20/07/14
RTP - CICLISMO / Rui Costa (Linha da Frente)
Um excelente trabalho televisivo liderado pelo João Pedro Mendonça, onde é feito um tributo ao Rui Costa (pessoalmente penso ser já o melhor ciclista português desde sempre, tendo em minha opinião já ultrapassado o Alves Barbosa e o Joaquim Agostinho) e onde o Ciclismo é valorizado enquanto modalidade. Posso também afirmar que a RTP com este trabalho efectuou um excelente serviço público.
09/07/14
DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa
DOISW: Tour 2014 - 5ª Etapa: O Ciclismo é um misto de muitas coisas onde uma delas é sem sombra de dúvida a sorte. Hoje vai-se disputar a 5ª etapa da Volta a Fr...
22/06/14
NOLAN - EM EQUIPA VENCEDORA NÃO SE MEXE!!!!
Tudo na
vida, por muito que nos custe, tem sempre um fim e hoje (21/06) foi o ultimo
dia de utilização dos velhos Nolan e de serem substituídos, obviamente por
outros Nolan.
Há que aplicar a velha máxima,
ou seja,
EM EQUIPA VENCEDORA NÃO SE MEXE!!!!
ALTIS - Alfredo Baptista Sucrs., lda.
Internet www.altis.pt / E-Mail altis@altis.pt
Avenida da Boavista, 728 / 4100-111 Porto
Avenida da Boavista, 728 / 4100-111 Porto
Telefone Geral 226 078 210 - Fax 226 099 933
Coordenadas GPS
Lat: N 41º 09' 30,75" / Lon: W 8º 37' 55,87"
09/06/14
…por uma questão de coerência!!!
Sim,
quanto mais não seja por uma questão de coerência.
Não vou discutir se o TC (Tribunal
de Constitucional) ajuizou bem ou não tão pouco se o timing terá sido o ideal.
Como é natural os deputados do
PSD e do CDS assim como os membros do no governo vieram criticar a decisão do TC
pelo que deixo uma sugestão a todos esses senhores políticos, ou seja,
restituam ao Estado (a titulo de doação por exemplo) a quantia que vos vai ser
reposta a partir desta decisão.
Se o fizerem, estarão assim ser
coerentes com o que defendem e serão merecedores do meu voto.
03/04/14
26/03/14
09/03/14
A História e a Lenda do Zé do Telhado
O lendário Zé do Telhado nasceu como José Teixeira
da Silva, no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, no Distrito do Porto
em 22 de Junho de 1818.
Sempre do lado das tropas e movimento liberal,
herança do saudoso Rei D. Pedro IV, contra os absolutistas de D. Miguel ainda
vivo no exílio, Zé do Telhado deu fielmente o seu contributo em sangue nos
campos de batalha de todo o País.
Fonte:
Foi um herói condecorado de várias guerras e
revoltas, que por força da fome e pobreza extrema, se tornou salteador e líder
do famoso bando "Boca Negra" que actuava em todo o Norte de Portugal.
Enquanto militar, há registos e relatos da sua
bravura e valentia sem igual, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e
Espada (que ainda hoje podemos ver nos brasões mais antigos da nossa invicta e
muy nobre cidade), a mais alta condecoração militar portuguesa, por actos heróicos
nas fileiras do General Sá da Bandeira, que salvou da morte duas vezes.
Sempre do lado das tropas e movimento liberal,
herança do saudoso Rei D. Pedro IV, contra os absolutistas de D. Miguel ainda
vivo no exílio, Zé do Telhado deu fielmente o seu contributo em sangue nos
campos de batalha de todo o País.
Em tempo de paz, casou à revelia do Tio (um antigo
soldado francês que por cá ficou aquando das invasões napoleónicas nos começos
do século XIX), com sua prima e filha do mesmo, Ana de Campos Lentine, que
morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei e de que dele teve um
filho.
Este tio francês era comerciante e castrador de
gado e desde cedo ensinou o ofício ao sobrinho, mas Zé do Telhado cedo
percebeu, que aquela vida rotineira, não era para ele, pois existia na sua
família uma antiga tradição militar e miliciana muito forte, e extremamente
enraizada. O seu tio-avô e o seu pai tinham sido soldados e posteriormente
quadrilheiros, assim como o seu irmão mais velho.
Diz a História e reza a Lenda que ao regressar da
guerra, se deparou com a mulher e filho pequeno, em extrema situação de
pobreza. Após ter procurado trabalho e ajuda, que lhe foi negada em virtude dos
seus ideais liberais, Zé do Telhado, herói esquecido, foi forçado a procurar
uma vida de crime para matar a sua fome e dos seus e combater a injustiça
absolutista. Estes ideais ainda estavam enraizados na sua terra em ricos
saudosistas e abastados colaboracionistas de D. Miguel, ainda vivo no exílio.
Recrutado pelo Boca Negra (líder do bando de
quadrilheiros mais sanguinário de Portugal, com o mesmo nome), para uma vida de
salteador, Zé do Telhado depressa se tornou líder da quadrilha e lenda entre
gentes de bem e bandidos. Diz a lenda que assim que se tornou líder do bando,
implementou regras morais rígidas que puniam com a morte e impediam qualquer um
dos seus homens de roubar aos pobres ou maltratar mulheres e inocentes.
Chegaram mesmo a ser encontrados documentos escritos pela sua mão onde se
estabelecia que a 10ª parte do saque seria sempre entregue aos pobres e desfavorecidos.
Muitas foram as aventuras do Zé em todo o Norte do
País, entre Alto Minho, Porto e Trás-os-Montes, o Herói Bandido ajudava e
defendia os pobres e atormentava os ricos. Foi preso várias vezes e libertado
por exigência pública, tendo-se tornado amigo íntimo de Camilo de Castelo
Branco durante a sua estadia na Cadeia da Relação do Porto, que por força das
circunstâncias se tornara uma segunda casa.
Traído covardemente na sua última incursão por um
dos seus homens conhecido por João Pequeno, que desde sempre lhe invejou a fama
e cobiçou o lugar, foi finalmente capturado e julgado pela sua vida de crime,
sendo no entanto poupado do cadafalso pela sua reputação e bravura na guerra.
Degredado para África como era costume na altura,
regenerou-se e tornou-se num abastado comerciante, que ficou conhecido por
continuar a ajudar os pobres, nunca esquecendo os seus ideais e as suas
humildes origens.
Viria a falecer em 1875, longe do seu Norte amado,
exilado em Angola, onde ainda hoje é recordado e lhe prestam homenagem pelos seus
feitos naquele território.
A lenda do Herói Bandido, ainda hoje continua viva
na tradição e na memória das gentes do Norte de Portugal que ainda cantam e
recordam as suas valorosas façanhas.
Na lenda do Zé do Telhado, encontramos os ideais e
as convicções de uma terra e de um povo que em tempos difíceis se recusa a
baixar os braços. Um povo que nunca perdendo o Norte, luta contra a opressão, a
injustiça, a pobreza e a má sorte.
O Zé do Telhado és tu, sou eu, somos todos nós os
que contam e recontam sua história. Somos todos aqueles que lutamos para manter
viva a sua Lenda e perpetuar a sua memória...
Fonte:
fotografia do zé - http://photos1.blogger.com/blogger/6076/1347/400/foto1.0.jpg
06/02/14
...doping.
Há
pouco estava a ler um texto num blogue (carro vassoura) sobre Ciclismo e deparei com o seguinte texto e que tomo a liberdade de transcrever parcialmente:
“Mudando de tema, mas não mudando muito, o ciclismo
nacional está em análise da edição especial de fim de época da revista
Procycling.
A Procyling é a maior
referência dentro das revistas dedicadas ao ciclismo de competição, porque a
Procycling não é sobre bicicletas, nem sobre equipamento, nem sobre dicas de
treino nem de alimentação. É escrita em inglês e é propriedade da mesma empresa
que possui o site CyclingNews. Em Portugal tem o preço de 8€, mas quem se
sentir à vontade com o idioma e gostar de ler sobre ciclismo de competição deve
dar uma vista de olhos, porque são 130 páginas recheadas de excelentes fotos e
sobretudo excelentes reportagens. Não é uma revista de notícias (porque para
isso há a internet). É uma revista de reportagens, entrevistas e crónicas de
ciclistas. Na edição especial de final de ano a principal reportagem é com
Chris Froome e a principal entrevista com Lance Armstrong.
Aproveitando que o
campeão do mundo em título é português, a Procycling dedica seis páginas ao
ciclismo português feito dentro de fronteiras. E nessa reportagem Portugal é
(mais uma vez) classificado como "o Eldorado do doping e dos dopados"
e que "a Volta a Portugal está para as drogas como o Oktoberfest para a
cerveja". O Oktoberfest é o maior festival do mundo dedicado à cerveja,
que se realiza anualmente em Munique ao longo de 16 dias.
É assim que uma
publicação respeitada (na minha opinião, a melhor) vê o ciclismo nacional e é
assim que o retrata para os seus leitores de todo o mundo. O mérito é dos
diretores desportivos que para cá trouxeram Txema del Olmo, Claus Moller, Santi
Pérez, Isidro Nozal, Vicioso, Tino Zaballa, Paco Mancebo, Pablo de Pedro,
Eladio Jiménez e muitos outros que vieram para Portugal depois de estarem
suspensos ou fortemente ligados a investigações em curso e por isso com a porta
fechada nas grandes equipas. Dos diretores desportivos que deram segundas e
terceiras oportunidades a ciclistas que não as mereciam e que não as
aproveitaram, voltando a ser apanhados. De quem entregou as suas equipas aos
doutores Basil Ribeiro (mesmo depois de estar suspenso), Alberto Beltrán e
Marcos Maynar para colecionarem positivos.
Este é também o país
da Maia que em 2003 brilhava no Paris-Nice, Romandia e Volta à Suíça mas teve
tantos positivos que o seu médico acabou suspenso. Da Póvoa que em 2008 acabou
depois de um mega caso de dopagem organizado. Da Liberty que terminou no ano
seguinte pelo mesmo motivo. Ou da Barbot que em 2010 teve três "casos
isolados".
Mas a culpa é também
daqueles que sabem o que se vai passando mas, por um motivo ou outro, se calam.
É também nossa.
E é por isso que o
ciclismo que se faz em Portugal é considerado o Eldorado do doping e dos
dopados. Não sou eu quem o diz. É a mais conceituada revista mundial dedicada a
ciclismo de competição. É esta a visão que têm que nós.”
É
assim que somos vistos pelos outros e da fama já ninguém consegue livrar o Ciclismo português..., espero mesmo muito
sinceramente que seja só fama e sem qualquer proveito nos dias que correm.
04/02/14
23/12/13
18/11/13
Mãe (14/02/1938 - 13/11/2013)
A minha mãe, Maria José Sousa,
nascida em 14/02/1938 no Arca da Calheta (Madeira) após doença prolongada,
faleceu no dia 13/11/2013.
Os seus últimos dias foram
passados no Lar de Sant’ana em Matosinhos (https://www.facebook.com/LardeSantanaMatosinhos)
onde foi muito bem tratada, aliás, melhor teria sido impossível. Quero
aproveitar para deixar um apreço muito especial ao Sr. Padre Mendes, à Madre
Mercedes, Sr.ª Enf. Raquel e à Sr.ª D.ª Manuela que foram incansáveis
(obviamente sem qualquer desprimor dos restantes profissionais do Lar).
Quero também aproveitar para
deixar o meu apreço à Consulta da Dor no Hospital de Santo António na pessoa da
Sr.ª Dr.ª Anabela Pimenta e da Sr.ª Enf. Carina.
E porque os últimos são os
primeiros, quero ainda também deixar um agradecimento muito especial ao Sr.
Vicente Moço do coro da Igreja de Matosinhos (do qual a minha mãe também fazia
parte) que foi um verdadeiro Amigo e
que tanto fez por ela (assim como aos restantes elementos do coro).
17/11/13
28/09/13
2013 - Férias, 2ª etapa.
desabafos…
Férias e “politica”:
…e acabaram-se as férias :-(
Por opção, o meu período principal
de férias este ano foi na segunda quinzena do mês de Setembro e apesar de estar
a terminar com tempo invernal não me arrependo da opção tomada.
Por motivos vários escolhi este
ano passar as férias na agradável cidade de Macedo de Cavaleiros, tendo para esta
escolha contribuindo os enormes recursos naturais/paisagísticos (onde
obviamente se destaca a Albufeira do Azibo), mas o principal motivo da
escolha por Macedo de Cavaleiros foi a sua pacatez e onde esperava poder passar
dias de descanso agradáveis (venho cá várias vezes durante o ano – “terra” dos
sogros), mas…
…no inicio de Março (quando
planeei as férias) esqueci-me de um pormenor muito importante, ou seja, que no
dia 29/09/2013 iria haver eleições autárquicas e consequentemente nos dias
anteriores toda a pacatez macedense iria deixar de existir.
É certo que a nossa liberdade
termina quando começa a dos outros e Portugal é um país cheio de leis, regras,
etc., etc., etc. (mas que quase nunca se aplicam), onde também o bom senso e
respeito pelo próximo também nem sempre existe e que foi o que infelizmente eu vi
nestes 10 dias que estive em Macedo de Cavaleiros (falta de respeito pelo
próximo e bom senso).
Felizmente parece que não ter
havido qualquer tipo de confrontos entre as diversas candidaturas (se houve não
me apercebi) e nesse aspecto houve respeito entre todas - o que por si só é
louvável.
Quando digo que houve falta de
bom senso e de respeito refiro-me a alguns exageros de campanha, como por
exemplo praticamente todos os dias à noite a cidade ser evadida com caravanas automóveis
ruidosas, haver um dos candidatos (PSD – Duarte Moreno) que durante o dia tinha
várias viaturas a circular pela cidade com altifalantes que nem permitiam que
na rua se conseguisse falar. Nesta candidatura também é de lamentar negativamente
que na sua sede de campanha a musica ambiente fossem umas colunas de som colocadas
na via pública (que estavam praticamente ligadas todo o dia) com o som de tal
maneira alto que nos estabelecimentos comerciais mais próximos os comerciantes
não conseguiam falar com os clientes e nas três esplanadas próximas não se
conseguia estar com tamanha poluição sonora, sim, poluição sonora (não pelo
conteúdo mas pelos decibéis exagerados!!!). Por mensagem privada no Facebook ainda
alertei o candidato em causa para este facto (realmente durante um dia o som
esteve em quantidade aceitável) mas de nada serviu (apesar de me ter respondido
que iria alertar os responsáveis desse pormenor). O som estava de tal maneira
alto que nem dentro de um café (que fica a cerca de 50mts) se conseguia estar
descansadamente a tomar uma bebida e ler um livro. ISTO SIM, ISTO É FALTA DE
RESPEITO PELO PROXIMO pois foi/foram alertados para o que estavam a fazer e a
incomodar terceiros (relembro que a nossa liberdade acaba quando começa a dos
outros).
Por contrapartida nas outras duas candidaturas (PS e CDS/PP) este problema não se passou, aliás, na candidatura do PS (Rui Vaz) que ficava numa rua paralela a musica que tinham estava num tão agradável que na explana que estava contigua à sede conseguia-se la estar, manter uma conversa e se necessário atender o telemóvel.
Ainda ontem à tarde estava numa loja no centro da cidade (Pautonia) e as empregadas optaram por fechar a porta durante alguns minutos para conseguirem falar com os clientes devido ao constante passar dos carros com altifalantes.
Por contrapartida nas outras duas candidaturas (PS e CDS/PP) este problema não se passou, aliás, na candidatura do PS (Rui Vaz) que ficava numa rua paralela a musica que tinham estava num tão agradável que na explana que estava contigua à sede conseguia-se la estar, manter uma conversa e se necessário atender o telemóvel.
Ainda ontem à tarde estava numa loja no centro da cidade (Pautonia) e as empregadas optaram por fechar a porta durante alguns minutos para conseguirem falar com os clientes devido ao constante passar dos carros com altifalantes.
Mas voltemos às férias que de
politiquice tratem os políticos e eu nesse aspecto vou fazer a minha parte, ou
seja, vou votar.
Infelizmente as férias terminaram e posso afirmar que foram
boas (tirando o pormenor referido, mas que também não me perturbou muito, apesar
de irritante).
21/06/13
2013 - Férias, 1ª etapa.
As
férias são como um Grande Prémio, ou seja, gozam-se por etapas e hoje chega a
primeira das quatro etapas previstas para este ano.
Merecidas,
claro que são!!! As férias são sempre merecidas e estas em particular, por vários
motivos, são muito provavelmente as mais merecidas dos últimos anos.
Obviamente
que a Troika nos tem deixado muitas recordações mas para aproveitar uns dias de
férias não é necessário ir para nenhum destino considerado paradisíaco,
basta-me a alegria de poder estar em comunhão com as pessoas que realmente são
importantes para mim.
11/05/13
Bruno Neves - E já se passaram cinco anos...
Faz
hoje 5 anos que o corredor Bruno Neves faleceu no decorrer da Clássica de
Amarante, prova que contava para a Taça de Portugal e que na altura era
liderada por Bruno Neves.
Não
mais me esqueci das palavras de dois corredores que estavam na prova quando se
soube do trágico acidente e se decidiu neutralizar a corrida:
“Paulão,
o Ciclismo não mais será o mesmo daqui para frente, olha o que eu te digo...”
Fonte da fotografia:
Facebook do Cláudio
Faria
17/03/13
18/02/13
Pai, posso pedir-te emprestado 10 euros?
Este é um pequeno texto
que recebi, em forma de parábola, via correio electrónico e que decidi
partilha-lo.
É destinado a todos
aqueles “workaholic” independentemente do motivo de o ser. A vida são
dois dias e um já passou pelo que temos de agarrar o nosso tempo e passá-lo com
as pessoas que são mais próximas e com quem nós realmente poderemos contar
sempre na vida.
Se morreres amanhã, a
empresa onde trabalhas pode facilmente substituir-te numa questão de horas. Mas
a família e os amigos (sim, mas os verdadeiros) que deixamos para trás vão
sentir a nossa perda para o resto das suas vidas.
Pai, posso pedir-te emprestado 10 euros?
Um homem chegou a casa do trabalho,
cansado e irritado, quando encontrou o seu filho à espera na porta.
Filho: Papá, posso fazer-te uma
pergunta?
Pai: Claro que sim, o que foi?
Filho: Papá, quando ganhas por cada hora
no teu trabalho?
Pai: Não tens nada a ver com isso.
Porque é que perguntas uma coisa dessas?
Filho: Apenas quero saber. Diz-me por
favor quanto ganhas por hora no teu trabalho?
Pai: Já que queres saber ganho 20
euros por hora.
Filho: Oh! - respondeu a criança,
cabisbaixo
Filho: Papá, posso pedir-te
emprestado 10 euros?
Agora, o homem estava furioso - Se a
única razão pela qual tu perguntaste isso foi para te emprestar dinheiro para
comprar um brinquedo qualquer sem jeito nenhum, vai já imediatamente à minha
frente para o teu quarto e vai para a cama. Pensa porque és tão egoísta! Eu não
ando a trabalhar todos os dias para estas palermices!
A criança foi silenciosamente para o
seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou-se e começou a ficar
ainda mais chateado com as perguntas do seu filho. Como é que ele se atreve a perguntar
aquelas coisas apenas para ter algum dinheiro?!
Meia hora depois, o homem acalmou e
começou a pensar:
Talvez exista alguma coisa que ele
queira comprar com os 10 euros e já que ele não me pede dinheiro tantas vezes,
o homem dirigiu-se à porta do quarto do seu filho e abriu a porta.
Pai: Estás a dormir?
Filho: Não papá, estou acordado.
Pai: Estive a pensar e acho que fui
muito duro contigo. Foi um dia grande de trabalho e descarreguei em cima de ti.
Aqui está a nota de 10 euros que me pediste.
A criança sentou-se na cama a sorrir
e disse: Oh papá! Muito obrigado!
Depois, levantou a almofada e tirou
duas notas de cinco euros amarrotadas.
O homem viu que a criança tinha
dinheiro e começou a ficar novamente chateado.
A criança começou a contar o dinheiro
e depois olhou para o seu pai.
Pai: Porque é que que queres mais
dinheiro se já tens algum?
Filho: Porque não tinha suficiente,
mas agora já tenho.
Filho: Papá, agora tenho 20 euros.
Posso comprar uma hora do teu tempo? Anda para casa amanhã mais cedo. Adorava
jantar contigo.
O pai ficou completamente emocionado.
Abraçou o seu filho e pediu-lhe desculpa.
Pessoalmente já revi há
algum tempo as minhas prioridades na vida e concordo a 100% com esta parábola,
embora com esforço, quando queremos, conseguimos arranjar sempre tempo para
tudo.
Assim relembro, se morreres amanhã, a empresa onde trabalhas, ou
os “amigos” com quem perdes tempo podem facilmente substituir-te numa questão
de horas. Mas a família e os amigos (sim, mas os verdadeiros amigos) que
deixamos para trás vão sentir a nossa perda para o resto das suas vidas.
12/02/13
PORTO - Pistas de Ciclismo
Este
texto está a ser escrito no dia de Carnaval mas não se trata de uma
brincadeira, antes pelo contrário, trata-se de um assunto bem sério.
Na
cidade do Porto, além da pista do antigo estádio do Lima (à Constituição e que
ainda existem alguns vestígios) e do antigo estádio das Antas, até ontem, desconhecia
por completo a existência de outras pistas de ciclismo na cidade natal.
Assim,
fica aqui pois mais um bom desafio para a UVP/FPC e/ou ACP e/ou ACN e/ou FPCUB tentarem
reactivar a utilização, de pelo menos, esta pista documentada na fotografia e
que fica junto ao Museu Nacional de Soares dos Reis (Palácio dos Carrancas) na Rua
D. Manuel II. São várias as possíveis utilizações a dar a esta pista, mesmo que
a mesma necessite de alguns arranjos do piso, se bem que obviamente não
substituirá nunca o Velódromo Nacional em Anadia.
Como
todos sabemos os eventos velocipédicos dentro da cidade do Porto são praticamente
inexistentes.
Com
a possível reactivação da utilização deste espaço pode-se fazer com que muito
publico volte ao “Ciclismo” como adepto (e quem sabe até também posteriormente como
utilizador de bicicleta). Em paralelo com esta possível reactivação desta pista
pode também ser utilizado o espaço envolvente (jardins) ao Pavilhão Rosa Mota
(vulgo Palácio de Cristal) para fazer acções de dinamização da utilização da
bicicleta para todos (mas em particular para os mais novos e mais idosos que como
não há transito é um local seguro para que estes grupos etários se possam
iniciar na utilização das bicicletas).
Pela
análise da imagem disponível no Google Earth, quer-me parecer que a pista não
estará já na sua totalidade disponível para utilização, mas com um pouco de
esforço de todas as partes envolvidas quem sabe se…, enfim, a esperança é
sempre a ultima coisa a morrer.
Paralelamente
com a divulgação da modalidade Ciclismo, a utilização desta pista pode também
servir de alavancagem do Museu Nacional de Soares dos Reis fazendo assim pois aumentar
o número de visitantes do museu e até quem sabe fazendo criar o “bichinho” pela
cultura de pessoas que até hoje nunca visitaram um qualquer museu (que como
todos sabemos em Portugal são em grande numero infelizmente, mas isso é uma outra
questão).
Mas
voltando à pista, como todos sabemos, até finais dos anos 70 as chegadas aos estádios
de futebol traziam muitos adeptos para esta modalidade que todos nós gostamos e
foi com o Ciclismo que clubes como Porto, Sporting e Benfica conseguiram a
notoriedade que hoje têm junto de todos nós.
Este
texto que agora acabo de escrever teve como mote um texto publicado no sítio na
Internet “jornalnalciclismo.com” em
11/02/2013, com o título “Um Velódromo em
pleno centro do Porto.” e, salvo melhor opinião, por me parecer um texto
interessante tomo a liberdade transcrever integralmente aqui:
“A
notícia já é conhecida de uma parte intelectual da cidade do Porto, dos seus historiadores,
dos homens que nos transmitem e investigam tradições, culturas, usos e
costumes, reconstruindo um passado longínquo, pleno de vida, muitas vezes
escondido e esquecido.
O ciclismo foi, nos
finais do século dezanove¸ uma modalidade das elites, e compreende-se, não
haviam meios motorizados de deslocação, e a bicicleta permitia aos seus
utilizadores uma certa ascensão social.
Vários velódromos foram
construídos por todo o país, alguns completamente desaparecidos, aos quais se
perderam rastos, como o velódromo da Quinta de Salgueiro, do velódromo da Serra
do Pilar, sabe-se que existiram mas não existem vestígios que nos permitam ver,
ou pelo menos “ sentir” que ali, naquele local existiu algo que nos ligue ao
ciclismo.
Estamos, como é óbvio, a
falar da cidade do Porto, a mui nobre e leal cidade, de muitas lutas e
tradições, e de um velódromo escondido, vergonhosamente, diria ocultado e
esquecido, e mais grave, destruído e vilipendiado.
Os museus terão mais
valor quando são “vivos”, isto é, conservam a integridade dos usos e costumes
de determinada época e, nada mais visível seria, se o velódromo rainha dª
Amélia tivesse sido conservado no seu lugar, respeitado o seu passado e não
fosse destruído para que, no seu lugar fosse reconstruído o tal museu “morto”,
com salas de chã, espaços de aluguer, destruindo-se o que de importante mais
representava para a cidade do Porto.
Escondeu-se, destruindo
um velódromo que, em três voltas se percorria um km, como mandam as regras
internacionais. Isto é, um velódromo de 333.3 metros, em plena cidade do Porto,
uma cidade onde as estruturas desportivas não abundam e onde os monumentos são
vilipendiados.
Um espaço que fez falta
á cidade, numa zona carente de instalações desportivas que permitam a prática
desportiva de lazer.
É verdade, o velódromo
rainha D. Amélia é um monumento, destruído grosseiramente, por quem não teve
respeito pela história e passado da cidade e da história do desporto.
O Velódromo D. Amélia,
foi o maior recinto desportivo do Porto na primeira década do século passado,
como palco da modalidade que os tripeiros mais acarinhavam quando se começaram
a interessar por desporto. Parte das suas instalações mantiveram-se intactas
até hoje, o local onde está instalado é quase um segredo, e a grande maioria
dos habitantes da cidade desconhece a sua existência num local tão nobre como
as traseiras do museu Soares dos Reis e perto do Palácio de Cristal e do
hospital de Santo António.
O Velódromo do Porto
surgiu um 1894, furto da doação por parte do rei D. Carlos, no ano anterior, de
um terreno ao Real Velo-Club do Porto para a prática do ciclismo. Uma prenda
integrada nas comemorações do V centenário do infante D. Henrique. Não era o
primeiro espaço na cidade ou arredores que recebia provas de amadores ou
profissionais deste desporto. O primeiro estava instalado na Quinta de
Salgueiros e pertencia ao Clube de Caçadores do Porto. Posteriormente, na serra
do Pilar, construiu-se o primeiro Velódromo D. Amélia – assim baptizado em
homenagem à mulher do rei -, designação que seria transferida para a pista do
Porto, passando a estrutura de Gaia a ter o nome de Príncipe Real.
O Velódromo foi
instalado no jardim do palácio dos Carrancas, propriedade da família real desde
1861 e local onde esta costumava pernoitar quando se deslocava à cidade. O
palácio dos Carrancas, recorde-se, é o actual Museu Nacional de Soares dos
Reis. O estádio ficou situado nas suas traseiras, no interior de um quarteirão,
o que o resguarda de qualquer olhar mais indiscreto e o torna quase
desconhecido.
As portas do Velódromo
do Porto encerraram em 1910 com a implantação da República e a ida do rei D.
Manuel II para o exílio. O espaço foi doado à Misericórdia, mas em 1939 o
Estado Novo decidiu “nacionalizar” o palácio e a sua envolvente para aí ser
instalado o museu Soares dos Reis.
O espaço do Velódromo do
Porto é hoje denominado Jardim da Cerca e integra as instalações do Museu
Soares do Reis. Aí encontram-se em exposição alguns dos brasões das antigas
casas senhoriais do Porto. O terreno foi objecto da última requalificação no
contexto da “Porto’2001, Capital Europeia de Cultura”, numa criação do falecido
arquitecto portuense Fernando Távora, que fez questão de preservar
integralmente alguns dos elementos da centenária instalação desportiva. Assim,
sem grande esforço, ao nível do solo são perfeitamente visíveis as duas curvas
da pista, com os respectivos relevos. Uma recordação do primeiro espaço
desportivo do Porto, que permite imaginar as loucas corridas que aí se
disputaram e os 25 mil adeptos que a elas assistiram.
No jornal «O
velocipedista», em 1895 escrevia-se:
«Real Velo Clube: Esta
agremiação, tenciona inaugurar o seu velódromo, na quinta do Paço real d/esta
cidade, que lhe foi concedida para esse fim por S. M. el-Rei, por ocasião das
festas do centenário do Infante D. Henrique. O distinto engenheiro snr. Esteves
Tomás, que é o segundo secretário do Club, já está levantando a respectiva
planta da Quinta para esse efeito.»
Inaugurado em 1895 ali
se realizaram muitas corridas e demonstrações desportivas, incluindo a primeira
corrida de motorizada realizada em Portugal.
Hoje em dia está
fechado, destruído, perdendo-se um monumento dos poucos que todos nós
poderíamos utilizar, como o mais antigo recinto desportivo da cidade do Porto. “
Termino
deixando uma sugestão simples, assim como eu, porque não enviarem uma mensagem
de correio electrónico para os responsáveis da UVP/FPC, ACP, ACN e FPCUB sensibilizando-os
para que sejam efectuados todas as diligências possíveis para a reactivação
desta pista de ciclismo.
·
UVP/FPC – geral@uvp-fpc.pt
·
ACN – acnorte@portugalmail.pt
·
FPCUB –
fpcub@fpcub.pt
O minha
mensagem de correio electrónico pode ser consultada em:
Fica pois o desafio
lançado.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















