29/09/12
2012 - Eleições para U.V.P./F.P.C.
As
eleições para a U.V.P./F.P.C. serão no próximo dia 13 de Outubro tendo, a
exemplo dos últimos anos, havido uma única lista a se candidatar e neste caso
será o Delmino Pereira a suceder ao Sr. Artur Lopes nos comandos da
U.V.P./F.P.C.
Muito
pessoalmente, mas mesmo muito pessoalmente, sempre pensei que fossem aparecer outros candidatos sendo um
desses o Prof. José Santos, que não deixa de ser o eterno candidato a candidato,
mas isso... sim, isso é outro questão...
A
minha opinião não necessito de cá a colocar pois é pública há já muito, mas mesmo
muito tempo.
Delmino,
muito trabalho te espera e todos sabemos que não és pessoa de baixar os braços
nas adversidades e que respeitas a equidade (ou não fosses tu Transmontano),
assim como estás sempre aberto ao diálogo, eu que o diga.
Muito
pessoalmente penso que irás assumir os comandos do Ciclismo nacional na altura
mais conturbada dos últimos 30 anos, quer por questões internas da modalidade, quer
por questões económicas externas decorrentes do contexto económico nacional e
internacional.
As
associações regionais de Ciclismo são também um dos pilares da modalidade e que
não deves nem podes esquecer pois é lá que tem de ser efectuado o trabalho base
na modalidade e sem menosprezo para as demais realço o trabalho global
realizado pelas associações regionais do Porto e do Minho. Há que apoiar mais o
A.C.M. na sua luta pelos custos do policiamento no Ciclismo.
Desejo-te
o maior êxito possível para o projecto, do qual já fazes parte de forma directa
há 8 anos e que agora irás liderar.
Uma
coisa é certa, não foi “pelos teus lindos olhos” que chegas-te a onde chegas-te
na dirigismo da modalidade, bem antes pelo contrario, ou seja pelo teu trabalho
onde sei que colocas-te a tua vida pessoal para segundo plano.
Transcrevo
o texto de apresentação de candidatura publicado na página pessoal do Delmino Pereira
no Facebook em Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012 às 17:41.
“Renovar para Crescer - Razões
de uma Candidatura
Apresentei hoje a
minha candidatura a Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A minha
candidatura a Presidente da União Velocipédica Portuguesa – Federação
Portuguesa de Ciclismo (UVP-FPC) é um passo natural, tendo em conta o meu
percurso na modalidade e os vários cargos desempenhados nos últimos tempos.
Considero que
nunca atingiremos o sucesso e a excelência se os nossos atletas não se sentirem
felizes na modalidade. Politicas direcionadas para o atleta deverão ser o
objetivo e a preocupação central de todos os agentes da modalidade. Sei o que
dizem os olhos de uma criança em cima de uma bicicleta, de um jovem que sonha
ser ciclista, de uma menina que queria ter mais meninas a correr com ela, de um
ciclista que queria participar na Volta a Portugal, de um corredor que sonha
ser Campeão Nacional ou representar a Seleção, de um master que também deseja
ter o seu momento de glória, de um atleta com deficiência que quer demostrar a
sua coragem, dos atletas de todas as vertentes que querem demonstrar o seu
talento, do ciclista aventureiro que subiu a Senhora da Graça, do cicloturista ou
betetistas, pelo seu verdadeiro prazer de andar de bicicleta.
A experiência
como corredor profissional e diretor da Federação Portuguesa de Ciclismo
permite-me ter uma visão global da modalidade e uma correta interpretação das
várias vertentes do ciclismo. Posso dizer que conheço bem a realidade do
ciclismo Português.
Participei em
congressos e eventos promovidas pela UCI e pela UEC, assim como em reuniões com
as instituições governamentais e outras entidades responsáveis pelo
desenvolvimento do desporto e do ciclismo em Portugal, proporcionaram-me um
conhecimento que considero essencial na definição de políticas assertivas no
futuro da modalidade. Estou seguro de como e com quem poderemos contar para
desenvolver uma política desportiva de crescimento do ciclismo Português, que
se pode resumir em 5 grandes orientações.
1- Massificação
da prática do ciclismo de lazer e utilização generalizada da bicicleta- Nesta
família incluímos também os eventos abertos de superação desportiva e o
ciclismo master. Será esta a primeira pedra de uma base que se pretende cada
vez mais alargada.
2- Ciclismo de
iniciação - será a segunda pedra da estrutura desportiva do ciclismo, toda a
nossa comunidade terá de perceber que o futuro começa nesta classe, o ciclismo
nas escolas e as escolas de ciclismo terão de crescer em todo o país.
3- Ciclismo de
competição - será uma consequência do bom trabalho desenvolvido nas escolas,
aqui a estrutura federada não pode falhar, terá de aumentar progressivamente o
rigor do trabalho a efetuar junto dos atletas, técnicos, clubes e
organizadores.
4- Alto
rendimento e seleções – maior abrangência na deteção e acompanhamento de
talentos, clara definição de uma estratégia de alto rendimento orientada para a
excelência desportiva. Dotar a FPC de recursos humanos e físicos capazes de
corresponder as exigências do alto rendimento.
5- Ciclismo
Profissional - é importante defender os profissionais de ciclismo. A FPC estará
disponível para junto da comunidade profissional (atletas, clubes, organizadores,
patrocinadores, imprensa) encontrar soluções que permitam defender o ciclismo
profissional, condição fundamental para manter o nível exigido a uma profissão
cada vez mais difícil.
Considero que a
construção e desenvolvimento da modalidade assenta na grande capacidade de
trabalho e criatividade de uma comunidade velocipédica que é na sua grande
maioria voluntária; disposta a construir e fazer ciclismo em troca de nada,
apenas pela profunda paixão e prazer que têm em construir algo pela modalidade.
Acredito que só através da cooperação entre a comunidade velocipédica e os
profissionais de ciclismo poderemos defender, renovar e fazer crescer a
modalidade em Portugal. Defendo um ciclismo moderno assente nos mais nobres
valores desportivos, fair play e verdade desportiva, tolerância zero face ao
doping.
Avanço com esta
candidatura porque acredito no ciclismo. Tenho consciência da responsabilidade
que vou assumir, numa modalidade centenária, profundamente enraizada no povo
Português, com uma grande influência na história do desporto em Portugal, com
grandes campeões e dirigentes que tenho a obrigação de honrar.
Somos hoje uma
modalidade em crescimento, que teve a capacidade de criar novas vertentes e
novas formas de prática desportiva, uma modalidade que se abriu à sociedade e
que por isso e pela força da bicicleta e dos valores a ela associados atraiu
uma nova geração de praticantes. Um dos grandes desafios desta candidatura será
estabelecer a harmonia entre as várias gerações de praticantes e as várias
vertentes da modalidade, levando-os a pensar que o ciclismo somos todos nós.
Campeã, 28 de
Setembro de 2012
Delmino Pereira”
Por
consulta no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. são estes os órgãos sociais
candidatos:
“Candidaturas
Presidente da UVP-FPC
Delmino
Albano Magalhães Pereira
Mesa da Assembleia Geral
Presidente:
Artur Manuel Moreira Lopes
Vice-Presidente:
Rogério Manuel Mateus Pires
Secretário:
José dos Santos Martins
Suplentes:
José Martins Nicolau, José Fernandes Santos
Conselho Fiscal
Presidente:
Luís Filipe da Silva Quinaz
Vogais:
Manuel José de Almeida Oliveira e Vítor José de Sousa Cabrita
Suplentes:
António Joaquim Andrade Gonçalves e Manuel Albertino Machado de Almeida
Conselho de Disciplina
Presidente:
José Maria Cabral Arrais de Melo e Castro
Vogais:
Hugo Filipe da Silva Henriques Dias e André Gaspar Martins
Suplentes:
Ana Salomé Araújo dos Santos e Manuel Jaime Teixeira Balsa
Conselho de Justiça
Presidente:
Joaquim Coutinho Ribeiro
Vogais:
Paulo Jorge Osório Mendes e Ângela Ivone Rodriges Oliveira
Suplente:
David Rocha Ribeiro e Rui Miguel Meira Barreira
Conselho de Arbitragem
Presidente:
Francisco Manuel Costa Fernandes
Vogais:
Vasco Gonçalves Oliveira Santos, Rui do Carmo Carvalho, João dos Santos
Lourenço e Francisco Orlando Costa Marinho
Suplentes:
Mário Augusto Pereira Martinho e Luís Miguel Lopes Ramos”
Para
terminar, daqui a dois anos cá estaremos para te “julgar” e como diz o ditado
popular “O futuro a Deus pertence.”.
Fotografia retirado do mural
do Facebook de Delmino Pereira.
23/09/12
Para quando o mesmo em Portugal?
Quando é que os nossos políticos vão fazer como o actual Vice-primeiro Ministro Inglês?
Este vídeo trata-se de uma sátira do vídeo original em que Nick Clegg pede desculpa aos estudantes ingleses por não estar a cumprir uma promessa eleitoral.
Bem sabemos que as desculpas não se pedem, mas sim que se evitam, contudo…
18/09/12
Jornal Ciclismo "Nota do dia: Precisávamos de saber tanta coisa"
Na
sequência da “Nota do dia: Precisávamos de saber tanta coisa” publicada em
17-09-2012 e disponível para leitura integral em http://jornalciclismo.com/?p=28198
.
Muito
pessoalmente, mas mesmo muito pessoalmente, entendo que é um texto muito
bonito, mas que na prática de nada servirá, digo eu claro está...
A
juntar a todos os problemas internos na modalidade, temos também de juntar os problemas
externos como a actual crise financeira que o país atravessa, os elevados
custos com o policiamento (louvo o trabalho continuado que a Associação de
Ciclismo do Minho tem vindo a desenvolver há alguns anos sob este tema), mas em
Portugal, como diz o proverbio popular, só nos lembramos de trancar a porta
depois de roubada a casa (roubada no sentido figurado claro está).
Não
vale a pena chorar lágrimas de crocodilo que o tempo não volta para trás, salvo
melhor opinião, interessa sim é ver como se vai resolver os problemas e
ultrapassar o actual e lamentável estado do Ciclismo de Estrada em Portugal e muito
particularmente o escalão Profissional, ou será que vai-se toda a gente virar
para o BTT e deixar a Estrada morrer?
Já
por diversas vezes deixei virtualmente o repto ao Prof. José Santos para se
candidatar a dirigir a U.V.P./F.P.C., mas de certa maneira concordo com ele e aproveito
para o citar “será muito difícil, a quem quer que seja lutar contra o sistema
instituído...”, mas contraponho que “difícil” não é sinonimo de “impossível”.
Parece-me
que o mais provável será mesmo que o próximo Presidente da U.V.P./F.P.C. seja o
Sr. Delmino Pereira, pessoa que foi atleta profissional do Boavista Futebol
Clube muitos anos (1989 a 2001), que está há oito anos na direcção da U.V.P./F.P.C. e que nos
últimos seis anos teve um notável trabalho no relançamento do BTT em Portugal (obviamente
que não agradou a todos - onde eu me incluo…, mas quem agrada?), e que antes de
se virar para o BTT deixou obra feita na “Estrada” como é o exemplo do extinto
Troféu RTP destinado exclusivamente a Equipas de Clube.
Resta-lhe agora em tempos de vacas muito, mas mesmo muito magras relançar a “Estrada” e reunir consensos, por certo que como ex-profissional, como também ex-Presidente da Assembleia Geral da A.P.C.P. que irá ser sensível a todos estes problemas mencionados.
Resta-lhe agora em tempos de vacas muito, mas mesmo muito magras relançar a “Estrada” e reunir consensos, por certo que como ex-profissional, como também ex-Presidente da Assembleia Geral da A.P.C.P. que irá ser sensível a todos estes problemas mencionados.
Outro dos problemas imediatos, em minha opinião claro está, neste momento de muitas indefinições, é que as eleições federativas se irão realizar demasiadamente
tarde, aliás, parece-me que ainda nem estão marcadas.
A tradicional Assembleia-geral da U.V.P./F.P.C. que se realiza em finais de Outubro início de Novembro deveria ser mais cedo, finais de Setembro, para que assim todos os intervenientes na modalidade possam atempadamente começar a preparar a época seguinte.
A tradicional Assembleia-geral da U.V.P./F.P.C. que se realiza em finais de Outubro início de Novembro deveria ser mais cedo, finais de Setembro, para que assim todos os intervenientes na modalidade possam atempadamente começar a preparar a época seguinte.
Ainda outro
dos problemas na modalidade e que inclusivamente em 27/07/2012 escrevi um texto
(http://2w-paulao.blogspot.pt/2012/07/1-grande-premio-efapelglassdrive.html
) onde
esse é o mote do texto, são os “Encargos Financeiros” que os Organizadores de
provas têm que aparentemente respeitar.
Todos
sabemos que em Portugal a esmagadora maioria dos Organizadores de provas não
cumpre com o caderno de encargos financeiros a que está obrigado e que a
U.V.P./F.P.C. faz vista grossa nalguns casos, então porque é que não se acaba
de uma vez por todas com esse caderno promovendo assim uma maior equidade entre
todos os Organizadores de corridas?
Nesta
matéria, sinto-me com toda legitimidade para falar e apontar o dedo, pois
tentei organizar uma prova do escalão 12 e 13 em Junho (provavelmente do dois
dias) e não tive outra possibilidade que não fosse a de ter de cumprir integralmente o dito
caderno de encargos e que me colocou em pé de desigualdade com os outros organizadores que não o cumprem e
assim sendo…
Reparem, um
organizador para colocar corridas na estrada necessita de corredores e para
isso vai ter que obrigatoriamente pagar às equipas, pelo que mais vale deixar
isso ao livre arbítrio dos intervenientes, sugiro eu claro está.
Muito
mais se podia escrever, mas…, para quê? Para estar a remar contra a maré?
Não
e apesar de tarde, em 2009, eu aprendi que não se pode remar nunca contra a
maré..., pelo que caro Zé Santos, compreendo muito bem que não queira também remar
contra a maré.
Fonte da fotografia
utilizada:
Jornal Record e Sitiodelciclismohttp://www.record.xl.pt/Modalidades/Ciclismo/volta_a_portugal/interior.aspx?content_id=710995
14/09/12
“Prémio Onda- Boavista”
Vai hoje para a estrada o “Prémio
Onda- Boavista”, prova que supostamente faz parte do Caderno de
Encargos da PAD junto da U.V.P./F.P.C. pela direito de organizar a Volta a
Portugal, mas…
…mas vamos ao que interessa.
Em primeiro lugar dar os parabéns
ao Boavista Ciclismo Clube pela organização desta prova.
Lamento que para haver esta prova
(“Prémio
Onda- Boavista”) o tradicional circuito de Gondomar (ou Volta a
Gondomar) tenha deixado de acontecer, pois muito pessoalmente entendo que este circuito
tinha sempre alguns milhares de pessoas a assistir à prova e assim ser mais um
excelente meio de divulgar o Ciclismo, quem sabe se não era mesmo o único meio
de divulgação na zona do Grande Porto.
Esta que será a ultima prova do
ano em Portugal para profissionais e sub 23, ou melhor, para equipas
Continentais e Equipas de Clube é o espelho do que aconteceu este ano, ou seja,
muitos poucos corredores na estrada fruto de muitas situações, sendo que em
primeiro lugar aponto o dedo à direcção da U.V.P./F.P.C. enquanto entidade reguladora
da modalidade Ciclismo em Portugal.
Não vou aqui entrar em pormenores
da época, somente um pequeno grande pormenor, com tão poucos corredores
inscritos, com uma diferença de andamento grande estre os profissionais e a
esmagadora maioria dos sub 23 e que muito provavelmente irá dar um pequeno
pelotão na chegada, como pode um organizador justificar aos seus patrocinadores
o investimento efectuado para a realização de uma corrida de Ciclismo?
De notar a ausência da equipa CC
José Maria Nicolau.
Bem sei que muito provavelmente
esta prova deve contar com ajuda financeira da PAD, mas e o resto?
As etapas e horários deste “Prémio
Onda- Boavista” segundo o sitio na Internet Jornalciclismo.com:
“A prova inicia-se
na sexta feita, dia 14 Setembro,
pelas 14.00 horas, com partida e chegada à Póvoa de Lanhoso. A prova terá
partida e chegada no Castelo de Lanhoso, terminando numa contagem do PM de 3ª
categoria. Disputada numa distância de 120 kms, num percurso sem grandes
dificuldades, com outra contagem do PM no Salto, concelho de Montalegre. A chegada está
prevista para as 16.45 horas.
No sábado, dia 15 Setembro, também pelas
14.00 horas, a prova partirá do Pavilhão Multiusos de Gondomar, para um
percurso com muitos sobes e desces, num autêntico quebra pernas para o pelotão.
De Gondomar, o pelotão seguirá pela marginal, barragem de Crestuma, Canedo,
passará na Lomba, depois Castelo de Paiva, onde após um descida algo sinuosa
passará em Entre-Os-Rios seguindo para Recarei, Salto voltando à marginal para
terminar em Jovim, numa contagem do PM de 3ª categoria., onde chegará pelas
16.45 horas.
No domingo, na Avenida da Conduta, a prova
termina com um C/RI de 4 kms que se inicia pelas 10.00 terminando por volta das
11.1s.”
Regulamento particular e
percursos em:
…e mais não digo porque também
não sei.
09/09/12
1ª Maratona BTT “CãoViver”
A 1ª Maratona BTT “CãoViver”
é uma organização conjunta do Grupo Desportivo Os Maiatos e da CãoViver -
Associação de Protecção Animal, terá lugar em Barca na cidade da Maia no dia 04
de Novembro de 2012, será uma Maratona de BTT solidário, que visa a angariação
de fundos para a causa da CãoViver - Associação de Protecção Animal.
http://www.associacaocaoviver.org/
Eu já me inscrevi, e tu estás à espera do quê para te inscreveres?
A 1ª Maratona BTT “CãoViver”
é constituída por três percursos; 60Km / 30Km e passeio familiar com 15Km.
A Maratona e 1/2 Maratona são
consideradas como eventos competitivos, contudo o passeio BTT familiar e a caminhada
não são considerados como competição mas sim lazer, visando essencialmente
contribuir para uma causa solidária e em simultâneo proporcionar um salutar
convívio entre todos aqueles que gostam da natureza e do BTT e que lutam pela
causa animal.
No final haverá um almoço convívio
facultativo.
Para mais informações
deverão consultar o sítio na Internet oficial da 1ª Maratona BTT “CãoViver”
em http://bttcaoviver.wix.com/btt#!
Complementarmente:
CãoViver - Associação de
Protecção Animal http://www.associacaocaoviver.org/
Eu já me inscrevi, e tu estás à espera do quê para te inscreveres?
U.V.P./F.P.C. - Jornalciclismo
Este ano, sim esta ano, é ano de eleições
na U.V.P./F.P.C. e nas diversas associações regionais de Ciclismo, mas não é de
forma directa sobre o tema "eleições" que escrevo este pequeno texto.
Apesar da minha opinião sobre
o sítio na Internet “jornalciclismo” ser pública há muito tempo, não deixa de
ser por isso que não visualize diariamente o sítio em questão.
Conheço o Prof. José Santos
há muitos, mas mesmo muitos anos e sempre foi um inconformado com o sistema.
Para aqueles que nos últimos
meses vão lendo os seus textos no dito sítiona Internet é com alguma facilidade que conseguem ver que está,
por assim dizer, em rota de colisão com o órgão dirigente do Ciclismo de
competição em Portugal (como é o caso do texto publicado ontem http://jornalciclismo.com/?p=28064).
Não quero com isto dizer que
o Prof. José Santos tenha ou não razão, aliás, até as próximas eleições da U.V.P./F.P.C. entendo
não ter qualquer legitimidade “moral” para o fazer.
Mas pergunto, o que andam as
diversas comissões (por exemplo a de estrada da qual o Prof. José Santos faz ou
fazia parte) na U.V.P./F.P.C. a fazer?
Qual o trabalho que as diversas
associações de classe, nomeadamente a associação de equipas, a fazer nos últimos
anos?
O trabalho da A.P.C.P. é visível,
o da A.N.A.C. também, aliás, só falta mesmo é o da associação de clubes (não me lembro
do nome correcto), mas…, aliás, se a memória não me falha a ultima decisão pública
desta associação foi contra a participação da equipa Póvoa Cycling em 2008 na
Volta a Portugal, assim como sei também que na altura (apesar de não ter sido
público) tomaram a decisão de não contratar nenhum ciclista que em 2008
estivesse na Povoa Cycling (felizmente que posteriormente não levaram esta
decisão em frente).
Mas voltando ao tema, caro Prof. José Santos,
concordo com muitas das coisas que tem escrito, pelo que lhe lanço um desafio,
ou seja, apresente-se a votos nas próximas eleições para a U.V.P./F.P.C. e caso
ganhe, ponha em prática as suas ideias.
Pelo aquilo que vou lendo e
que vou tendo conhecimento (mesmo estando afastado compulsivamente da
modalidade desde Julho de 2009), se aceitar a minha sugestão, vai ter como “adversário”
um antigo pupilo seu e que é actualmente o Vice-presidente federativo, e pelo
que sei também conta já com uma base de apoio muito grande junto de quem tem
direito a voto.
Boa sorte caro Zé Santos.
08/09/12
Aumento da taxa de contribuição para a Segurança Social de 11 para 18%
O nosso Primeiro-ministro,
Sr. Pedro Passos Coelho, anunciou ontem à tarde o aumento da taxa de
contribuição para a Segurança Social de 11 para 18%, ou seja, mais um aumento
de impostos sobre o rendimento do trabalho, o que quer dizer que em 2013 além
de todos os impostos que já temos de pagar ainda nos vão retirar um mês de salário
de forma camuflada.
Enfim, de que serve reclamar
e/ou protestar se não há alternativa a mais um aumento decretado pelo nosso Primeiro-ministro
(em minha opinião escandaloso) sobre o nosso rendimento do nosso trabalho?
Acham mesmo que o desemprego
vai diminuir e que as empresas vão criar mais postos de trabalho só porque vão
ter um ligeiro decréscimo no pagamento da T.S.U.? Claro que não!!!
Pessoalmente entendo que este
aumento de imposto só vai gerar mais desemprego ainda e o fecho de mais
empresas pois o consumo interno vai descer bastante e muitas portas comerciais
vão fechar.
Por este andar a
criminalidade vai aumentar, pois uma coisa é certa, quando faltar a comida em
casa as pessoas vão roubar para comer.
Até ao momento que publico
este texto (12:45) ainda não ouvi um único comentário favorável (quer de políticos
ou de comentadores económicos) a este anuncio de aumento, aliás, Miguel Beleza (segundo
o site da Agencia Financeira) diz ainda que estas novas medidas «não evitam que
se mantenha a tendência de aumento do desemprego no curto prazo».
Bem, estou convencido que
quando for apresentado o O.G.E. para 2013 virão mais agravamento de impostos.
Uma coisa é certo e tomando
como referencia os diversos comentadores económicos e em particular Camilo
Lourenço, o governo ainda não conseguiu reduzir a despesa publica, logo, vai
ter de continuar a aumentar a receita por intermédio dos impostos.
Até quando vamos continuar
de braços cruzados??????????
25/08/12
RTP2 - Será o fim?
Espero muito sinceramente que
não.
Desde ontem de manhã (vou-me cingir
somente ao aspecto desportivo e deixar a parte politica de lado) que uma notícia
muito me tem preocupado a mim, que sou adepto incondicional do Ciclismo.
Obviamente que os profissionais
da RTP nada têm a ver com esta decisão.
A confirmar-se o que o consultor
do Governo para as privatizações (António Borges) disse na passada quinta-feira
(23-08-2012) a Judite de Sousa, no ‘Jornal das 8’, na TVI de que a RTP2 irá
fechar, será pois um rude golpe no desporto em Portugal e em particular no
Ciclismo.
Recordo que a RTP2 nas tardes de
sábado e domingo só transmite desporto e a esmagadora maioria das modalidades desportivas
sem este espaço televisivo na RTP2 nunca seriam vistas.
Bem sei que muito se poderia
escrever sobre os magazines televisivos mas não é isso que me preocupa neste
momento, o que me preocupa é sim que muito provavelmente os magazines
desportivos irão acabar em sinal aberto num futuro mais próximo do que se possa
julgar.
Só a Volta a Portugal tem espaço
na RTP1, os directos das outras grandes voltas passam na RTP2.
Durante o ano são muitas as
provas de ciclismo que se disputam por cá e nem a “uma caixinha” têm direito no
telejornal à noite.
Gostava muito que este anúncio de
António Borges no futuro fosse infundado mas onde há fumo há fogo…, e ao que
parece será mais uma machadada no nosso desporto e em particular no Ciclismo.
15/08/12
74ª Volta a Portugal em Bicicleta
Começa
hoje mais uma edição da Volta a Portugal em Bicicleta, ou seja, a sua 74ª
edição.
Muito
se poderia escrever sobre a edição deste ano da nossa Volta, mas por certo que
é a melhor Volta possível com os meios disponíveis.
A
todos os que vão participar na 74ª edição da Volta a Portugal desejo o maior
sucesso possível, desde os corredores e equipas assim como às diversas estruturas
ligadas à organização.
Fotos fonte: site da Volta a
Portugal
As
equipas portuguesas presentes na prova:
27/07/12
1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive
Numa
organização do Clube Desportivo Fullracing inicia-se hoje o 1º Grande Prémio
Efapel/Glassdrive envolto em alguma polémica.
.
Em
primeiro lugar devo salientar e saudar o Clube Desportivo Fullracing pelo esforço
em colocar esta prova na estrada nos tempos controversos e de recessão que o
nosso país atravessa.
Contudo,
há regras impostas por quem tutela a modalidade (U.V.P./F.P.C.) e essas regras têm que ser
cumpridas, quer gostemos ao não delas, e neste caso particular vou-me referir ao
Caderno de Encargos Financeiros.
É
público que há pelo menos duas equipas (LA Alumínios/Antarte e União Ciclista
da Maia) que se viram impossibilitadas de participarem nesta primeira edição do
Grande Prémio Efapel/Glassdrive porque supostamente o organizador não
pretender e/ou não conseguir cumprir com os seus encargos financeiros para com as
equipas participantes (pelo menos com estas duas).
A
U.V.P./F.P.C. ao fazer vista grossa a esta ilegalidade, salvo melhor opinião,
está a cometer vários ilícitos. Não está a pugnar pela igualdade entre
organizadores de corridas, não está a pugnar pela igualdade desportiva entre
clubes e em ultima análise e esta é a que mais me preocupa, não está a defender
a sua própria imagem e equidade, equidade essa que penso ser a sua primeira
obrigação enquanto entidade reguladora da modalidade Ciclismo.
A
partir deste momento não terá mais a U.V.P./F.P.C. legitimidade para exigir o
que quer que seja, por exemplo, evocando esta imparcialidade de critérios se eu
pretender filiar uma equipa posso sempre dizer que não tenho dinheiro e a
U.V.P./F.P.C. emite-me as licenças necessárias à minha equipa e atletas sem
qualquer custo.
Por
falar em licenças e custos de filiações, entendo também que a U.V.P./F.P.C. com
esta aparente dualidade de critérios que também aparenta estar a ter está, salvo melhor opinião, a defraudar as
espectativas de pelo menos estas duas equipas que no inicio do ano pagaram o
que a U.V.P./F.P.C. lhes exigiu para poderem competir e para que a
U.V.P./F.P.C. cumpra com as suas obrigações, aliás, recebe também dinheiro do
Orçamento de Estado do Governo Português para essa missão também.
Para
terminar, quem não tem dinheiro não tem vícios e se o Clube Desportivo
Fullracing não conseguiu reunir a verbas necessárias à realização da prova não
deveria a U.V.P./F.P.C. permitir que a prova se realizasse.
Se
há dinheiro para pagar aos restantes intervenientes como por exemplo o policiamento,
aos comissários, motociclistas, etc., etc., porque não há também para as
equipas???
Como
nota final, não me admiro nada que para o ano estas duas equipas não voltem à
estrada e isto sim, isto preocupa-me muito por diversas razões.
Notas extras:
1ª) Todos reconhecemos da importância
vital para a modalidade da organização desta prova nesta altura do calendário, ainda
por cima num ano em que tão poucas corridas houve e que mesmo assim houveram
ainda também algumas provas desmarcadas em cima da hora para complicar ainda
mais a situação.
2ª) Também é reconhecido
por todos que os orçamentos das equipas de Ciclismo é muito, mas mesmo muito "justo", que só conseguem
ir para a estrada com as ajudas de custo que recebem dos organizadores e que eventualmente
até na esmagadora maioria dos casos nem chega a 50% do valor a que teriam direito
a receber do organizador.
3ª) A tabela com os
encargos financeiros pode ser consultada no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C.
em “Regulamentos” – “Gerais” e posteriormente em “Regulamento Financeiro” (http://www.uvp-fpc.pt/pagina_file_ver.php?ficheiro=10112011073339.pdf).
4ª) Vamo-nos focar somente
nas provas do escalão 12 e 13 que é o caso deste 1º Grande Prémio
Efapel/Glassdrive. Também no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. em “Regulamentos”
– “Estrada” e posteriormente em “Apoio Provas 2012” (http://www.uvp-fpc.pt/pagina_file_ver.php?ficheiro=10112011072454.pdf)
com facilidade se consegue consultar os apoios que a U.V.P./F.P.C. se propôs dar
a alguns organizadores, sim, somente a alguns mas isso é uma outra questão que
não é para aqui chamada.
Assim, todos sabemos que
foram canceladas pelo menos duas provas a contar para a Taça de Portugal.
Sendo assim terão
eventualmente sobrado as verbas destinadas a esse apoio.
Pergunto, sendo
reconhecida a necessidade vital deste 1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive ir
para a estrada, porque é que a U.V.P./F.P.C. não ajudou o Clube Desportivo
Fullracing na organização desta prova subsidiando o pagamento de alguma coisa
como por exemplo o policiamento? Com esse dinheiro extra já poderia o pagamento
às equipas ser ligeiramente superior e assim estarem todas as equipas presentes
sem terem qualquer tipo de prejuízo financeiro.
Jornal de Ciclismo
Este
texto é sobre o sítio na internet com o domínio “jornalciclismo.com”.
Daqui para a frente sempre que eu pretenda comentar o que quer que seja lá, irei transcrever o texto para este meu espaço de opinião e comenta-lo aqui, pois aqui, por enquanto ainda mando eu.
Definição
da palavra “Pasquim” no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa on line:
“Pasquim
- Jornal de baixa qualidade, sem importância. = JORNALECO”
Como
todos sabem este sítio na internet deriva da edição em papel com o mesmo nome e
que por uma série de situações não conseguiu manter a sua continuidade em papel
tendo passado a virtual somente.
Não
pretendo tão pouco comentar a sua suposta linha editorial, contudo algum tempo
atrás os responsáveis do sítio foram substituídos pensando eu que de alguma
forma iria melhorar.
Sempre
que lá é colocado um texto há a possibilidade de o comentar e é sobre este
pormenor que eu pretendo escrever, ou seja, mudaram os intervenientes mas a
dualidade de critérios sobre os comentários mantem-se, ou seja, neste pasquim
quando eu escrevo alguma coisa que vai contra os interesses do responsável deste
sítio pura e simplesmente não é publicado, repito, mudaram os intervenientes responsáveis, mas o pasquim contínua igual.
Salvo
melhor opinião, mais parece que este sitio na Internet (que se quer fazer passar
por um jornal) só serve mesmo para divulgar os interesses, embora muitas vezes
de forma camuflada, do seu responsável editorial.
Daqui para a frente sempre que eu pretenda comentar o que quer que seja lá, irei transcrever o texto para este meu espaço de opinião e comenta-lo aqui, pois aqui, por enquanto ainda mando eu.
Aproveito ainda para deixar no ar uma pequena pergunta ao Sr. Artur Moreira Lopes - na sua qualidade de Presidente da
U.V.P./F.P.C., ou seja, se eu fizer um sitio na Internet com supostas noticias
de Ciclismo será que também vou conseguir um emprego na U.V.P./F.P.C. como assessor
de uma coisa qualquer?
10/06/12
Futebol – Selecção Nacional
Será
que não nos chega já de vitórias morais?
Realmente
a selecção Portuguesa fez um bom jogo contra a Alemanha, mas o que conta são os
golos e nisso continua a nossa selecção a ser uma lástima, quer gostemos ou
não.
Pessoalmente
concordo com o treinador Manuel José, os jogadores da nossa selecção têm
vedetismo a mais e o povo português continua a insistir em lhes dar o tal
excesso de vedetismo e foram três ou quatro oportunidades de golo flagrantes
que a selecção Portuguesa não soube ou não quis aproveitar e isso meus caros,
são factos indesmentíveis.
Estou
plenamente convencido que nos próximos dois jogos vai ser a mesma coisa, ou seja,
a selecção Portuguesa a praticar um bom jogo de futebol e os outros a marcar (em)
o (s) golo (s), mas pelo menos assim acabará logo o sofrimento nacional e a
comunicação social não desportiva poder-se-á então virar para os assuntos que
realmente nos interessam e mexem com a nossa vida e com os nossos bolsos.
Por
estes dias deixou-se de falar no desemprego, das falências diárias de empresas,
do continuo aumento dos impostos, da despesa publica que continua a não baixar,
do preço de acesso à saúde e à justiça, etc., etc., etc., mas continuemos todos
a pensar no futebol e a sonhar no Euromilhões como solução para todos os nossos
problemas.
Fonte da fotografia: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=335786
Fonte da fotografia: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=335786
23/04/12
Cirurgia Bariatrica do Bypass Gástrico - Agora, “vida nova”…
A nossa vida
é feita com decisões que vamos tomando ao longo da vida, umas más, outras boas,
enfim…decisões. Sendo eu um ser humano obviamente que muitas foram as que tive
que de bom nada tiveram.
Muito houve de “deixa andar” nos últimos 25 anos e em particular nos últimos 15. Quando dei por mim era já tarde e até quase impossível fazer alguma coisa sozinho para reverter a situação. A minha qualidade de vida degradava-se dia após dia e eu, apático, nada fazia, pensava com os meus botões de que “amanhã ainda vou a tempo” ou “amanhã começo a…”. Pequenos e banais gestos diários como por exemplo apertar os sapatos, utilizar o papel higiénico ou subir/descer um pequeno lanço de escadas com 5 degraus começaram a ser os maiores obstáculos do meu dia-a-dia.
Curiosamente
e apesar de como afirmei a minha qualidade de vida se estar a degradar a cada
dia que passava, quase todos exames analíticos que com regularidade ia
efectuando davam excelentes resultados (bem, o ácido úrico de vez em quando lá
se portava mal), contudo houve sempre uma campainha que me ia lembrando que
cada vez mais, mais obeso estava, ou seja, a hipertensão. Bem o meu médico de família
(Dr. Barreiros de Magalhães a quem aproveito para enviar um abraço e agradecer
a paciência que tem tido ao longo dos anos para me ir aturando) sempre me disse
“Paulo, olha que a obesidade não é uma
doença é sim um estado elevado de risco”.
Muitas
são as consequências negativas da obesidade no nosso dia a dia e sem nos
apercebermos disso vamo-nos habituando, fruto do “deixa andar que amanhã ainda vou a tempo”, mas nada de mais errado,
pois cada dia que deixamos passar é menos um dia que temos.
Tal como disse há pouco a minha qualidade de vida degradava-se cada vez mais depressa a cada dia que ia deixando passar até que num súbito ataque de consciência (ao brincar num parque com o meu filho de 8 anos) resolvi fazer alguma coisa, ou seja, procurar a sério ajuda médica credível.
Após
falar com alguns profissionais da área da saúde foi-me sugerido o Dr. Paulo Aguiar
Soares e que o consultei a primeira vez no HPP na Boavista (entidade com a qual
o SAMS tem protocolo) e após a realização de vários estudos decidiu-se por se
efectuar uma Cirurgia Bariatrica do Bypass Gástrico, cirurgia essa que
efectuei no passado dia 13 de Abril no HPP da Boavista (5º piso ala sul). Abro
aqui um parêntesis para deixar o meu agradecimento publico e assim louvar a
todos os que prestam lá serviço em particular para a equipa de enfermagem e
pessoal auxiliar pois foram sempre 100% competentes e simpáticos.
A operação foi há 10 dias e para já está a correr tudo bem e são só algumas as mudanças nos meus hábitos diários, se vai ser um sucesso ainda não sei, só mesmo o tempo o confirmará, mas alguma coisa tinha que fazer e está feito.
12/04/12
IV Grande Prémio Liberty Seguros
Apesar de eu ter sido compelido a afastar-me da modalidade que tanto gosto no final de Junho 2009 (após a realização dos Campeonatos Nacionais) e de praticamente nada escrever desde essa altura não tenho obviamente deixado de acompanhar o que se passa.Assim sendo e até porque dentro de dias vai para a estrada o IV Grande Prémio Liberty Seguros numa organização do Boavista Ciclismo Clube que, salvo melhor opinião lhe irá dar mais alguma qualidade ao não disputar-se exclusivamente em circuitos, há que relembrar que o nosso Ciclismo na vertente "Estrada" Profissional e Sub 23 está mesmo muito mal.
Mas, sim, como tudo na vida há sempre uma “mas”, cá está mais uma corrida a "espoliar" o Ciclismo, ou seja, repito mérito ao Boavista C.C. que soube aproveitar uma oportunidade para organizar (com custos aparentemente reduzidos) uma corrida por etapas, mas "espoliar" o Ciclismo pela incapacidade da PAD/João Lagos Sport (com a conivência da U.V.P./F.P.C.) não conseguir cumprir o contrato que tem pela cedência da organização da Volta a Portugal. Alguém se lembra da quantidade de dias de corrida que a PAD organizou por exemplo nos anos 2000, 2001, 2002 e 2003? A partir daqui foi sempre a diminuir e além de ter diminuído drasticamente o número de provas após 2009 as poucas que organiza são inclusivamente de qualidade reduzida e transformadas em circuitos. Seja como for, repito, parabéns ao Boavista Ciclismo Clube nas pessoas do Prof. José Santos e Inspector Tavares Rijo.
Em relação aos “Profissionais” ainda se lembram da quantidade de provas organizadas pela PAD em 2006, 2007? Comparem com as actuais…
E a Volta a Portugal, não será altura de repensar os moldes em que a mesma vai para a estrada? Porque não retira-la do calendário internacional e permitir a participação das Equipas de Clube (vulgarmente conhecidas como sub 23) e aumentar a volta para 15 dias de corrida efectivos (que com os dois dias de descanso dá quase tres semanas de prova)?
E a Volta a Portugal, não será altura de repensar os moldes em que a mesma vai para a estrada? Porque não retira-la do calendário internacional e permitir a participação das Equipas de Clube (vulgarmente conhecidas como sub 23) e aumentar a volta para 15 dias de corrida efectivos (que com os dois dias de descanso dá quase tres semanas de prova)?
Sim, é que para trazer equipas estrangeiras como nos dois últimos anos é melhor repensar, digo eu, não sei…
Bem, este ano haverá eleições para a Federação Portuguesa de Ciclismo será que algo irá mudar ou será que a apatia irá continuar? Eu quase que aposto que sim… e mais não digo porque também não sei.
21/12/11
31/08/11
Prateleira velocipédica
Tal como em 03-08-2010 escrevi em:
http://2w-paulao.blogspot.com/2010/08/acp-um-ano-apos.html
“Por mim podem continuar a deixar-me na prateleira que eu não me importo…, aliás podem inclusivamente continuar a exercer pressões mesmo que indirectas junto dos organizadores de corridas para não me convidarem.”
Os que continuam no meio, nem imaginam como é bom estar na prateleira.
Assim, agradeço publicamente a todos os que contribuíram para lá me colocar.
06/08/11
Pois, acontece....
Ao estilo do canal televisivo euronews…
NO COMMENT

Mas uma coisa é certa, quem esteve bem foi o “segurança”. Finalmente alguém teve coragem de fazer aquilo que muitas pessoas do Ciclismo querem fazer e não têm coragem, ou seja, por fora o sr. Lopes…
NO COMMENT

Mas uma coisa é certa, quem esteve bem foi o “segurança”. Finalmente alguém teve coragem de fazer aquilo que muitas pessoas do Ciclismo querem fazer e não têm coragem, ou seja, por fora o sr. Lopes…
07/06/11
01/06/11
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