podes levar a tua companheira
a um ponto de satisfação tal que ela pode não voltar nunca mais ao normal.
Começa por fazer isto apenas uma vez por semana, é o mais seguro. Mas antes,
experimenta sozinho e quando achares que estás pronto, tenta com ela a uma
sexta à noite. Funciona muito bem quando ela chega do trabalho. Aprende a fazer
uma refeição completa, quando ela chegar a casa, tem preparado um banho
aromático com água morna. Enquanto ela lá está, termina os preparativos do
jantar e serve-o quando ela vier bem relaxada do seu banho. Mais uma vez,
moderação nesta técnica, ela pode atingir um ponto que não terá mais volta.
17/02/15
Doping, Crise, Ciclismo...
Está preste a iniciara-se mais uma época velocipédica de “estrada” em Portugal com a realização da Volta ao Algarve.
Sinal da grave crise que o nosso Ciclismo atravessa há já alguns anos é que a tradicional prova de abertura deixou de existir, pelo que as Equipas de Clube só mais tarde é que vão poder iniciar formalmente a sua época de “estrada”, mas infelizmente não é este o único sinal da crise do nosso Ciclismo onde não há também corridas destinadas exclusivamente para as Equipas de Clube (vulgarmente conhecidas como sub 23). Ainda há 10 anos havia em Portugal 9/10 equipas profissionais e outras tantas sub 23 e havia também um calendário específico para cada uma destas categorias e o resultado está visível na quantidade de corredores que estão neste momento a correr em equipas estrangeiras como por exemplo o Tiago Machado, Rui Costa, etc., etc., etc.
Poderei ser injusto com o que vou escrever a seguir, mas faço-o somente tendo por base aquilo que vai sendo público e que vou lendo na Internet, pois como é também público a UVP-FPC afastou-me da modalidade em Julho de 2009 não sendo sequer ouvido num suposto processo que me foi instaurado por, na qualidade de dirigente associativo, ter validado a realização de uma prova aberta na Póvoa de Varzim em que Manuel Zeferino participou, mas isso faz parte do passado e que, hoje, eu inclusivamente agradeço essa "sacanagem" que me foi feita, aliás, o tempo e o Tribunal da Póvoa de Varzim acabaram por me dar razão, mas deixemos o passado no passado que não é esse o tema deste texto.
Se até 2009, na minha opinião ano da viragem, o BTT era o parente pobre deste desporto terá em minha opinião passado para o outro estremo, mas não se esqueçam de uma coisa, o motor do nosso ciclismo em qualquer das suas vertentes continua a ser a vertente “estrada” e o ponto alto continua ainda a ser a Volta a Portugal...
Mas voltemos ao tema, doping e crise, sim o tema deste meu texto é o doping e a crise no Ciclismo.
Podem descansar que não vou abordar o tema do doping da forma clássica pois o que não falta por aí são textos sobre doping e a minha opinião mantém-se cada vez com mais convicta de que o uso de substâncias consideradas como dopantes deveria ser permitida no Ciclismo Profissional e severamente controlada nas classes de formação e com penalizações fortes podendo ir até mesmo banir da modalidade os prevaricadores, pois sou de opinião que o Doping no Ciclismo é mesmo uma questão de cultura. Mantenho também o que sempre disse, se realmente houvesse vontade em irradicar o Doping do Ciclismo bastava tão somente aplicar a mesma pena ao Director Desportivo da equipa dos infratores que esta pratica prevaricadora acabava imediatamente. Aliás, há inclusivamente quem defenda que no limite se pode considerar o doping como um caso de saúde pública, mas lá estou eu a divagar do tema...
Mas voltemos ao tema, o doping e a crise no Ciclismo.
Desde sempre que tenho ouvido afirmações que a polêmica em torno do doping afasta os potenciais patrocinadores desta modalidade mas se em tempo concordei parcialmente com esta afirmação hoje não podia estar mais em desacordo, pois parece-me tão somente ser mais uma desculpa fácil.
Na minha opinião, repito, minha opinião, o problema do nosso Ciclismo está nos seus dirigentes, ou seja, o Ciclismo vive de esmolas e são sempre esmolas que se vão pedindo aos potenciais patrocinadores de equipas e/ou de provas e como esmola que é pedida é esmola que é obtida (muito provavelmente o meu afastamento permite que veja de maneira diferente o Ciclismo e como eu agora compreendo a questão do meu amigo Costinha das barreiras serem altas, na altura não conseguia compreender...).
Estou plenamente convencido que quando a maneira de pensar dos responsáveis do Ciclismo (federativos, associativos, de clubes e organizadores de provas) mudar a eterna crise irá ser atenuada drasticamente ou até mesmo acabar.
E no que é pode mudar na maneira de pensar?
SIMPLES, MUITO SIMPLES MESMO!!!!
Basta que quando estiverem a falar com os potenciais patrocinadores lhes demonstrem que o que lhes estão a propor um investimento rentável e não a lhes pedir uma quantia de dinheiro para que o nome/marca que representam possa aparecer.
OU SEJA:
Têm que ter a capacidade de demonstrar que o dinheiro que vão dispor será um INVESTIMENTO e não mais um CUSTO.
É um bom exemplo do que acabo de afirmar o que proferiu no seu discurso durante a apresentação da Volta ao Algarve o responsável pela Região de Turismo do Algarve.
Claro está que será sempre necessário demonstrar posteriormente o retorno positivo do investimento.
Não pretendo denegrir ninguém com este meu texto e reconheço que é com muito esforço que muitos dos responsáveis vão conseguindo ainda por as provas e equipas na estrada, mas a maneira de “pensar” vai ter mesmo que mudar.
Em suma, tantas linhas para dizer uma o coisa, o Ciclismo terá se ser um investimento e não um custo.
Termino dando os meus parabéns a cinco nomes do Ciclismo que sei que têm já esta visão e vou menciona-los por ordem alfabética - Carlos Pereira (responsável por uma equipa e organizador de provas), Delmino Pereira (Presidente da UVP-FPC), Joaquim Gomes (responsável pela organização da Volta a Portugal entre outras), Manuel Correia e Pedro Silva (responsáveis por equipas amadoras).
Sinal da grave crise que o nosso Ciclismo atravessa há já alguns anos é que a tradicional prova de abertura deixou de existir, pelo que as Equipas de Clube só mais tarde é que vão poder iniciar formalmente a sua época de “estrada”, mas infelizmente não é este o único sinal da crise do nosso Ciclismo onde não há também corridas destinadas exclusivamente para as Equipas de Clube (vulgarmente conhecidas como sub 23). Ainda há 10 anos havia em Portugal 9/10 equipas profissionais e outras tantas sub 23 e havia também um calendário específico para cada uma destas categorias e o resultado está visível na quantidade de corredores que estão neste momento a correr em equipas estrangeiras como por exemplo o Tiago Machado, Rui Costa, etc., etc., etc.
Poderei ser injusto com o que vou escrever a seguir, mas faço-o somente tendo por base aquilo que vai sendo público e que vou lendo na Internet, pois como é também público a UVP-FPC afastou-me da modalidade em Julho de 2009 não sendo sequer ouvido num suposto processo que me foi instaurado por, na qualidade de dirigente associativo, ter validado a realização de uma prova aberta na Póvoa de Varzim em que Manuel Zeferino participou, mas isso faz parte do passado e que, hoje, eu inclusivamente agradeço essa "sacanagem" que me foi feita, aliás, o tempo e o Tribunal da Póvoa de Varzim acabaram por me dar razão, mas deixemos o passado no passado que não é esse o tema deste texto.
Se até 2009, na minha opinião ano da viragem, o BTT era o parente pobre deste desporto terá em minha opinião passado para o outro estremo, mas não se esqueçam de uma coisa, o motor do nosso ciclismo em qualquer das suas vertentes continua a ser a vertente “estrada” e o ponto alto continua ainda a ser a Volta a Portugal...
Mas voltemos ao tema, doping e crise, sim o tema deste meu texto é o doping e a crise no Ciclismo.
Podem descansar que não vou abordar o tema do doping da forma clássica pois o que não falta por aí são textos sobre doping e a minha opinião mantém-se cada vez com mais convicta de que o uso de substâncias consideradas como dopantes deveria ser permitida no Ciclismo Profissional e severamente controlada nas classes de formação e com penalizações fortes podendo ir até mesmo banir da modalidade os prevaricadores, pois sou de opinião que o Doping no Ciclismo é mesmo uma questão de cultura. Mantenho também o que sempre disse, se realmente houvesse vontade em irradicar o Doping do Ciclismo bastava tão somente aplicar a mesma pena ao Director Desportivo da equipa dos infratores que esta pratica prevaricadora acabava imediatamente. Aliás, há inclusivamente quem defenda que no limite se pode considerar o doping como um caso de saúde pública, mas lá estou eu a divagar do tema...
Mas voltemos ao tema, o doping e a crise no Ciclismo.
Desde sempre que tenho ouvido afirmações que a polêmica em torno do doping afasta os potenciais patrocinadores desta modalidade mas se em tempo concordei parcialmente com esta afirmação hoje não podia estar mais em desacordo, pois parece-me tão somente ser mais uma desculpa fácil.
Na minha opinião, repito, minha opinião, o problema do nosso Ciclismo está nos seus dirigentes, ou seja, o Ciclismo vive de esmolas e são sempre esmolas que se vão pedindo aos potenciais patrocinadores de equipas e/ou de provas e como esmola que é pedida é esmola que é obtida (muito provavelmente o meu afastamento permite que veja de maneira diferente o Ciclismo e como eu agora compreendo a questão do meu amigo Costinha das barreiras serem altas, na altura não conseguia compreender...).
Estou plenamente convencido que quando a maneira de pensar dos responsáveis do Ciclismo (federativos, associativos, de clubes e organizadores de provas) mudar a eterna crise irá ser atenuada drasticamente ou até mesmo acabar.
E no que é pode mudar na maneira de pensar?
SIMPLES, MUITO SIMPLES MESMO!!!!
Basta que quando estiverem a falar com os potenciais patrocinadores lhes demonstrem que o que lhes estão a propor um investimento rentável e não a lhes pedir uma quantia de dinheiro para que o nome/marca que representam possa aparecer.
OU SEJA:
Têm que ter a capacidade de demonstrar que o dinheiro que vão dispor será um INVESTIMENTO e não mais um CUSTO.
É um bom exemplo do que acabo de afirmar o que proferiu no seu discurso durante a apresentação da Volta ao Algarve o responsável pela Região de Turismo do Algarve.
Claro está que será sempre necessário demonstrar posteriormente o retorno positivo do investimento.
Não pretendo denegrir ninguém com este meu texto e reconheço que é com muito esforço que muitos dos responsáveis vão conseguindo ainda por as provas e equipas na estrada, mas a maneira de “pensar” vai ter mesmo que mudar.
Em suma, tantas linhas para dizer uma o coisa, o Ciclismo terá se ser um investimento e não um custo.
Termino dando os meus parabéns a cinco nomes do Ciclismo que sei que têm já esta visão e vou menciona-los por ordem alfabética - Carlos Pereira (responsável por uma equipa e organizador de provas), Delmino Pereira (Presidente da UVP-FPC), Joaquim Gomes (responsável pela organização da Volta a Portugal entre outras), Manuel Correia e Pedro Silva (responsáveis por equipas amadoras).
23/01/15
Vale mesmo a pena conhecer Portugal.
Portugal
não são só as praias do Algarve, nem Lisboa nem o Porto (que está na moda
actualmente).
Mesmo com todos os atentados ambientais Portugal continua a ser um
país de excelência paisagística e com paisagens muito, mas mesmo muito bonitas.
É-me extremamente difícil escolher qual a mais bonita, pois são todas bonitas,
cada uma com a sua particularidade, pelo que o ideal será mesmo visitar ao
pormenor todas.
Neste caso estou a partilhar um vídeo do National Geographic sobre
o nosso país e sem particularizar nenhuma região mas sim o todo. Da enorme
quantidade de vídeos que existem na Internet podia ter partilhado um sobre uma
qualquer região específica o que importa mesmo é
sair de casa e conhecer o que é nosso em vez das viagens para outros destinos
supostamente mais agradáveis/interessantes.
Infelizmente
conheço bastantes pessoas que já estiveram em Cuba, Brasil, Republica
Dominicana, Paris, Londres, etc., etc., etc. e não conhecem por exemplo
Bragança, a Barragem do Azibo, o Parque do Alvão, a Frecha da Mizarela entre
tantos outros locais paradisíacos que nós por cá temos, enfim…, opões.
Atreva-se a sair de casa e a conhecer o que nós temos de bom e a aproveitar também a nossa excelente gastronomia.
Atreva-se a sair de casa e a conhecer o que nós temos de bom e a aproveitar também a nossa excelente gastronomia.
02/01/15
...e já é 2015!
Como é hábito nesta altura do ano todos fazemos o balanço do ano que “acaba de acabar” e fazer desejos para o ano que acaba também de começar.
De há uns anos a esta parte, muito provavelmente consequência da proliferação das redes sociais (no tempo em que se enviam os quase extintos postais de “Boas Festas” não era bem assim) toda a gente, ou praticamente toda a gente, deseja tudo do bom e do melhor a também toda a gente independentemente do relacionamento que possa ter com essa, por assim dizer, toda a gente.
Hoje, dia dois de Janeiro que a folia da festa já passou a esmagadora maioria já se esqueceu do que disse, escreveu e/ou partilhou voltando assim a serem os seres maravilhosos ou detestáveis que toda a vida foram.
Por de certa forma me rever nas palavras de uma pessoa que tenho como Amigo (já deu mais do que provas de que o é, já da minha parte não posso dizer o mesmo....) vou transcrever um texto seu sobre a época:
“....E alguém escreveu: "Nunca deixes nada por dizer nem nada por fazer...."
Não vos vou desejar um Feliz 2015, com tudo do bom e do melhor, porque um ano é apenas uma contagem relativa de tempo e a vida não se mede em anos, nem em dias, porque por vezes num segundo tudo se altera.
Deixo alguma coisa por dizer, talvez importante, mas que não interessa para já que seja dita e talvez nunca venha a ser dita. Deixo alguma coisa por fazer, por falta de dinheiro, de oportunidade, de momento, ou de indisponibilidade mesmo.
Não deixo de viver, bem ou mal, dependendo das vossas opiniões.
Apenas sigo opções tomadas.
Decisões feitas, algumas realizadas, outras a realizar. Más ou boas, tomadas por moto próprio, criticadas ou por criticar, mas ... e há sempre um mas, em face de outros comportamentos, que não só os próprios.
Não é desejar um bom ano de 2015 que fará tudo melhorar e tudo ser bom ou cor de rosa.
É, em todos os momentos ser e viver.
E se possível for nada deixar por dizer e nada deixar por fazer, em todos os minutos e horas e dias, não só após um ano, não deixar para daqui a um ano.“
Ja desde alguns anos atrás que deixei de enviar as famosas SMS de Natal, ou melhor, continuo a enviar mas de forma personalizada como se de um tradicional postal se tratasse. Felizmente quer-me parecer que essa moda está a passar como passam todas as modas, em relação às mensagens de correio electrónico fiz exactamente a mesmíssima coisa.
Talvez por estar a ficar velho (quase a entrar nos...) cada vez mais dou valor ao meu mote, ou seja,
SE A VIDA SÃO DÓIS DIAS E SE UM JÁ PASSOU, ENTÃO PORQUE DESPERDIÇAR O QUE AINDA RESTA DO SEGUNDO DIA?
Há que aproveitar bem o segundo dia mas sem nunca nos esquecermos das nossas responsabilidades e obviamente respeitando sempre os outros pois a nossa liberdade termina onde começa a liberdade do próximo.
23/12/14
UCM - União Ciclista da Maia
A União Ciclista da Maia foi
criada em 29/12/1993 pelo malogrado José Santiago.
Foi com algum orgulho que nos
ultimo quatro anos fiz parte dos Órgãos Sociais da União Ciclista da Maia tendo
na altura o convite surgido por intermédio do Paulo Couto.
Na vida tudo é feito por ciclos e
como não podia deixar de ser na União Ciclista da Maia não é excepção à regra e
ontem à noite decorreu a Assembleia-geral em que dos diversos pontos da ordem
de trabalhos de destacam dois, Relatório e Contas e Eleição dos Órgãos Sociais
para o próximo biénio.
O Relatório e Contas foi aprovado
por unanimidade.
Fruto do excelente entendimento
dos últimos quatro anos entre todos os elementos dos diferentes órgãos sociais
o Paulo Couto decidiu voltar a candidatar-se e com muita honra minha voltei a
ser por ele convidado para me manter nos Órgãos Sociais, convite que prontamente
aceitei. Posso dizer que conheço o Paulo Couta há praticamente 40 anos e
acompanhei de perto todo o seu percurso no Ciclismo e de onde do cargos
exercidos por ele no seu extenso currículo posso destacar a Presidência da
A.P.C.P assim como a Presidência da C.P.A.
A lista se encabeçada pelo Paulo
Couta foi eleita por unanimidade.
Fica a foto da praxe:
Fotos: Ze Paulo / Momento Certo e Tomané Moutinho
15/12/14
Tal como sempre disse:
Este não é um blogue de Ciclismo.
Este blogue é:
- Tão-somente a minha “página” na Internet, não pretendo nada mais do que isso.
- Onde escrevo de tudo e de nada, ou seja, do que me passar pela cabeça a cada momento e que virtualmente me apeteça partilhar.
Obviamente, como todos nós, que nem sempre sou uma pessoa consensual e obviamente também que não sou o dono da razão, sou mais um ser humano e tenho “defeitos” como todos os outros, mas não posso nunca desculpar o conteúdo dos meus textos com os meus supostos defeitos e/ou frontalidade.
Quer-me parecer que as redes sociais terão falido, pelo menos para mim…, é tanto o “lixo” que nem já nem se consegue distinguir o trigo do joio.
Por um conjunto de variadíssimas razões este blogue tem andado por mim um pouco “esquecido” nos últimos cinco anos e seria tão bom culpar o Facebook mas coitado, o
Facebook nem se pode defender de tão infama acusação.
Facebook nem se pode defender de tão infama acusação.
Este blogue nasceu numa altura em que a informação era ainda escassa, onde as redes sociais praticamente não existiam (salvo erro já havia o hi5) e ainda também numa altura em que começavam a proliferar os fóruns/chats de conversação alusivos a diversos temas, e foi na sequência de um desses fóruns (Cyclolusitano) que decidi criar este blogue.
Penso que terá chegado a altura de fazer renascer este, por assim dizer, meu diário.
Penso que terá chegado a altura de fazer renascer este, por assim dizer, meu diário.
Até já............
2014/2015
Estamos
já em plena quadra natalícia e estamos já a breves dias do Natal. Nesta altura
do ano todos andamos, por assim dizer com a cabeça ocupada em variadíssimas coisas,
a começar pelo consumismo cada vez mais característico da época, pelos “números”
que ainda faltam fazer para atingir os objectivos comercias propostos pelas
entidades responsáveis da sua empresa, enfim, com um sem número de coisas que
tornaria extenso e massivo este texto. A análise retrospectiva do que fizemos ou
não fizemos, do que correu bem ou menos bem ou ainda até mesmo mal durante o
ano que está a chegar ao últimos dias será feita pela esmagadora maioria
somente após a o Natal.
Tal
como diz o ditado popular “água mole em pedra dura tanto dá até que fura” e respondendo
a um desafio de um amigo virtual “Zé Paulo” (mas que neste momento já não o é
somente virtual) decidi voltar ao ciclismo, em que moldes ainda não sei, mas
que é neste momento minha intenção voltar disso não haja a menor dúvida.
Mas
uma coisa é também certa, a minha presença não será como foi no passado pois o
ciclismo será tão-somente um passatempo e como passatempo que vai ser para mim
virá sempre após a família e a minha actividade profissional, esses sim, esses
são os pilares da minha existência.
Todos podemos e devemos aprender com os "erros" do passado e é nesse ponto que como animais racionais que somos temos de diferir dos animaisinhos irracionais e eu penso ter aprendido com esses erros...
Todos podemos e devemos aprender com os "erros" do passado e é nesse ponto que como animais racionais que somos temos de diferir dos animaisinhos irracionais e eu penso ter aprendido com esses erros...
28/08/14
Ciclismo – uma grande verdade.
Há pouco a ler um texto no
sítio da Internet jornalciclismo.com deparei com este comentário que transcrevo
na íntegra cujo autor se identificou como “Luís”:
“Pois
é mas as equipas têm responsabilidade nisto e muito espero que tenham aprendido
alguma coisa com a presença do Vitor Gamito, queixam-se da falta de patrocínios
mas por amor de Deus às vezes não se dão ao trabalho de actualizar o facebook
com novidades etc e o facebook que eu saiba não tem custos os endereços web das
equipas nem é bom falar ou não tem ou então completamente desactualizados depos
querem patrocinadores que estes invistam 100 ou 200 mil euros vocês não se
preocupam em dar retorno. Minto? Julgo que não
Os
próprios atletas deviam interagir tipo via face com os seus seguidores mas não
passam semanas sem dar sinais de vida vejam o exemplo do tiago machado quase
todos os dias lá coloca os seus treinos, provas para o pessoal, vejo pessoal do
BTT que não vive disso e preocupa-se em falar dos seus resultados e
participações aos seus seguidores e esses correm de graça e mesmo assim
preocupam-se. Portanto não responsabilizem só os meios de comunicação pela
falta de cobertura da modalidade a culpa também é das equipas e atletas ou
pensam que a popularidade do Gamito na volta foi so porque ganhou em 2000 e
veio participar aos 44 anos. vejam o trabalho que ele fez ao nivél do facebook
vejam o rui costa com os seus diários assim se promove a modalidade…”
Não podia estar mais de
acordo.
O texto pode ser
consultado AQUI na íntegra.
10/08/14
Sr. Manuel Ferreira
Via
Facebook acabei de ter conhecimento que o Sr. Manuel Ferreira faleceu há momentos, pelo que endereço à família as minhas sinceras condolências, sei bem pelo que
estão a passar nesta hora difícil pois já passei pelo mesmo, mas a vida é assim
mesmo.
Independentemente
da opinião que eu possa ter sobre o Sr. Manuel Ferreira uma coisa é certa, ele fez
muito em prol da A. C. P. - Associação de Ciclismo do Porto (foi o
Presidente da Assembleia-geral durante vários anos, terá sucedido ainda nos
anos 80 ao Dr. Vieira de Carvalho e esteve na função até inicio deste ano, tendo tido somente um pequeno interregno por volta de 2001/2002).Feito
o balanço global posso afirmar que a A. C. P. - Associação de Ciclismo do Porto e os seus associados muito devem a
este senhor.
Bem
sei que muitos irão achar estranho este meu pequeno texto, pois fruto da minha
breve passagem pela direcção da A. C. Porto em 2009 a nossa relação não era a
melhor mas, como se costuma dizer, isso “são
contas doutro rosário”.
Fonte
das fotografias:
Facebook de Joaquim Ferreira
Jornalciclismo.com
20/07/14
RTP - CICLISMO / Rui Costa (Linha da Frente)
Um excelente trabalho televisivo liderado pelo João Pedro Mendonça, onde é feito um tributo ao Rui Costa (pessoalmente penso ser já o melhor ciclista português desde sempre, tendo em minha opinião já ultrapassado o Alves Barbosa e o Joaquim Agostinho) e onde o Ciclismo é valorizado enquanto modalidade. Posso também afirmar que a RTP com este trabalho efectuou um excelente serviço público.
09/07/14
DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa
DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa: O Ciclismo é um misto de muitas coisas onde uma delas é sem sombra de dúvida a sorte. Hoje vai-se disputar a 5ª etapa da Volta a Fr...
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















.jpg)





