28/08/14

Ciclismo – uma grande verdade.

Há pouco a ler um texto no sítio da Internet jornalciclismo.com deparei com este comentário que transcrevo na íntegra cujo autor se identificou como “Luís”:

“Pois é mas as equipas têm responsabilidade nisto e muito espero que tenham aprendido alguma coisa com a presença do Vitor Gamito, queixam-se da falta de patrocínios mas por amor de Deus às vezes não se dão ao trabalho de actualizar o facebook com novidades etc e o facebook que eu saiba não tem custos os endereços web das equipas nem é bom falar ou não tem ou então completamente desactualizados depos querem patrocinadores que estes invistam 100 ou 200 mil euros vocês não se preocupam em dar retorno. Minto? Julgo que não
Os próprios atletas deviam interagir tipo via face com os seus seguidores mas não passam semanas sem dar sinais de vida vejam o exemplo do tiago machado quase todos os dias lá coloca os seus treinos, provas para o pessoal, vejo pessoal do BTT que não vive disso e preocupa-se em falar dos seus resultados e participações aos seus seguidores e esses correm de graça e mesmo assim preocupam-se. Portanto não responsabilizem só os meios de comunicação pela falta de cobertura da modalidade a culpa também é das equipas e atletas ou pensam que a popularidade do Gamito na volta foi so porque ganhou em 2000 e veio participar aos 44 anos. vejam o trabalho que ele fez ao nivél do facebook vejam o rui costa com os seus diários assim se promove a modalidade…”

Não podia estar mais de acordo.

O texto pode ser consultado AQUI na íntegra.

10/08/14

Sr. Manuel Ferreira

Via Facebook acabei de ter conhecimento que o Sr. Manuel Ferreira faleceu há momentos, pelo que endereço à família as minhas sinceras condolências, sei bem pelo que estão a passar nesta hora difícil pois já passei pelo mesmo, mas a vida é assim mesmo.

Independentemente da opinião que eu possa ter sobre o Sr. Manuel Ferreira uma coisa é certa, ele fez muito em prol da A. C. P. - Associação de Ciclismo do Porto (foi o Presidente da Assembleia-geral durante vários anos, terá sucedido ainda nos anos 80 ao Dr. Vieira de Carvalho e esteve na função até inicio deste ano, tendo tido somente um pequeno interregno por volta de 2001/2002).Feito o balanço global posso afirmar que a A. C. P. - Associação de Ciclismo do Porto e os seus associados muito devem a este senhor.
Bem sei que muitos irão achar estranho este meu pequeno texto, pois fruto da minha breve passagem pela direcção da A. C. Porto em 2009 a nossa relação não era a melhor mas, como se costuma dizer, isso “são contas doutro rosário”. 
  
Fonte das fotografias:
Facebook de Joaquim Ferreira
Jornalciclismo.com

20/07/14

RTP - CICLISMO / Rui Costa (Linha da Frente)


Um excelente trabalho televisivo liderado pelo João Pedro Mendonça, onde é feito um tributo ao Rui Costa (pessoalmente penso ser já o melhor ciclista português desde sempre, tendo em minha opinião já ultrapassado o Alves Barbosa e o Joaquim Agostinho) e onde o Ciclismo é valorizado enquanto modalidade. Posso também afirmar que a RTP com este trabalho efectuou um excelente serviço público.

09/07/14

DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa

DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa: O Ciclismo é um misto de muitas coisas onde uma delas é sem sombra de dúvida a sorte.   Hoje vai-se disputar a 5ª etapa da Volta a Fr...

22/06/14

NOLAN - EM EQUIPA VENCEDORA NÃO SE MEXE!!!!



Tudo na vida, por muito que nos custe, tem sempre um fim e hoje (21/06) foi o ultimo dia de utilização dos velhos Nolan e de serem substituídos, obviamente por outros Nolan. 


Há que aplicar a velha máxima,
ou seja,
EM EQUIPA VENCEDORA NÃO SE MEXE!!!!



Representante em Portugal da NOLAN

ALTIS - Alfredo Baptista Sucrs., lda.

Internet www.altis.pt  /  E-Mail altis@altis.pt
Avenida da Boavista, 728 / 4100-111 Porto
Telefone Geral 226 078 210 - Fax 226 099 933
Coordenadas GPS
Lat: N 41º 09' 30,75"  /  Lon: W 8º 37' 55,87"



09/06/14

Technotronic - Pump Up The Jam (+lista de reprodução)

…por uma questão de coerência!!!

Sim, quanto mais não seja por uma questão de coerência.

Não vou discutir se o TC (Tribunal de Constitucional) ajuizou bem ou não tão pouco se o timing terá sido o ideal.

Como é natural os deputados do PSD e do CDS assim como os membros do no governo vieram criticar a decisão do TC pelo que deixo uma sugestão a todos esses senhores políticos, ou seja, restituam ao Estado (a titulo de doação por exemplo) a quantia que vos vai ser reposta a partir desta decisão.

Se o fizerem, estarão assim ser coerentes com o que defendem e serão merecedores do meu voto.



09/03/14

A História e a Lenda do Zé do Telhado

O lendário Zé do Telhado nasceu como José Teixeira da Silva, no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, no Distrito do Porto em 22 de Junho de 1818.


Foi um herói condecorado de várias guerras e revoltas, que por força da fome e pobreza extrema, se tornou salteador e líder do famoso bando "Boca Negra" que actuava em todo o Norte de Portugal.

Enquanto militar, há registos e relatos da sua bravura e valentia sem igual, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada (que ainda hoje podemos ver nos brasões mais antigos da nossa invicta e muy nobre cidade), a mais alta condecoração militar portuguesa, por actos heróicos nas fileiras do General Sá da Bandeira, que salvou da morte duas vezes.

Sempre do lado das tropas e movimento liberal, herança do saudoso Rei D. Pedro IV, contra os absolutistas de D. Miguel ainda vivo no exílio, Zé do Telhado deu fielmente o seu contributo em sangue nos campos de batalha de todo o País.

Em tempo de paz, casou à revelia do Tio (um antigo soldado francês que por cá ficou aquando das invasões napoleónicas nos começos do século XIX), com sua prima e filha do mesmo, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei e de que dele teve um filho.

Este tio francês era comerciante e castrador de gado e desde cedo ensinou o ofício ao sobrinho, mas Zé do Telhado cedo percebeu, que aquela vida rotineira, não era para ele, pois existia na sua família uma antiga tradição militar e miliciana muito forte, e extremamente enraizada. O seu tio-avô e o seu pai tinham sido soldados e posteriormente quadrilheiros, assim como o seu irmão mais velho.

Diz a História e reza a Lenda que ao regressar da guerra, se deparou com a mulher e filho pequeno, em extrema situação de pobreza. Após ter procurado trabalho e ajuda, que lhe foi negada em virtude dos seus ideais liberais, Zé do Telhado, herói esquecido, foi forçado a procurar uma vida de crime para matar a sua fome e dos seus e combater a injustiça absolutista. Estes ideais ainda estavam enraizados na sua terra em ricos saudosistas e abastados colaboracionistas de D. Miguel, ainda vivo no exílio.

Recrutado pelo Boca Negra (líder do bando de quadrilheiros mais sanguinário de Portugal, com o mesmo nome), para uma vida de salteador, Zé do Telhado depressa se tornou líder da quadrilha e lenda entre gentes de bem e bandidos. Diz a lenda que assim que se tornou líder do bando, implementou regras morais rígidas que puniam com a morte e impediam qualquer um dos seus homens de roubar aos pobres ou maltratar mulheres e inocentes. Chegaram mesmo a ser encontrados documentos escritos pela sua mão onde se estabelecia que a 10ª parte do saque seria sempre entregue aos pobres e desfavorecidos.

Muitas foram as aventuras do Zé em todo o Norte do País, entre Alto Minho, Porto e Trás-os-Montes, o Herói Bandido ajudava e defendia os pobres e atormentava os ricos. Foi preso várias vezes e libertado por exigência pública, tendo-se tornado amigo íntimo de Camilo de Castelo Branco durante a sua estadia na Cadeia da Relação do Porto, que por força das circunstâncias se tornara uma segunda casa.

Traído covardemente na sua última incursão por um dos seus homens conhecido por João Pequeno, que desde sempre lhe invejou a fama e cobiçou o lugar, foi finalmente capturado e julgado pela sua vida de crime, sendo no entanto poupado do cadafalso pela sua reputação e bravura na guerra.

Degredado para África como era costume na altura, regenerou-se e tornou-se num abastado comerciante, que ficou conhecido por continuar a ajudar os pobres, nunca esquecendo os seus ideais e as suas humildes origens.

Viria a falecer em 1875, longe do seu Norte amado, exilado em Angola, onde ainda hoje é recordado e lhe prestam homenagem pelos seus feitos naquele território.

A lenda do Herói Bandido, ainda hoje continua viva na tradição e na memória das gentes do Norte de Portugal que ainda cantam e recordam as suas valorosas façanhas.

Na lenda do Zé do Telhado, encontramos os ideais e as convicções de uma terra e de um povo que em tempos difíceis se recusa a baixar os braços. Um povo que nunca perdendo o Norte, luta contra a opressão, a injustiça, a pobreza e a má sorte.


O Zé do Telhado és tu, sou eu, somos todos nós os que contam e recontam sua história. Somos todos aqueles que lutamos para manter viva a sua Lenda e perpetuar a sua memória...


Fonte:
fotografia do zé - http://photos1.blogger.com/blogger/6076/1347/400/foto1.0.jpg

06/02/14

...doping.

Há pouco estava a ler um texto num blogue (carro vassoura) sobre Ciclismo e deparei com o seguinte texto e que tomo a liberdade de transcrever parcialmente:

“Mudando de tema, mas não mudando muito, o ciclismo nacional está em análise da edição especial de fim de época da revista Procycling.

A Procyling é a maior referência dentro das revistas dedicadas ao ciclismo de competição, porque a Procycling não é sobre bicicletas, nem sobre equipamento, nem sobre dicas de treino nem de alimentação. É escrita em inglês e é propriedade da mesma empresa que possui o site CyclingNews. Em Portugal tem o preço de 8€, mas quem se sentir à vontade com o idioma e gostar de ler sobre ciclismo de competição deve dar uma vista de olhos, porque são 130 páginas recheadas de excelentes fotos e sobretudo excelentes reportagens. Não é uma revista de notícias (porque para isso há a internet). É uma revista de reportagens, entrevistas e crónicas de ciclistas. Na edição especial de final de ano a principal reportagem é com Chris Froome e a principal entrevista com Lance Armstrong.

Aproveitando que o campeão do mundo em título é português, a Procycling dedica seis páginas ao ciclismo português feito dentro de fronteiras. E nessa reportagem Portugal é (mais uma vez) classificado como "o Eldorado do doping e dos dopados" e que "a Volta a Portugal está para as drogas como o Oktoberfest para a cerveja". O Oktoberfest é o maior festival do mundo dedicado à cerveja, que se realiza anualmente em Munique ao longo de 16 dias.

É assim que uma publicação respeitada (na minha opinião, a melhor) vê o ciclismo nacional e é assim que o retrata para os seus leitores de todo o mundo. O mérito é dos diretores desportivos que para cá trouxeram Txema del Olmo, Claus Moller, Santi Pérez, Isidro Nozal, Vicioso, Tino Zaballa, Paco Mancebo, Pablo de Pedro, Eladio Jiménez e muitos outros que vieram para Portugal depois de estarem suspensos ou fortemente ligados a investigações em curso e por isso com a porta fechada nas grandes equipas. Dos diretores desportivos que deram segundas e terceiras oportunidades a ciclistas que não as mereciam e que não as aproveitaram, voltando a ser apanhados. De quem entregou as suas equipas aos doutores Basil Ribeiro (mesmo depois de estar suspenso), Alberto Beltrán e Marcos Maynar para colecionarem positivos.

Este é também o país da Maia que em 2003 brilhava no Paris-Nice, Romandia e Volta à Suíça mas teve tantos positivos que o seu médico acabou suspenso. Da Póvoa que em 2008 acabou depois de um mega caso de dopagem organizado. Da Liberty que terminou no ano seguinte pelo mesmo motivo. Ou da Barbot que em 2010 teve três "casos isolados".

Mas a culpa é também daqueles que sabem o que se vai passando mas, por um motivo ou outro, se calam. É também nossa.
E é por isso que o ciclismo que se faz em Portugal é considerado o Eldorado do doping e dos dopados. Não sou eu quem o diz. É a mais conceituada revista mundial dedicada a ciclismo de competição. É esta a visão que têm que nós.”

É assim que somos vistos pelos outros e da fama já ninguém consegue livrar o Ciclismo português..., espero mesmo muito sinceramente que seja só fama e sem qualquer proveito nos dias que correm.



18/11/13

Mãe (14/02/1938 - 13/11/2013)

A minha mãe, Maria José Sousa, nascida em 14/02/1938 no Arca da Calheta (Madeira) após doença prolongada, faleceu no dia 13/11/2013.

Os seus últimos dias foram passados no Lar de Sant’ana em Matosinhos (https://www.facebook.com/LardeSantanaMatosinhos) onde foi muito bem tratada, aliás, melhor teria sido impossível. Quero aproveitar para deixar um apreço muito especial ao Sr. Padre Mendes, à Madre Mercedes, Sr.ª Enf. Raquel e à Sr.ª D.ª Manuela que foram incansáveis (obviamente sem qualquer desprimor dos restantes profissionais do Lar).

Quero também aproveitar para deixar o meu apreço à Consulta da Dor no Hospital de Santo António na pessoa da Sr.ª Dr.ª Anabela Pimenta e da Sr.ª Enf. Carina.

E porque os últimos são os primeiros, quero ainda também deixar um agradecimento muito especial ao Sr. Vicente Moço do coro da Igreja de Matosinhos (do qual a minha mãe também fazia parte) que foi um verdadeiro Amigo e que tanto fez por ela (assim como aos restantes elementos do coro).


28/09/13

2013 - Férias, 2ª etapa.


desabafos…

Férias e “politica”:

…e acabaram-se as férias :-(

Por opção, o meu período principal de férias este ano foi na segunda quinzena do mês de Setembro e apesar de estar a terminar com tempo invernal não me arrependo da opção tomada.

Por motivos vários escolhi este ano passar as férias na agradável cidade de Macedo de Cavaleiros, tendo para esta escolha contribuindo os enormes recursos naturais/paisagísticos (onde obviamente se destaca a Albufeira do Azibo), mas o principal motivo da escolha por Macedo de Cavaleiros foi a sua pacatez e onde esperava poder passar dias de descanso agradáveis (venho cá várias vezes durante o ano – “terra” dos sogros), mas…

…no inicio de Março (quando planeei as férias) esqueci-me de um pormenor muito importante, ou seja, que no dia 29/09/2013 iria haver eleições autárquicas e consequentemente nos dias anteriores toda a pacatez macedense iria deixar de existir.

É certo que a nossa liberdade termina quando começa a dos outros e Portugal é um país cheio de leis, regras, etc., etc., etc. (mas que quase nunca se aplicam), onde também o bom senso e respeito pelo próximo também nem sempre existe e que foi o que infelizmente eu vi nestes 10 dias que estive em Macedo de Cavaleiros (falta de respeito pelo próximo e bom senso).

Felizmente parece que não ter havido qualquer tipo de confrontos entre as diversas candidaturas (se houve não me apercebi) e nesse aspecto houve respeito entre todas - o que por si só é louvável.

Quando digo que houve falta de bom senso e de respeito refiro-me a alguns exageros de campanha, como por exemplo praticamente todos os dias à noite a cidade ser evadida com caravanas automóveis ruidosas, haver um dos candidatos (PSD – Duarte Moreno) que durante o dia tinha várias viaturas a circular pela cidade com altifalantes que nem permitiam que na rua se conseguisse falar. Nesta candidatura também é de lamentar negativamente que na sua sede de campanha a musica ambiente fossem umas colunas de som colocadas na via pública (que estavam praticamente ligadas todo o dia) com o som de tal maneira alto que nos estabelecimentos comerciais mais próximos os comerciantes não conseguiam falar com os clientes e nas três esplanadas próximas não se conseguia estar com tamanha poluição sonora, sim, poluição sonora (não pelo conteúdo mas pelos decibéis exagerados!!!). Por mensagem privada no Facebook ainda alertei o candidato em causa para este facto (realmente durante um dia o som esteve em quantidade aceitável) mas de nada serviu (apesar de me ter respondido que iria alertar os responsáveis desse pormenor). O som estava de tal maneira alto que nem dentro de um café (que fica a cerca de 50mts) se conseguia estar descansadamente a tomar uma bebida e ler um livro. ISTO SIM, ISTO É FALTA DE RESPEITO PELO PROXIMO pois foi/foram alertados para o que estavam a fazer e a incomodar terceiros (relembro que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros).



Por contrapartida nas outras duas candidaturas (PS e CDS/PP) este problema não se passou, aliás, na candidatura do PS (Rui Vaz) que ficava numa rua paralela a musica que tinham estava num tão agradável que na explana que estava contigua à sede conseguia-se la estar, manter uma conversa e se necessário atender o telemóvel.


Ainda ontem à tarde estava numa loja no centro da cidade (Pautonia) e as empregadas optaram por fechar a porta durante alguns minutos para conseguirem falar com os clientes devido ao constante passar dos carros com altifalantes.

Mas voltemos às férias que de politiquice tratem os políticos e eu nesse aspecto vou fazer a minha parte, ou seja, vou votar.

Infelizmente as férias terminaram e posso afirmar que foram boas (tirando o pormenor referido, mas que também não me perturbou muito, apesar de irritante).

21/06/13

2013 - Férias, 1ª etapa.

As férias são como um Grande Prémio, ou seja, gozam-se por etapas e hoje chega a primeira das quatro etapas previstas para este ano.
Merecidas, claro que são!!! As férias são sempre merecidas e estas em particular, por vários motivos, são muito provavelmente as mais merecidas dos últimos anos.
Obviamente que a Troika nos tem deixado muitas recordações mas para aproveitar uns dias de férias não é necessário ir para nenhum destino considerado paradisíaco, basta-me a alegria de poder estar em comunhão com as pessoas que realmente são importantes para mim.

11/05/13

Bruno Neves - E já se passaram cinco anos...



Faz hoje 5 anos que o corredor Bruno Neves faleceu no decorrer da Clássica de Amarante, prova que contava para a Taça de Portugal e que na altura era liderada por Bruno Neves.

Não mais me esqueci das palavras de dois corredores que estavam na prova quando se soube do trágico acidente e se decidiu neutralizar a corrida:

“Paulão, o Ciclismo não mais será o mesmo daqui para frente, olha o que eu te digo...”

Fonte da fotografia:
Facebook do Cláudio Faria