29/05/09

...mais alguns provérbios populares.

...calma, estes provérbios não trazem qualquer mensagem na manga, simplesmente os achei interessantes.

Há males que vêm por bem.

Não acordes o gato que dorme.

Nas costas dos outros se vêm as nossas.

Não há pior cego do que aquele que não quer ver.

Não há boa terra sem bom lavrador.

Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe.

Não é por grandes orelhas que o burro vai à feira.

Hora a hora, Deus melhora.

Se o velho pudesse e o novo quisesse, nada havia que não se fizesse.

Quando mija um português, mijam dois ou três.

Queimada a casa, acudir com água.

Fonte: http://proverbios.aborla.net/

28/05/09

Actividades da ACP para Junho

Actividades que a Associação de Ciclismo do Porto tem agendado para o mês de Junho.

· 06 – DHI – 3º DownHill Capital do Móvel / Paços Ferreira.
· 07 – DHI – 3º DownHill Capital do Móvel / Paços Ferreira.
· 10 – Estrada – 20º. Prémio ADRAP (Escolas) – Penafiel.
· 10 – Estrada – 20º. Prémio ADRAP (Cadetes) – Penafiel.
· 10 – Estrada – 20º. Prémio ADRAP (Juniores) – Penafiel.
· 10 – Estrada – 4º Prova da Taça Portugal Femininas/ADRAP – Penafiel.
· 13 – Escolas – 2º Encontro Interno de Escolas – Marco Canaveses.
· 13 – Estrada – Troféu RTP – 3º Troféu Município de Valongo (Sub 23).
· 14 – Estrada – Troféu RTP – Jocilma – Ribeiro Silva – Cidade Lordelo (Sub 23).
· 14 – BTT – 4ª Prova da Taça Regional Porto XCO – Travanca.
· 14 – BTT – Campeonato BTT Vila Conde – 2ª Prova (Guilhabreu).
· 20 – BTT – Urbano BTT / Vila do Conde (Scholl Eventos).
· 21 – Estrada – Troféu Abílio Martins Ferreira / F.C.Ramalde (Escolas)-Gondomar.
· 21 – Estrada – Troféu Abílio Martins Ferreira / F.C.Ramalde (Cadetes)-Gondomar.
· 21 – Estrada – Taça de Portugal – Troféu Abílio Martins Ferreira / F.C.Ramalde (Juniores) Gondomar.
· 28 – BTT – 5ª Prova da Taça Regional Porto XCO – 4º BTT do 10 de Junho/Medas.
· 28 – BTT – 3ª Prova do Campeonato BTT Vila Conde (Retorta).

Poderão também recolher as informações mais importantes no sítio na Internet da
Associação de Ciclismo do Porto (www.acporto.org).

23/05/09

XCO

...e foi numa prova em Espanha a contar para a Taça do Mundo de XCO.

http://vimeo.com/4469683

É uma coisa que não devia ter acontecido, mas por vezes as coisas sucedem tão rapidamente que nem se apercebem do que está a acontecer, neste caso foi uma moto 4 que fazia cobertura televisiva.

Apesar da peça ter só 45 segundos dá para verificar várias falhas:
1ª) Condutor da moto 4 sem capacete.
2ª) O repórter de imagem está virado no sentido contrário ao da marcha.
3ª) A curta distancia a que circula a mota de estrada (menos de dois segundos, somente 1,4 segundos entre a mota e a cabeça do pelotão – no meio ainda está a mota 4, e de referir também como agravamento que tem uma viragem á direita com ligeiro ressalto o que vai tornar ainda mais lentas as motas em relação ás bicicletas).
4ª) A curtíssima distancia a que a moto 4 vem dos corredores, mas neste caso ela também terá sido impedida de avançar mais devido à outra mota (neste caso a de estrada pois a de Trial vem com distancia mais do que suficiente).

Salvo melhor opinião o que me parece que terá acontecido foi alguma breve distracção no momento da partida por parte dos condutores que provocaram a queda colectiva.

20/05/09

Telemonela

Prefácio:

Bem, não se trata de um livro, mas porque não fazer um prefácio em causa própria?

E perguntam, o que é uma Telemonela?

É simples, é uma mistura de telenovela com outra coisa qualquer que não sei bem o que é.

E tal como alguém muito próximo me disse recentemente, o meu mau carácter não tem limites…

…esperemos então por esses não limites do meu mau carácter.

Esta será uma Telemonela destinada ao mau carácter, ao egocentrismo assim como também ao meu subjectivismo (sistema filosófico que só admite a realidade subjectiva) onde os intervenientes serão reais, tão reais como o sangue que ainda me corre nas veias.

Ainda há um mês se festejou o Dia da Liberdade e se houve coisa boa que ficou desse famoso dia 25 de Abril de 1974, além do feriado nacional, foi o direito á expressão e á opinião, coisa que muitos, mesmo sendo de esquerda pura e dura, rapidamente se esqueceram fazendo prevalacer outros ideais por ventura mais apropriados aos regismes do antigo bloco soviético.

O minha opinião pode ser comprada, é tudo uma questão de preço, aliás como tudo na vida, basta colocar a quantidade de zeros certos, que para mim poderão ser mais ou menos do que para outro qualquer.

Este blog, que por força do tempo que tenho dispendido na Associação de Ciclismo do Porto tem andado um pouco morto, mas quem sabe se não estará na hora de o reactivar?

Cenas do próximo episódio:
Ainda em elaboração.

17/05/09

Nada como relembrar...

Porque infelizmente continuam actuais, nada como relembrar alguns dos textos aqui publicados...
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http://2w-paulao.blogspot.com/2008/11/pensamento-do-dia.html
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http://2w-paulao.blogspot.com/2008/08/considerao.html
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http://2w-paulao.blogspot.com/2008/01/curioso.html
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...e ainda tal como em 09/06/2008
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http://2w-paulao.blogspot.com/2008/06/aviso-navegao-ciclismo.html
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...e como ainda também está perfeitamente actual (apesar de ter sido publicado em 21/06/2008)
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http://2w-paulao.blogspot.com/2008/06/motas-e-ciclismo.html
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Nota final:
Eu pelo facto de desempenhar funções numa associação regional de ciclismo não perdi o direito á minha cidadania e muito menos perdi o direito a emitir a minha opinião sobre o que quer que seja e entenda.
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08/05/09

Tertulia de Ciclismo

Inserido no programa da 8ª Clássica de Amarante / Memorial Dr. José Barreiro Magalhães – Taça de Portugal a Associação de Ciclismo do Porto vai realizar já no dia 09 de Maio de 2009, uma “Tertúlia de Ciclismo”, com inicio ás 21:30h na Casa da Juventude de Amarante.

O mote desta ”Tertúlia de Ciclismo”será “Amarante e o Ciclismo”.

Como convidados estarão:
· Dr. Helder Ferreira – Câmara Municipal de Amarante
· Prof. Fernando Sousa – Associação Ciclismo do Porto
· Sr. Delmino Pereira – Vice-presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo
· Prof. Valter Sousa – Treinador da Fercase / Paredes Rota dos Móveis
· Prof. José Santos – Treinador do Madeinox / Boavista
· Sr. José Marques – Treinador da Barbot / Siper
· Sr. Paulo Couto – Presidente da A.P.C.P.
· Dr. José Carlos Gomes – Director do Jornal de Ciclismo

Aproveitamos desde já para endereçar o convite a todos os Amarantinos e não só a estarem presentes nesta ”Tertúlia de Ciclismo” e colocar todas as questões que bem entenda.

Bruno Neves

Bruno Neves nasceu a 05 de Setembro de 1981 em Nogueira do Cravo, Oliveira de Azeméis e faleceu a 11 de Maio de 2008 na Clássica de Amarante.

Na sua curta passagem pelo pelotão profissional, Bruno Neves deixou não só a sua marca no ciclismo nacional com as suas vitórias, como também conquistou a maioria dos adeptos que normalmente acompanham as provas, com a sua característica boa disposição e simpatia.

Algumas das equipas por onde passou:
· 2002 ASC-VILA DO CONDE
· 2004 ASC-VILA DO CONDE
· 2005 MADEINOX-A.R. CANELAS
· 2006 MADEINOX-BRIC-A.R. CANELAS
· 2007 LA-MSS
· 2008 LA MSS

Dadas as suas características como corredor, foi decidido atribuir-lhe simbolicamente o nome da camisola verde.

Drº Barreiro de Magalhães

O MÉDICO DA VOLTA

Natural de Figueiró – Santiago (concelho de Amarante), o Dr. José Barreiros de Magalhães marcou para sempre o conceito médico no ciclismo em Portugal.


Em 1962 iniciou uma longa carreira ao serviço do ciclismo português, tornando-se o médico oficial da U.V.P. – Federação Portuguesa Ciclismo. Entre muitos e variados cargos que desempenhou no Ciclismo, destacamos 32 Voltas a Portugal como médico oficial.

Pelas suas mãos passaram 4 gerações de corredores, muitos dos quais grandes campeões como por exemplo, João Roque, Joaquim Agostinho, Marco Chagas, Joaquim Gomes e José Azevedo.

O carisma que tinha no pelotão fazia dele uma figura central das grandes provas. A amizade e compaixão tornaram-se nas suas principais características.


Nós (ex-Ciclistas) retribuíamos com unânime respeito e gratidão.

A melhor homenagem que lhe podemos fazer é assumir-mos a enorme paixão que por ele temos.


Paulo Couto
Presidente da A.P.C.P.
Maio de 2005




Pela sua luta e esforço em prol dos corredores de ciclismo foi decidido atribuir a Camisola Azul, camiso que para conseguir é necessário grande esforço e sofrimento.

Pedro Gomes

Pedro Gomes nasceu a 1 de Agosto de 1970 na freguesia de Salvador do Monte, concelho de Amarante, onde veio a falecer no dia 31 de Março de 2002.

Durante a sua curta vida granjeou a amizade, a admiração e o respeito daqueles que tiveram o privilégio de com ele conviver, pela sua simplicidade, humildade e jovialidade, pela completa abertura de alma ao próximo independentemente da sua condição social ou intelectual, pela sua rectidão e nobreza de carácter.

Foi crescendo na idade e na sabedoria, orientando sempre a sua existência com base em valores que o permitissem enriquecer humana e espiritualmente, demonstrando sempre uma disponibilidade invulgar para ajudar os outros, para praticar o bem.

Se como homem foi um ser ímpar, como atleta é um exemplo a seguir. Entendendo o desporto como um complemento para o espírito, seguidor do lema “alma sã em corpo são” e possuidor de capacidades físicas invejáveis, praticou várias modalidades amadoras, mas foi no ciclismo na vertente de BTT que mais se evidenciou, sendo o principal impulsionador desta modalidade no concelho de Amarante.

A este facto não será alheio o profundo respeito que nutria pelo meio ambiente e pela natureza, da qual era um defensor intransigente. Na prática desta vertente ciclistica semeou os valores de solidariedade, companheirismo, amizade e amor fraternal, demonstrando assim que o desporto une e não separa, aproxima e não afasta, devendo ser encarado como uma celebração e hino à Vida.

Com a atribuição da Camisola da Juventude tenta-se assim prestar uma singela homenagem a este grande Homem que tantas saudades deixou.

26/04/09

Ditadura, será mesmo que acabou?

Para os que tiverem “pachorra” de ler este texto todo, ponto por ponto, virgula por virgula.

Comemorou-se ontem (dia 25 d Abril) os 35 anos da Revolução dos Cravos.

Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado miliar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974
4 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado em Portugal um regime autoritário de inspiração fascista. Com a Constituição de 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcelo Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.

Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.

O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), uma evolução da ex-PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime. De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias do "Ultramar", numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias. Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

Economicamente, o regime manteve uma política de condicionamento industrial que resultava no monopólio do mercado português por parte de alguns grupos industriais e financeiros (a acusação de plutocracia é frequente). O país permaneceu pobre até à década de 1960, o que estimulou a emigração. Notou-se, contudo, um desenvolvimento económico a partir desta década.

Mas será que a Revolução dos Cravos já chegou a todos os sectores da sociedade portuguesa?


Eu quase que me atrevo a dizer que não, mas não, não digo que não até porque ainda corro o risco de ser acusado por alguém de uma coisa qualquer ao abrigo de uma outra qualquer alínea de um qualquer regulamento, decreto-lei, etc., etc., etc.

Mas, salvo melhor opinião (relembro que este é um blog meu onde escrevo o que bem entendo - dentro obviamente dos princípios elementares da boa educação, etc., etc.) vou correr o risco de dizer que não, a Revolução dos Cravos ainda não chegou a todos os sectores da sociedade civil portuguesa.

Bem sei que poderá ser uma questão de mentalidades, onde expressões como “…é o sistema.”, “…não tenho cunhas” ou ainda “…não tens amigo a quem possa meter uma cunha” fazem parte do nosso dia-a-dia.

São vergonhosos os exemplos que vemos diariamente nos noticiários televisivos e jornais. O povo português continua mais preocupado com o penteado de um qualquer jogar de futebol ou figura do jet set do que em tentar resolver os problemas reais do seu país. Continuamos sistematicamente a atalhar caminho e a resolver pontualmente os problemas, somos uma sociedade dependente dos subsídios (independentemente da origem). Quem atribui um qualquer subsidio é que é bom amigo independentemente das restantes coisas que possam estar por trás, pois a nossa visão é de tal maneira curta que não nos permite ver além do nosso umbigo. A justiça é lenta, demasiadamente lenta, o sentido de impunidade é enorme na opinião pública quando alguém é apanhado diz-se frequentemente “…coitado, teve azar”.
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CONTUDO, TODOS SOMOS INOCENTES ATÉ PROVA EM CONTRARIO E A PROVA FAZ-SE NA BARRA DOS TRIBUNAIS E NÃO NOS JORNAIS.
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Bem, já vai longo o meu texto e sem pretender ser mais do que os outros (a não ser nos meus 164kg) duvido que alguém consiga tirar alguma coisa deste meu texto, não que quem o leia não saiba ler nem interpretar português, mas sim pela falta de capacidade do autor em transmitir o que “lhe” vai na alma.

Deixo uma pergunta no ar e sem qualquer conotação politica;
- Será que não estávamos melhor com o antigo regime onde já sabíamos as regras do jogo?

Quase que me atrevo a dizer;

“VOLTA SALAZAR QUE ESTÁS PERDOADO”.

Ou em alternativa atrevo-me a perguntar;

“PARA QUANDO A 2ª EDIÇÃO DA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS?”

25/04/09

8ª Clássica Amarante/Memorial Dr. José Barreiro Magalhães


Parlamento aprova Regime Jurídico de luta contra o doping

"A Assembleia da República aprovou hoje em votação final global o Regime Jurídico de Luta Contra a dopagem, que institui a Autoridade Antidopagem de Portugal, transpondo para a legislação nacional as directrizes do Código Mundial Antidopagem. Depois de discutido na comissão de especialidade, no âmbito da qual recebeu pareceres da Comissão Nacional de Protecção de Dados, o diploma foi agora aprovado em plenário, sem votos contra. PS, PSD e CDS-PP votaram a favor e os restantes partidos abstiveram-se.
Com a nova legislação “reforça-se o controlo, reforça-se a fiscalização dos comportamentos dos atletas. Confere-se a esses atletas direitos que visam defender as suas posições e os seus pontos de vista sempre que há uma situação de controlo positivo”, disse o secretário de Estado da Juventude e dos Desportos, Laurentino Dias, citado pela Lusa.
A nova Autoridade Antidopagem de Portugal vai coordenar todo o trabalho de combate ao doping, quer seja ao nível dos controlos e da punição quer seja no âmbito das campanhas de sensibilização e de prevenção.
Vai assistir-se a um endurecimento das penas desportivas e judiciais. O tráfico de produtos dopantes será punido com pena de prisão (de 6 meses a 3 anos), o mesmo sucedendo com a administração de substância, com ou sem consentimento, embora neste caso a pena varie entre os 6 meses e os 2 anos. No campo desportivo, a primeira sanção pode ir de 2 a 8 anos de suspensão, enquanto que a segunda infracção significa, na prática o fim da carreira desportiva do faltoso: suspensão de 15 a 20 anos"
Fonte: Jornal Ciclismo - http://jornalciclismo.com/?p=4714

12/04/09

5º Encontro Nacional CLUBE DEAUVILLE PORTUGAL

Dia 6 e 7 de Junho o Clube Deauville Portugal vai levar a cabo mais um Encontro Nacional Deauville em Santa Cruz (Torres Vedras).
Todos os pormenores em www.clubedeauville.pt

06/04/09

BTT Volta ao Concelho - Vila do Conde

A Volta ao Concelho em BTT é uma iniciativa organizada conjuntamente pela Câmara Municipal de Vila do Conde, Clube de BTT "Bravuscuras", Clube de BTT da Casa do Povo de Retorta e Clube de BTT "Os Rompe Trilhos". Esta iniciativa decorrerá entre 1 e 3 de Maio objectivando assegurar duas vertentes do BTT: competitiva e de lazer.Inscrições:

Idade mínima - 19 anos
Preço de inscrição - 30 € (inclui seguro, almoço nos três dias, abastecimento intermédio e no final das etapas, brindes e 2 vales de desconto de 20% em artigos Ondabike e visitas guiadas ao Centro Histórico de Vila do Conde).
Preço para acompanhante: 15 € (inclui almoço nos três dias e visitas guiadas ao Centro Histórico de Vila do Conde)
Limite de inscrições - 250

Para efectuar a sua inscrição deverá enviar os seguintes dados para o email voltaconcelho.bttviladoconde@gmail.com:

Nome, Morada, Código Postal, Data nascimento, N.º Bilhete de Identidade, Telemóvel, email e equipa (só no caso de pertencer a qualquer equipa – para efeito de classificação por equipas).

A inscrição somente será validada após o pagamento através de transferência bancária para o NIB 0010 0000 38903060001 37 e o envio do comprovativo para o email voltaconcelho.bttviladoconde@gmail.com. até dia 24 de Abril.

Clássica da Primavera


15.ª Edição da Clássica da Primavera
Troféu José Zeferino
Taça de Portugal
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A Associação de Ciclismo do Porto nomeou como parceiro estratégico o Centro Desportivo e Cultural de Navais para a realização da 15.ª Edição da Clássica da Primavera – Troféu José Zeferino prova a contar para a Taça de Portugal e a realizar no próximo dia 19 de Abril (domingo).

Simultaneamente com esta prova, vai também o Centro Desportivo e Cultural de Navais organizar no dia 18 de Abril (sábado) a uma prova de ciclismo designada 1ª Clássica da Primavera para Todos - prova aberta a todos os utilizadores de bicileta (federados ou não) e a qualquer tipo de bicicleta e que irá percorrer o traçado da prova para os ciclistas profissionais.
Para promover estas provas vai o Centro Desportivo e Cultural de Navais realizar no próximo dia 7 de Abril pelas 11:00 no Estádio Municipal da Póvoa de Varzim a apresentação pública das mesmas.

21/03/09

Margarina Dourada

O texto a seguir reproduzido não é da minha autoria, mas que encaixa lá isso encaixa...

Se calhar todos, mas mesmo todos sem excepção se revêem no texto.

Sugiro pois uma leitura pousada e reflectida do texto.

"Esta crise veio levantar imensas questões sobre o que somos. Quem somos. O que queremos e acima de tudo, o que querem que sejamos. No mundo dito civilizado e moderno, no qual estamos inseridos, somos levados a ter comportamentos anti naturais. Antes de sermos um ser organizados somos uma das muitas espécies de animais. Por um ou outro motivo evoluímos para seres, que julgamos ser superiores. Somos animais de hábitos e de vícios. Viciamo-nos rapidamente em qualquer coisa. Ou melhor habituamo-nos confortavelmente a determinadas coisas que apesar de supérfluas, achamos ser fundamentais á nossa vivencia. A partir desse momento somos levados a ter uma modo de vida anti natural e que sem darmos por isso somos levados á interminável procura da diferença. Por muito que respeitamos o nosso semelhante, não queremos de modo alguém ser igual a ele. Cada um de nós acha que a sua razão e maneira de estar é a certa. Será que os extras e cromados da minha mota são de todos necessários? Será que nessa personalização não procuro ser único. Mas quem me manda ser único. Não sou eu. É alguém ou algo que me faz querer pensar que essa vontade é apenas minha. Mas não o é. Desde pequeno que os nossos pais querem que sejamos os melhores. Mas para quê? Melhor para ter um bom emprego? Para quê? Para ter a certeza de que terei sempre sustento? Não obrigam os pais que todos tenhamos um curso para acima de tudo poder dizer “o meu filho é doutor em XPTO”, quando sabemos que para metade dos cursos não há saída profissional e para a outra metade, metade tem como única saída a via ensino. Engrossando erradamente, não a lista de professores sem emprego, mas a lista de pessoas cuja única saída era dar aulas, ainda que tal (lá pró 12º anos) nunca lhe tinha passado pela cabeça. A culpa foi dos pais? Ou será da sociedade de consumo e de competitividade forçada que esta nossa sociedade se tornou. Do que precisamos para sermos felizes? Será que precisamos de 10 espécies de margarinas diferentes? Com sal, sem sal, meio sal, anti colesterol, etc… Em minha casa tenho uma margarina Dourada. A dita tem um sabor melhor. Mas porque não lhe chamaram de margarina saborosa? Porque tinham de lhe chamar “Dourada”. Simples. O nome procura dentro de cada um de nós a necessidade de sermos diferentes, mas para melhor. Então aquilo que não passa de uma margarina feita sabe Deus como, é um produto de prestigio e á nossa mesa temos para barrar o pão, um produto de prestigio. Uma simples, mas prestigiosa margarina. O pão. Será que o mundo precisa de 30 espécies diferentes Com cereais, com fibras, sem sal, tipo alemão, etc… Mais uma vez alguém quer que sejamos diferentes e dão-nos a “liberdade” de escolha.

70% da população dos países modernos e civilizados é obesa. Sou um deles. A razão? Somos sedentários, temos um metabolismo assim, assado… Os nossos vizinhos do continente mais abaixo, que á escala cósmica, estão mesmo encostados a nós, não tem problemas de metabolismo. Para muitos deles, um pouco de farinha e água de qualidade duvidosa, é o necessário para fazer um bolo que lhes traria a maior das felicidades, mas que a nós nos traria apenas repugnância. Os telemóveis são uma clara demonstração de que não somos donos da nossa própria vontade, ainda que é feito de tal modo que pareça ser. Quando o Iphone foi colocado á venda, no 1º dia, houve quem estivesse horas a fio numa fila, para ás tantas da madrugada de uma dia de trabalho, ser dos 1ºs a ter um Iphone. Uma vitória ridícula, dado que 3 dias depois esses Primeiros possuidores daquele objecto de prestigio, já não o eram (de pouco valia ter sido dos primeiros). Mas o mais ridículo, é pagar-se uma fortuna (mais do que muitos ganham num mês) para ter um telemóvel com 40 funções, mas que das quais só sabemos utilizar 3 ou 4. Esta crise traz ao de cima o que de verdadeiramente importante é necessário. Ter um lar, ter alimento e segurança física. Com a crise a chegar (a verdadeira ainda não chegou á base que somos nós) vai a seu tempo impedir de termos aquilo que (pensamos nós) faz de cada um de nós diferente e melhor que o próximo. Procuramos sempre e sempre e fazemos sacrifícios desmesurados para num conjunto de coisas sermos únicos – “Ninguém tem uma mota exactamente igual á minha, um telemóvel como o meu, as calças de marca X, as sapatinhas de marca Y, até uma margarina Dourada para barrar o meu pão biológico, com o meu leite pró cálcio e o meu café que também ele tem uma tampa dourada. Esta do leite pró cálcio é o cúmulo da procura da diferença. É quase como ter-se uma mota pró rodas, ou um vinho pró vermelho, ou gasolina pró explosão. Gasolina. Piada. Existem umas 3 ou 4 gasolinas diferentes. PARA QUÊ? Para que eu (pessoa melhor do que tu) possa gastar mais dinheiro (porque tenho mais do que tu) numa gasolina especial (que tu não podes pagar) para colocar na minha mota única (cuja única pessoa admira, na verdade sou eu), ainda que faça a seguir a mesmíssima coisa que tu (andar na mesma estrada e apanhar os mesmo buracos).

Esta procura da individualidade é tão ridícula, que sabendo que tendo tudo em consideração, sou único e melhor que qualquer um de vós, mas o único que sabe e “aprecia” essa característica…sou eu. Qualquer um de vós está-se a marimbar para “o bom que eu sou”, assim como eu não ligo a mínima para o bom que cada um de vós (pensa que) é.

Crise. O que é a crise? Deixar de poder comprar uma serie de coisas de que na realidade não preciso? Imaginemos que deixa de haver gasolina, electricidade, comida nos super mercados (para a sociedade moderna e dita civilizada, os alimentos vêm dos supermercados). Vamos imaginar essa situação durante um mês. Passamos frio, fome e medo (porque aí vale tudo). Ao fim de um mês, temos uma casa com apenas o necessário. Uma única espécie de água, de pão, de margarina, de leite, etc. Naquele momento encontramos a felicidade, naquilo que desprezávamos e achávamos que era apenas para aquele “inferior” que não tinha escolha. Naquele momento até desejamos que nada mude, porque afinal para ser-se feliz é preciso muito pouco. Afinal já não precisamos de 10 espécies de margarinas diferentes.

Assim que acabei de ter pensamento, cheguei a casa, peguei em duas fatias de pão com cereais nas quais barrei a margarina dourada. Gostei. Foi bastante saboroso. Afinal sou como qualquer um. Mas pelo menos tenho consciência disso."
Autor: António Barbosa

20/03/09

Para os pais…e futuros pais.

.
.
O tempo que passa...
.

Passa o tempo a correr
Adolescente, somos
E sem nos apercebermos
Jovens, fomos

Quando se é ainda um rapaz
O dia parece não ter fim
Ficamos descansados a pensar
Até á Morte será sempre assim

Depois…

Sem saber como ou porquê
De filhos passamos a pais
Os mesmos que agora pensam
Nossos antigos pensamentos banais

Onde está o meu filho de dois anos?
Aquele menino pequeno e frágil
Já não o vejo a tanto tempo
Já é um rapaz Grande e ágil

Onde andei todo este tempo?
Que fiz eu de tão importante?
Que tivesse valido a pena
Ter perdido aquele encanto

Pobre de mim de ignorância
Inteligente a todo o momento
Será que acordei demasiado tarde
Será que ainda vou a tempo?

Vou porque as rugas me lembram
Que não há nenhum bem duradouro
Para mais nada perder um minuto de vida
Porque são, o meu único e verdadeiro Tesouro.
Autor: António Barbosa

16/03/09

3.º GP Portugal Rota do Românico

O Vale do Sousa vai vibrar, entre os dias 27 e 29 de Março, com as emoções de uma grande prova de ciclismo internacional. O Grande Prémio de Portugal, incluído na Taça das Nações, conta, na edição 2009, com o patrocínio da Rota do Românico.

O 3.º GP Portugal Rota do Românico do Vale do Sousa é uma competição dirigida a jovens e promissores ciclistas (sub-23) que se apresentam nesta prova representando as cores das suas selecções nacionais.

A prova vai contar com a presença de quinze países, incluindo, para além de Portugal, a Colômbia, a Rússia, a Espanha, a França e a Alemanha, entre outros. O pelotão terá quase uma centena de atletas, aos quais se juntarão os técnicos, mecânicos, massagistas e outros elementos das comitivas. Deste modo, serão cerca de 200 os participantes neste evento desportivo.

O 3.º GP Portugal Rota do Românico vai percorrer ao longo de três dias os seis municípios do Vale do Sousa, numa extensão total de 361,9 kms, com as seguintes etapas:

1.ª Etapa – 27 de Março (Sexta-Feira) – 112,2 kms:
Partida: Penafiel – Largo da Feira – 11h30
Chegada: Paredes – Frente ao Tribunal – 14h15

2.ª Etapa – 28 de Março (Sábado) – 113,6 kms:
Partida: Castelo de Paiva – Campo da Feira – 11h30
Chegada: Paços de Ferreira – Centro de Exposições – 14h00

3.ª Etapa – 29 de Março (Domingo) – 136,1 kms:
Partida: Lousada – Largo da Feira – 11h30
Chegada: Felgueiras – Alto Sta. Quitéria – 14h30

Este 3.º GP Portugal, organizado pela PAD – Produção de Actividades Desportivas em articulação com a Valsousa – Comunidade Urbana do Vale do Sousa, vai incluir ainda um conjunto alargado de espaços e iniciativas de animação, visando a promoção desta região e, em particular, do projecto turístico-cultural da Rota do Românico do Vale do Sousa.