29/09/12

2012 - Eleições para U.V.P./F.P.C.

As eleições para a U.V.P./F.P.C. serão no próximo dia 13 de Outubro tendo, a exemplo dos últimos anos, havido uma única lista a se candidatar e neste caso será o Delmino Pereira a suceder ao Sr. Artur Lopes nos comandos da U.V.P./F.P.C.

 
Muito pessoalmente, mas mesmo muito pessoalmente, sempre pensei que fossem aparecer outros candidatos sendo um desses o Prof. José Santos, que não deixa de ser o eterno candidato a candidato, mas isso... sim, isso é outro questão...

A minha opinião não necessito de cá a colocar pois é pública há já muito, mas mesmo muito tempo.
Delmino, muito trabalho te espera e todos sabemos que não és pessoa de baixar os braços nas adversidades e que respeitas a equidade (ou não fosses tu Transmontano), assim como estás sempre aberto ao diálogo, eu que o diga.

Muito pessoalmente penso que irás assumir os comandos do Ciclismo nacional na altura mais conturbada dos últimos 30 anos, quer por questões internas da modalidade, quer por questões económicas externas decorrentes do contexto económico nacional e internacional.
As associações regionais de Ciclismo são também um dos pilares da modalidade e que não deves nem podes esquecer pois é lá que tem de ser efectuado o trabalho base na modalidade e sem menosprezo para as demais realço o trabalho global realizado pelas associações regionais do Porto e do Minho. Há que apoiar mais o A.C.M. na sua luta pelos custos do policiamento no Ciclismo.

Desejo-te o maior êxito possível para o projecto, do qual já fazes parte de forma directa há 8 anos e que agora irás liderar.
Uma coisa é certa, não foi “pelos teus lindos olhos” que chegas-te a onde chegas-te na dirigismo da modalidade, bem antes pelo contrario, ou seja pelo teu trabalho onde sei que colocas-te a tua vida pessoal para segundo plano.

Transcrevo o texto de apresentação de candidatura publicado na página pessoal do Delmino Pereira no Facebook em Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012 às 17:41.
Renovar para Crescer - Razões de uma Candidatura

Apresentei hoje a minha candidatura a Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo.
A minha candidatura a Presidente da União Velocipédica Portuguesa – Federação Portuguesa de Ciclismo (UVP-FPC) é um passo natural, tendo em conta o meu percurso na modalidade e os vários cargos desempenhados nos últimos tempos.

Considero que nunca atingiremos o sucesso e a excelência se os nossos atletas não se sentirem felizes na modalidade. Politicas direcionadas para o atleta deverão ser o objetivo e a preocupação central de todos os agentes da modalidade. Sei o que dizem os olhos de uma criança em cima de uma bicicleta, de um jovem que sonha ser ciclista, de uma menina que queria ter mais meninas a correr com ela, de um ciclista que queria participar na Volta a Portugal, de um corredor que sonha ser Campeão Nacional ou representar a Seleção, de um master que também deseja ter o seu momento de glória, de um atleta com deficiência que quer demostrar a sua coragem, dos atletas de todas as vertentes que querem demonstrar o seu talento, do ciclista aventureiro que subiu a Senhora da Graça, do cicloturista ou betetistas, pelo seu verdadeiro prazer de andar de bicicleta.
A experiência como corredor profissional e diretor da Federação Portuguesa de Ciclismo permite-me ter uma visão global da modalidade e uma correta interpretação das várias vertentes do ciclismo. Posso dizer que conheço bem a realidade do ciclismo Português.

Participei em congressos e eventos promovidas pela UCI e pela UEC, assim como em reuniões com as instituições governamentais e outras entidades responsáveis pelo desenvolvimento do desporto e do ciclismo em Portugal, proporcionaram-me um conhecimento que considero essencial na definição de políticas assertivas no futuro da modalidade. Estou seguro de como e com quem poderemos contar para desenvolver uma política desportiva de crescimento do ciclismo Português, que se pode resumir em 5 grandes orientações.
1- Massificação da prática do ciclismo de lazer e utilização generalizada da bicicleta- Nesta família incluímos também os eventos abertos de superação desportiva e o ciclismo master. Será esta a primeira pedra de uma base que se pretende cada vez mais alargada.

2- Ciclismo de iniciação - será a segunda pedra da estrutura desportiva do ciclismo, toda a nossa comunidade terá de perceber que o futuro começa nesta classe, o ciclismo nas escolas e as escolas de ciclismo terão de crescer em todo o país.
3- Ciclismo de competição - será uma consequência do bom trabalho desenvolvido nas escolas, aqui a estrutura federada não pode falhar, terá de aumentar progressivamente o rigor do trabalho a efetuar junto dos atletas, técnicos, clubes e organizadores.

4- Alto rendimento e seleções – maior abrangência na deteção e acompanhamento de talentos, clara definição de uma estratégia de alto rendimento orientada para a excelência desportiva. Dotar a FPC de recursos humanos e físicos capazes de corresponder as exigências do alto rendimento.
5- Ciclismo Profissional - é importante defender os profissionais de ciclismo. A FPC estará disponível para junto da comunidade profissional (atletas, clubes, organizadores, patrocinadores, imprensa) encontrar soluções que permitam defender o ciclismo profissional, condição fundamental para manter o nível exigido a uma profissão cada vez mais difícil.

Considero que a construção e desenvolvimento da modalidade assenta na grande capacidade de trabalho e criatividade de uma comunidade velocipédica que é na sua grande maioria voluntária; disposta a construir e fazer ciclismo em troca de nada, apenas pela profunda paixão e prazer que têm em construir algo pela modalidade. Acredito que só através da cooperação entre a comunidade velocipédica e os profissionais de ciclismo poderemos defender, renovar e fazer crescer a modalidade em Portugal. Defendo um ciclismo moderno assente nos mais nobres valores desportivos, fair play e verdade desportiva, tolerância zero face ao doping.
Avanço com esta candidatura porque acredito no ciclismo. Tenho consciência da responsabilidade que vou assumir, numa modalidade centenária, profundamente enraizada no povo Português, com uma grande influência na história do desporto em Portugal, com grandes campeões e dirigentes que tenho a obrigação de honrar.

Somos hoje uma modalidade em crescimento, que teve a capacidade de criar novas vertentes e novas formas de prática desportiva, uma modalidade que se abriu à sociedade e que por isso e pela força da bicicleta e dos valores a ela associados atraiu uma nova geração de praticantes. Um dos grandes desafios desta candidatura será estabelecer a harmonia entre as várias gerações de praticantes e as várias vertentes da modalidade, levando-os a pensar que o ciclismo somos todos nós.
Campeã, 28 de Setembro de 2012

Delmino Pereira
Por consulta no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. são estes os órgãos sociais candidatos:

“Candidaturas

Presidente da UVP-FPC
Delmino Albano Magalhães Pereira

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Artur Manuel Moreira Lopes
Vice-Presidente: Rogério Manuel Mateus Pires
Secretário: José dos Santos Martins
Suplentes: José Martins Nicolau, José Fernandes Santos

Conselho Fiscal
Presidente: Luís Filipe da Silva Quinaz
Vogais: Manuel José de Almeida Oliveira e Vítor José de Sousa Cabrita
Suplentes: António Joaquim Andrade Gonçalves e Manuel Albertino Machado de Almeida

Conselho de Disciplina
Presidente: José Maria Cabral Arrais de Melo e Castro
Vogais: Hugo Filipe da Silva Henriques Dias e André Gaspar Martins
Suplentes: Ana Salomé Araújo dos Santos e Manuel Jaime Teixeira Balsa

Conselho de Justiça
Presidente: Joaquim Coutinho Ribeiro
Vogais: Paulo Jorge Osório Mendes e Ângela Ivone Rodriges Oliveira
Suplente: David Rocha Ribeiro e Rui Miguel Meira Barreira

Conselho de Arbitragem
Presidente: Francisco Manuel Costa Fernandes
Vogais: Vasco Gonçalves Oliveira Santos, Rui do Carmo Carvalho, João dos Santos Lourenço e Francisco Orlando Costa Marinho
Suplentes: Mário Augusto Pereira Martinho e Luís Miguel Lopes Ramos”
 
Para terminar, daqui a dois anos cá estaremos para te “julgar” e como diz o ditado popular “O futuro a Deus pertence.”.

 

Fotografia retirado do mural do Facebook de Delmino Pereira.

23/09/12

Para quando o mesmo em Portugal?




Quando é que os nossos políticos vão fazer como o actual Vice-primeiro Ministro Inglês?

Este vídeo trata-se de uma sátira do vídeo original em que Nick Clegg pede desculpa aos estudantes ingleses por não estar a cumprir uma promessa eleitoral.

Bem sabemos que as desculpas não se pedem, mas sim que se evitam, contudo…

18/09/12

Jornal Ciclismo "Nota do dia: Precisávamos de saber tanta coisa"


Na sequência da “Nota do dia: Precisávamos de saber tanta coisa” publicada em 17-09-2012 e disponível para leitura integral em    http://jornalciclismo.com/?p=28198 .
 
Muito pessoalmente, mas mesmo muito pessoalmente, entendo que é um texto muito bonito, mas que na prática de nada servirá, digo eu claro está...

A juntar a todos os problemas internos na modalidade, temos também de juntar os problemas externos como a actual crise financeira que o país atravessa, os elevados custos com o policiamento (louvo o trabalho continuado que a Associação de Ciclismo do Minho tem vindo a desenvolver há alguns anos sob este tema), mas em Portugal, como diz o proverbio popular, só nos lembramos de trancar a porta depois de roubada a casa (roubada no sentido figurado claro está).

Não vale a pena chorar lágrimas de crocodilo que o tempo não volta para trás, salvo melhor opinião, interessa sim é ver como se vai resolver os problemas e ultrapassar o actual e lamentável estado do Ciclismo de Estrada em Portugal e muito particularmente o escalão Profissional, ou será que vai-se toda a gente virar para o BTT e deixar a Estrada morrer?

Já por diversas vezes deixei virtualmente o repto ao Prof. José Santos para se candidatar a dirigir a U.V.P./F.P.C., mas de certa maneira concordo com ele e aproveito para o citar “será muito difícil, a quem quer que seja lutar contra o sistema instituído...”, mas contraponho que “difícil” não é sinonimo de “impossível”.

Parece-me que o mais provável será mesmo que o próximo Presidente da U.V.P./F.P.C. seja o Sr. Delmino Pereira, pessoa que foi atleta profissional do Boavista Futebol Clube muitos anos (1989 a 2001), que está há oito anos na direcção da U.V.P./F.P.C. e que nos últimos seis anos teve um notável trabalho no relançamento do BTT em Portugal (obviamente que não agradou a todos - onde eu me incluo…, mas quem agrada?), e que antes de se virar para o BTT deixou obra feita na “Estrada” como é o exemplo do extinto Troféu RTP destinado exclusivamente a Equipas de Clube.
Resta-lhe agora em tempos de vacas muito, mas mesmo muito magras relançar a “Estrada” e reunir consensos, por certo que como ex-profissional, como também ex-Presidente da Assembleia Geral da A.P.C.P. que irá ser sensível a todos estes problemas mencionados.

Outro dos problemas imediatos, em minha opinião claro está, neste momento de muitas indefinições, é que as eleições federativas se irão realizar demasiadamente tarde, aliás, parece-me que ainda nem estão marcadas.
A tradicional Assembleia-geral da U.V.P./F.P.C. que se realiza em finais de Outubro início de Novembro deveria ser mais cedo, finais de Setembro, para que assim todos os intervenientes na modalidade possam atempadamente começar a preparar a época seguinte.

Ainda outro dos problemas na modalidade e que inclusivamente em 27/07/2012 escrevi um texto (http://2w-paulao.blogspot.pt/2012/07/1-grande-premio-efapelglassdrive.html ) onde esse é o mote do texto, são os “Encargos Financeiros” que os Organizadores de provas têm que aparentemente respeitar.

Todos sabemos que em Portugal a esmagadora maioria dos Organizadores de provas não cumpre com o caderno de encargos financeiros a que está obrigado e que a U.V.P./F.P.C. faz vista grossa nalguns casos, então porque é que não se acaba de uma vez por todas com esse caderno promovendo assim uma maior equidade entre todos os Organizadores de corridas?
Nesta matéria, sinto-me com toda legitimidade para falar e apontar o dedo, pois tentei organizar uma prova do escalão 12 e 13 em Junho (provavelmente do dois dias) e não tive outra possibilidade que não fosse a de ter de cumprir integralmente o dito caderno de encargos e que me colocou em pé de desigualdade com os outros organizadores que não o cumprem e assim sendo…

Reparem, um organizador para colocar corridas na estrada necessita de corredores e para isso vai ter que obrigatoriamente pagar às equipas, pelo que mais vale deixar isso ao livre arbítrio dos intervenientes, sugiro eu claro está.

Muito mais se podia escrever, mas…, para quê? Para estar a remar contra a maré?

Não e apesar de tarde, em 2009, eu aprendi que não se pode remar nunca contra a maré..., pelo que caro Zé Santos, compreendo muito bem que não queira também remar contra a maré.

 
Fonte da fotografia utilizada:
Jornal Record e Sitiodelciclismo
http://www.record.xl.pt/Modalidades/Ciclismo/volta_a_portugal/interior.aspx?content_id=710995
http://www.sitiodeciclismo.net/coureurfiche.php?coureurid=21779

14/09/12

“Prémio Onda- Boavista”


Vai hoje para a estrada o “Prémio Onda- Boavista”, prova que supostamente faz parte do Caderno de Encargos da PAD junto da U.V.P./F.P.C. pela direito de organizar a Volta a Portugal, mas…
…mas vamos ao que interessa.

Em primeiro lugar dar os parabéns ao Boavista Ciclismo Clube pela organização desta prova.
Lamento que para haver esta prova (“Prémio Onda- Boavista”) o tradicional circuito de Gondomar (ou Volta a Gondomar) tenha deixado de acontecer, pois muito pessoalmente entendo que este circuito tinha sempre alguns milhares de pessoas a assistir à prova e assim ser mais um excelente meio de divulgar o Ciclismo, quem sabe se não era mesmo o único meio de divulgação na zona do Grande Porto.

Esta que será a ultima prova do ano em Portugal para profissionais e sub 23, ou melhor, para equipas Continentais e Equipas de Clube é o espelho do que aconteceu este ano, ou seja, muitos poucos corredores na estrada fruto de muitas situações, sendo que em primeiro lugar aponto o dedo à direcção da U.V.P./F.P.C. enquanto entidade reguladora da modalidade Ciclismo em Portugal.
Não vou aqui entrar em pormenores da época, somente um pequeno grande pormenor, com tão poucos corredores inscritos, com uma diferença de andamento grande estre os profissionais e a esmagadora maioria dos sub 23 e que muito provavelmente irá dar um pequeno pelotão na chegada, como pode um organizador justificar aos seus patrocinadores o investimento efectuado para a realização de uma corrida de Ciclismo?

De notar a ausência da equipa CC José Maria Nicolau.
Bem sei que muito provavelmente esta prova deve contar com ajuda financeira da PAD, mas e o resto?

As etapas e horários deste “Prémio Onda- Boavista” segundo o sitio na Internet Jornalciclismo.com:
“A prova inicia-se na sexta feita, dia 14 Setembro, pelas 14.00 horas, com partida e chegada à Póvoa de Lanhoso. A prova terá partida e chegada no Castelo de Lanhoso, terminando numa contagem do PM de 3ª categoria. Disputada numa distância de 120 kms, num percurso sem grandes dificuldades, com outra contagem do PM no Salto, concelho de Montalegre. A chegada está prevista para as 16.45 horas.

No sábado, dia 15 Setembro, também pelas 14.00 horas, a prova partirá do Pavilhão Multiusos de Gondomar, para um percurso com muitos sobes e desces, num autêntico quebra pernas para o pelotão. De Gondomar, o pelotão seguirá pela marginal, barragem de Crestuma, Canedo, passará na Lomba, depois Castelo de Paiva, onde após um descida algo sinuosa passará em Entre-Os-Rios seguindo para Recarei, Salto voltando à marginal para terminar em Jovim, numa contagem do PM de 3ª categoria., onde chegará pelas 16.45 horas.

No domingo, na Avenida da Conduta, a prova termina com um C/RI de 4 kms que se inicia pelas 10.00 terminando por volta das 11.1s.”

Regulamento particular e percursos em:


…e mais não digo porque também não sei.

09/09/12

1ª Maratona BTT “CãoViver”


 
A 1ª Maratona BTT “CãoViver é uma organização conjunta do Grupo Desportivo Os Maiatos e da CãoViver - Associação de Protecção Animal, terá lugar em Barca na cidade da Maia no dia 04 de Novembro de 2012, será uma Maratona de BTT solidário, que visa a angariação de fundos para a causa da CãoViver - Associação de Protecção Animal.

A 1ª Maratona BTT “CãoViver é constituída por três percursos; 60Km / 30Km e passeio familiar com 15Km.

A Maratona e 1/2 Maratona são consideradas como eventos competitivos, contudo o passeio BTT familiar e a caminhada não são considerados como competição mas sim lazer, visando essencialmente contribuir para uma causa solidária e em simultâneo proporcionar um salutar convívio entre todos aqueles que gostam da natureza e do BTT e que lutam pela causa animal.

No final haverá um almoço convívio facultativo.

Para mais informações deverão consultar o sítio na Internet oficial da 1ª Maratona BTT “CãoViver  em http://bttcaoviver.wix.com/btt#!

Complementarmente:
CãoViver - Associação de Protecção Animal
http://www.associacaocaoviver.org/

Eu já me inscrevi, e tu estás à espera do quê para te inscreveres?

U.V.P./F.P.C. - Jornalciclismo

Este ano, sim esta ano, é ano de eleições na U.V.P./F.P.C. e nas diversas associações regionais de Ciclismo, mas não é de forma directa sobre o tema "eleições" que escrevo este pequeno texto.

Apesar da minha opinião sobre o sítio na Internet “jornalciclismo” ser pública há muito tempo, não deixa de ser por isso que não visualize diariamente o sítio em questão.

Conheço o Prof. José Santos há muitos, mas mesmo muitos anos e sempre foi um inconformado com o sistema.

Para aqueles que nos últimos meses vão lendo os seus textos no dito sítiona Internet é com alguma facilidade que conseguem ver que está, por assim dizer, em rota de colisão com o órgão dirigente do Ciclismo de competição em Portugal (como é o caso do texto publicado ontem http://jornalciclismo.com/?p=28064).

Não quero com isto dizer que o Prof. José Santos tenha ou não razão, aliás, até as próximas eleições da U.V.P./F.P.C. entendo não ter qualquer legitimidade moral para o fazer.

Mas pergunto, o que andam as diversas comissões (por exemplo a de estrada da qual o Prof. José Santos faz ou fazia parte) na U.V.P./F.P.C. a fazer?

Qual o trabalho que as diversas associações de classe, nomeadamente a associação de equipas, a fazer nos últimos anos?

O trabalho da A.P.C.P. é visível, o da A.N.A.C. também, aliás, só falta mesmo é o da associação de clubes (não me lembro do nome correcto), mas…, aliás, se a memória não me falha a ultima decisão pública desta associação foi contra a participação da equipa Póvoa Cycling em 2008 na Volta a Portugal, assim como sei também que na altura (apesar de não ter sido público) tomaram a decisão de não contratar nenhum ciclista que em 2008 estivesse na Povoa Cycling (felizmente que posteriormente não levaram esta decisão em frente).
Mas voltando ao tema, caro Prof. José Santos, concordo com muitas das coisas que tem escrito, pelo que lhe lanço um desafio, ou seja, apresente-se a votos nas próximas eleições para a U.V.P./F.P.C. e caso ganhe, ponha em prática as suas ideias.

Pelo aquilo que vou lendo e que vou tendo conhecimento (mesmo estando afastado compulsivamente da modalidade desde Julho de 2009), se aceitar a minha sugestão, vai ter como “adversário” um antigo pupilo seu e que é actualmente o Vice-presidente federativo, e pelo que sei também conta já com uma base de apoio muito grande junto de quem tem direito a voto.

Boa sorte caro Zé Santos.

08/09/12

Aumento da taxa de contribuição para a Segurança Social de 11 para 18%


O nosso Primeiro-ministro, Sr. Pedro Passos Coelho, anunciou ontem à tarde o aumento da taxa de contribuição para a Segurança Social de 11 para 18%, ou seja, mais um aumento de impostos sobre o rendimento do trabalho, o que quer dizer que em 2013 além de todos os impostos que já temos de pagar ainda nos vão retirar um mês de salário de forma camuflada. 

Enfim, de que serve reclamar e/ou protestar se não há alternativa a mais um aumento decretado pelo nosso Primeiro-ministro (em minha opinião escandaloso) sobre o nosso rendimento do nosso trabalho? 

Acham mesmo que o desemprego vai diminuir e que as empresas vão criar mais postos de trabalho só porque vão ter um ligeiro decréscimo no pagamento da T.S.U.? Claro que não!!! 

Pessoalmente entendo que este aumento de imposto só vai gerar mais desemprego ainda e o fecho de mais empresas pois o consumo interno vai descer bastante e muitas portas comerciais vão fechar. 

Por este andar a criminalidade vai aumentar, pois uma coisa é certa, quando faltar a comida em casa as pessoas vão roubar para comer. 

Até ao momento que publico este texto (12:45) ainda não ouvi um único comentário favorável (quer de políticos ou de comentadores económicos) a este anuncio de aumento, aliás, Miguel Beleza (segundo o site da Agencia Financeira) diz ainda que estas novas medidas «não evitam que se mantenha a tendência de aumento do desemprego no curto prazo». 

Bem, estou convencido que quando for apresentado o O.G.E. para 2013 virão mais agravamento de impostos. 

Uma coisa é certo e tomando como referencia os diversos comentadores económicos e em particular Camilo Lourenço, o governo ainda não conseguiu reduzir a despesa publica, logo, vai ter de continuar a aumentar a receita por intermédio dos impostos. 

Até quando vamos continuar de braços cruzados??????????

25/08/12

RTP2 - Será o fim?

Espero muito sinceramente que não.

Desde ontem de manhã (vou-me cingir somente ao aspecto desportivo e deixar a parte politica de lado) que uma notícia muito me tem preocupado a mim, que sou adepto incondicional do Ciclismo.

Obviamente que os profissionais da RTP nada têm a ver com esta decisão.

A confirmar-se o que o consultor do Governo para as privatizações (António Borges) disse na passada quinta-feira (23-08-2012) a Judite de Sousa, no ‘Jornal das 8’, na TVI de que a RTP2 irá fechar, será pois um rude golpe no desporto em Portugal e em particular no Ciclismo.

Recordo que a RTP2 nas tardes de sábado e domingo só transmite desporto e a esmagadora maioria das modalidades desportivas sem este espaço televisivo na RTP2 nunca seriam vistas.

Bem sei que muito se poderia escrever sobre os magazines televisivos mas não é isso que me preocupa neste momento, o que me preocupa é sim que muito provavelmente os magazines desportivos irão acabar em sinal aberto num futuro mais próximo do que se possa julgar.

Só a Volta a Portugal tem espaço na RTP1, os directos das outras grandes voltas passam na RTP2.

Durante o ano são muitas as provas de ciclismo que se disputam por cá e nem a “uma caixinha” têm direito no telejornal à noite.

Gostava muito que este anúncio de António Borges no futuro fosse infundado mas onde há fumo há fogo…, e ao que parece será mais uma machadada no nosso desporto e em particular no Ciclismo.

15/08/12

74ª Volta a Portugal em Bicicleta

Começa hoje mais uma edição da Volta a Portugal em Bicicleta, ou seja, a sua 74ª edição.
Muito se poderia escrever sobre a edição deste ano da nossa Volta, mas por certo que é a melhor Volta possível com os meios disponíveis.
A todos os que vão participar na 74ª edição da Volta a Portugal desejo o maior sucesso possível, desde os corredores e equipas assim como às diversas estruturas ligadas à organização.



As equipas portuguesas presentes na prova:

 Fotos fonte: site da Volta a Portugal

27/07/12

1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive

Numa organização do Clube Desportivo Fullracing inicia-se hoje o 1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive envolto em alguma polémica.
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Em primeiro lugar devo salientar e saudar o Clube Desportivo Fullracing pelo esforço em colocar esta prova na estrada nos tempos controversos e de recessão que o nosso país atravessa.

Contudo, há regras impostas por quem tutela a modalidade (U.V.P./F.P.C.) e essas regras têm que ser cumpridas, quer gostemos ao não delas, e neste caso particular vou-me referir ao Caderno de Encargos Financeiros.

É público que há pelo menos duas equipas (LA Alumínios/Antarte e União Ciclista da Maia) que se viram impossibilitadas de participarem nesta primeira edição do Grande Prémio Efapel/Glassdrive porque supostamente o organizador não pretender e/ou não conseguir cumprir com os seus encargos financeiros para com as equipas participantes (pelo menos com estas duas).

A U.V.P./F.P.C. ao fazer vista grossa a esta ilegalidade, salvo melhor opinião, está a cometer vários ilícitos. Não está a pugnar pela igualdade entre organizadores de corridas, não está a pugnar pela igualdade desportiva entre clubes e em ultima análise e esta é a que mais me preocupa, não está a defender a sua própria imagem e equidade, equidade essa que penso ser a sua primeira obrigação enquanto entidade reguladora da modalidade Ciclismo.

A partir deste momento não terá mais a U.V.P./F.P.C. legitimidade para exigir o que quer que seja, por exemplo, evocando esta imparcialidade de critérios se eu pretender filiar uma equipa posso sempre dizer que não tenho dinheiro e a U.V.P./F.P.C. emite-me as licenças necessárias à minha equipa e atletas sem qualquer custo.

Por falar em licenças e custos de filiações, entendo também que a U.V.P./F.P.C. com esta aparente dualidade de critérios que também aparenta estar a ter está, salvo melhor opinião, a defraudar as espectativas de pelo menos estas duas equipas que no inicio do ano pagaram o que a U.V.P./F.P.C. lhes exigiu para poderem competir e para que a U.V.P./F.P.C. cumpra com as suas obrigações, aliás, recebe também dinheiro do Orçamento de Estado do Governo Português para essa missão também.

Para terminar, quem não tem dinheiro não tem vícios e se o Clube Desportivo Fullracing não conseguiu reunir a verbas necessárias à realização da prova não deveria a U.V.P./F.P.C. permitir que a prova se realizasse.

Se há dinheiro para pagar aos restantes intervenientes como por exemplo o policiamento, aos comissários, motociclistas, etc., etc., porque não há também para as equipas??? 

Como nota final, não me admiro nada que para o ano estas duas equipas não voltem à estrada e isto sim, isto preocupa-me muito por diversas razões.


Notas extras:
1ª) Todos reconhecemos da importância vital para a modalidade da organização desta prova nesta altura do calendário, ainda por cima num ano em que tão poucas corridas houve e que mesmo assim houveram ainda também algumas provas desmarcadas em cima da hora para complicar ainda mais a situação.
2ª) Também é reconhecido por todos que os orçamentos das equipas de Ciclismo é muito, mas mesmo muito "justo", que só conseguem ir para a estrada com as ajudas de custo que recebem dos organizadores e que eventualmente até na esmagadora maioria dos casos nem chega a 50% do valor a que teriam direito a receber do organizador.
3ª) A tabela com os encargos financeiros pode ser consultada no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. em “Regulamentos” – “Gerais” e posteriormente em “Regulamento Financeiro” (http://www.uvp-fpc.pt/pagina_file_ver.php?ficheiro=10112011073339.pdf).
4ª) Vamo-nos focar somente nas provas do escalão 12 e 13 que é o caso deste 1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive. Também no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. em “Regulamentos” – “Estrada” e posteriormente em “Apoio Provas 2012” (http://www.uvp-fpc.pt/pagina_file_ver.php?ficheiro=10112011072454.pdf) com facilidade se consegue consultar os apoios que a U.V.P./F.P.C. se propôs dar a alguns organizadores, sim, somente a alguns mas isso é uma outra questão que não é para aqui chamada.
Assim, todos sabemos que foram canceladas pelo menos duas provas a contar para a Taça de Portugal.
Sendo assim terão eventualmente sobrado as verbas destinadas a esse apoio.
Pergunto, sendo reconhecida a necessidade vital deste 1º Grande Prémio Efapel/Glassdrive ir para a estrada, porque é que a U.V.P./F.P.C. não ajudou o Clube Desportivo Fullracing na organização desta prova subsidiando o pagamento de alguma coisa como por exemplo o policiamento? Com esse dinheiro extra já poderia o pagamento às equipas ser ligeiramente superior e assim estarem todas as equipas presentes sem terem qualquer tipo de prejuízo financeiro.

Jornal de Ciclismo

Este texto é sobre o sítio na internet com o domínio “jornalciclismo.com”.

Definição da palavra “Pasquim” no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa on line:
“Pasquim - Jornal de baixa qualidade, sem importância. = JORNALECO”

Como todos sabem este sítio na internet deriva da edição em papel com o mesmo nome e que por uma série de situações não conseguiu manter a sua continuidade em papel tendo passado a virtual somente.

Não pretendo tão pouco comentar a sua suposta linha editorial, contudo algum tempo atrás os responsáveis do sítio foram substituídos pensando eu que de alguma forma iria melhorar.

Sempre que lá é colocado um texto há a possibilidade de o comentar e é sobre este pormenor que eu pretendo escrever, ou seja, mudaram os intervenientes mas a dualidade de critérios sobre os comentários mantem-se, ou seja, neste pasquim quando eu escrevo alguma coisa que vai contra os interesses do responsável deste sítio pura e simplesmente não é publicado, repito, mudaram os intervenientes responsáveis, mas o pasquim contínua igual.

Salvo melhor opinião, mais parece que este sitio na Internet (que se quer fazer passar por um jornal) só serve mesmo para divulgar os interesses, embora muitas vezes de forma camuflada, do seu responsável editorial.

Daqui para a frente sempre que eu pretenda comentar o que quer que seja lá, irei transcrever o texto para este meu espaço de opinião e comenta-lo aqui, pois aqui, por enquanto ainda mando eu.

Aproveito ainda para deixar no ar uma pequena pergunta ao Sr. Artur Moreira Lopes - na sua qualidade de Presidente da U.V.P./F.P.C., ou seja, se eu fizer um sitio na Internet com supostas noticias de Ciclismo será que também vou conseguir um emprego na U.V.P./F.P.C. como assessor de uma coisa qualquer?

10/06/12

Futebol – Selecção Nacional


Será que não nos chega já de vitórias morais?

Realmente a selecção Portuguesa fez um bom jogo contra a Alemanha, mas o que conta são os golos e nisso continua a nossa selecção a ser uma lástima, quer gostemos ou não.

Pessoalmente concordo com o treinador Manuel José, os jogadores da nossa selecção têm vedetismo a mais e o povo português continua a insistir em lhes dar o tal excesso de vedetismo e foram três ou quatro oportunidades de golo flagrantes que a selecção Portuguesa não soube ou não quis aproveitar e isso meus caros, são factos indesmentíveis.

Estou plenamente convencido que nos próximos dois jogos vai ser a mesma coisa, ou seja, a selecção Portuguesa a praticar um bom jogo de futebol e os outros a marcar (em) o (s) golo (s), mas pelo menos assim acabará logo o sofrimento nacional e a comunicação social não desportiva poder-se-á então virar para os assuntos que realmente nos interessam e mexem com a nossa vida e com os nossos bolsos.

Por estes dias deixou-se de falar no desemprego, das falências diárias de empresas, do continuo aumento dos impostos, da despesa publica que continua a não baixar, do preço de acesso à saúde e à justiça, etc., etc., etc., mas continuemos todos a pensar no futebol e a sonhar no Euromilhões como solução para todos os nossos problemas.


Fonte da fotografia: http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=335786

23/04/12

Cirurgia Bariatrica do Bypass Gástrico - Agora, “vida nova”…

A nossa vida é feita com decisões que vamos tomando ao longo da vida, umas más, outras boas, enfim…decisões. Sendo eu um ser humano obviamente que muitas foram as que tive que de bom nada tiveram.

Muito houve de “deixa andar” nos últimos 25 anos e em particular nos últimos 15. Quando dei por mim era já tarde e até quase impossível fazer alguma coisa sozinho para reverter a situação. A minha qualidade de vida degradava-se dia após dia e eu, apático, nada fazia, pensava com os meus botões de que “amanhã ainda vou a tempo” ou “amanhã começo a…”. Pequenos e banais gestos diários como por exemplo apertar os sapatos, utilizar o papel higiénico ou subir/descer um pequeno lanço de escadas com 5 degraus começaram a ser os maiores obstáculos do meu dia-a-dia.

Curiosamente e apesar de como afirmei a minha qualidade de vida se estar a degradar a cada dia que passava, quase todos exames analíticos que com regularidade ia efectuando davam excelentes resultados (bem, o ácido úrico de vez em quando lá se portava mal), contudo houve sempre uma campainha que me ia lembrando que cada vez mais, mais obeso estava, ou seja, a hipertensão. Bem o meu médico de família (Dr. Barreiros de Magalhães a quem aproveito para enviar um abraço e agradecer a paciência que tem tido ao longo dos anos para me ir aturando) sempre me disse “Paulo, olha que a obesidade não é uma doença é sim um estado elevado de risco”.
Muitas são as consequências negativas da obesidade no nosso dia a dia e sem nos apercebermos disso vamo-nos habituando, fruto do “deixa andar que amanhã ainda vou a tempo”, mas nada de mais errado, pois cada dia que deixamos passar é menos um dia que temos.

Tal como disse há pouco a minha qualidade de vida degradava-se cada vez mais depressa a cada dia que ia deixando passar até que num súbito ataque de consciência (ao brincar num parque com o meu filho de 8 anos) resolvi fazer alguma coisa, ou seja, procurar a sério ajuda médica credível.
Após falar com alguns profissionais da área da saúde foi-me sugerido o Dr. Paulo Aguiar Soares e que o consultei a primeira vez no HPP na Boavista (entidade com a qual o SAMS tem protocolo) e após a realização de vários estudos decidiu-se por se efectuar uma Cirurgia Bariatrica do Bypass Gástrico, cirurgia essa que efectuei no passado dia 13 de Abril no HPP da Boavista (5º piso ala sul). Abro aqui um parêntesis para deixar o meu agradecimento publico e assim louvar a todos os que prestam lá serviço em particular para a equipa de enfermagem e pessoal auxiliar pois foram sempre 100% competentes e simpáticos.

A operação foi há 10 dias e para já está a correr tudo bem e são só algumas as mudanças nos meus hábitos diários, se vai ser um sucesso ainda não sei, só mesmo o tempo o confirmará, mas alguma coisa tinha que fazer e está feito.

12/04/12

IV Grande Prémio Liberty Seguros

Apesar de eu ter sido compelido a afastar-me da modalidade que tanto gosto no final de Junho 2009 (após a realização dos Campeonatos Nacionais) e de praticamente nada escrever desde essa altura não tenho obviamente deixado de acompanhar o que se passa.

Assim sendo e até porque dentro de dias vai para a estrada o IV Grande Prémio Liberty Seguros numa organização do Boavista Ciclismo Clube que, salvo melhor opinião lhe irá dar mais alguma qualidade ao não disputar-se exclusivamente em circuitos, há que relembrar que o nosso Ciclismo na vertente "Estrada" Profissional e Sub 23 está mesmo muito mal.

Mas, sim, como tudo na vida há sempre uma “mas”, cá está mais uma corrida a "espoliar" o Ciclismo, ou seja, repito mérito ao Boavista C.C. que soube aproveitar uma oportunidade para organizar (com custos aparentemente reduzidos) uma corrida por etapas, mas "espoliar" o Ciclismo pela incapacidade da PAD/João Lagos Sport (com a conivência da U.V.P./F.P.C.) não conseguir cumprir o contrato que tem pela cedência da organização da Volta a Portugal. Alguém se lembra da quantidade de dias de corrida que a PAD organizou por exemplo nos anos 2000, 2001, 2002 e 2003? A partir daqui foi sempre a diminuir e além de ter diminuído drasticamente o número de provas após 2009 as poucas que organiza são inclusivamente de qualidade reduzida e transformadas em circuitos. Seja como for, repito, parabéns ao Boavista Ciclismo Clube nas pessoas do Prof. José Santos e Inspector Tavares Rijo.
Em relação aos “Profissionais” ainda se lembram da quantidade de provas organizadas pela PAD em 2006, 2007? Comparem com as actuais…

E a Volta a Portugal, não será altura de repensar os moldes em que a mesma vai para a estrada? Porque não retira-la do calendário internacional e permitir a participação das Equipas de Clube (vulgarmente conhecidas como sub 23) e aumentar a volta para 15 dias de corrida efectivos (que com os dois dias de descanso dá quase tres semanas de prova)?

Sim, é que para trazer equipas estrangeiras como nos dois últimos anos é melhor repensar, digo eu, não sei…

Bem, este ano haverá eleições para a Federação Portuguesa de Ciclismo será que algo irá mudar ou será que a apatia irá continuar? Eu quase que aposto que sim… e mais não digo porque também não sei.

31/08/11

Prateleira velocipédica

Tal como em 03-08-2010 escrevi em:

http://2w-paulao.blogspot.com/2010/08/acp-um-ano-apos.html

Por mim podem continuar a deixar-me na prateleira que eu não me importo…, aliás podem inclusivamente continuar a exercer pressões mesmo que indirectas junto dos organizadores de corridas para não me convidarem.

Os que continuam no meio, nem imaginam como é bom estar na prateleira.

Assim, agradeço publicamente a todos os que contribuíram para lá me colocar.

06/08/11

Pois, acontece....

Ao estilo do canal televisivo euronews…

NO COMMENT


Mas uma coisa é certa, quem esteve bem foi o “segurança”. Finalmente alguém teve coragem de fazer aquilo que muitas pessoas do Ciclismo querem fazer e não têm coragem, ou seja, por fora o sr. Lopes…