15/07/10

APCP - Novo Presidente

Este texto deve ser visto como complemento a um texto que está no site jornalciclismo.com e que pode ser lido integralmente em:
http://jornalciclismo.com/joaquim-andrade-e-o-novo-presidente-da-apcp

Assim:

Não tenho qualquer legitimidade para me pronunciar sobre a A.P.C.P. dado nunca ter sido seu filiado (nem podia pois nunca fui corredor), contudo e tendo eu estado eu ligado há modalidade durante anos obviamente que fui observando também esta associação de classe e que serviu de exemplo para a criação de outras como por exemplo a A.N.A.C.

Que eu tenha memória terá sido por ventura a única associação que verdadeiramente defendeu os interesses dos seus associados (abro parcialmente uma excepção à ACM e mais recentemente à ANAC) e quando teve que “enfrentar” a U.V.P./F.P.C. fê-lo condignamente tendo inclusivamente ganho um caso em tribunal e que mais tarde com o pretexto de fuga ao iva viu-lhe ser retirado por parte da U.V.P./F.P.C. o pagamento dos prémios aos corredores.

Na hora da saída não devem os filiados e ex-filiados desta associação esquecer o seu ex-presidente Paulo Couto que desde 1996 dirigiu a associação. Com a actual situação do Ciclismo Profissional português são grandes os desafios que o novo presidente (Joaquim Andrade) vai ter que enfrentar a começar pelo diminuto número de associados.

As “associações” são aquilo que os seus associados pretendem dela, ou seja, ou remam todos conjuntamente para o mesmo lado ou então o “barco” vai ao fundo (veja-se o exemplo da ACP) pelo que aos actuais corredores profissionais (estejam eles em equipas portuguesas ou estrangeiras) cabe a obrigação moral (…e não só) de conjuntamente com o seu Presidente trabalhar no sentido da melhoria das suas condições profissionais.

Na estrada, vós profissionais do pedal, são adversários, mas fora dela deverão agir todos como de uma equipa só se tratasse.

Esta é a minha análise vista à distância e que admito poder estar errada, mas é tão-somente a minha opinião.

Ao Joaquim Andrade desejo o maior êxito possível nesta sua nova função no Ciclismo.

14/07/10

Joaquim Gomes: "Assegurar o futuro da Volta"

Interessante uma entrevista de Joaquim Gomes (Director Técnico da Volta a Portugal em Bicicleta) sobre o futuro da “Volta”. A entrevista pode ser lida integralmente em:
Consumer Site - CICLISMO - Joaquim Gomes: "Assegurar o futuro da Volta"

Contudo transcrevo parcialmente a entrevista:

“Questionado sobre que Volta pode Portugal esperar no futuro, Joaquim Gomes é cauteloso: "Trata-se de um tema delicado, tanto na perspectiva do organizador, como do ponto de vista de alguém que correu 18 Voltas a Portugal. Acima de tudo é uma responsabilidade enorme pensar no futuro de um evento que tem mais de oitenta anos de história, mas creio que o caminho a seguir é aquele que vamos tentar colocar em prática em conjunto com a Federação Portuguesa de Ciclismo e com as equipas nacionais e que passa por criar uma espécie de Liga do Ciclismo".”.

Sendo público que a PAD/JLS tem a concessão da organização da "Volta" até 2013 inclusivé, será que ela vai abdicar da continuidade da organização da "Volta"?
.
Criar uma "Espécie de Liga de Clubes" quando já se fala que será praticamente certo que das cinco equipas existentes três irão acabar? (bem, há uma nova que irá aparecer)
.
"Espécie de Liga de Clubes" quando nem sequer uma associação conseguem criar/manter?
.
Como eu gostaria de poder comentar pormenorizadamente esta parte da entrevista, mas…, o meu bom senso tem que prevalecer sobre o “irracional”, mas também de nada serviria pois também mais não sei...
.
Mas só já faltam dois anos para..., ou será que já falta menos?

24/06/10

Ciclismo - Provas abertas...

…mas o que é isto das Provas Abertas?

Nada melhor que um testemunho de um participante numa dessas “Provas Abertas” denominada como Póvoa de Varzim – Terras do Bouro e que se realizou no passado dia 20 de Junho.


"Brincar aos corredores no Gerês

Póvoa de Varzim
Terras do Bouro
foi de louvar.

Um consolo, um divertimento, um saudável regresso ao cheirinho da competição foi o saldo da 1ª Clássica Póvoa de Varzim – Terras do Bouro para mim, anónimo ciclista no meio de um pelotão de 300 participantes com grande pinta.


Até que enfim chegam a Portugal estas organizações, entre a longínqua e complicada corrida federada e o pachorrento e sensaborão passeio cicloturístico.

O prazer de espetar um dorsal na camisola, “estagiar” nos dias anteriores, rolar concentrado num pelotão e aproveitar ao máximo o ir nas rodas mais rápidas é um gosto que nos fazia falta desta maneira, em etapas em linha, por grandes e oxigenadas panorâmicas e com percursos completos, ao gosto de todos.

Voltar a ter batedores na frente, bandeirinhas amarelas, abastecimentos, ambulâncias e médico de prova é excelente, mas acima de tudo adversários rápidos e lentos, que se entreajudam e encaram a prova de uma forma salutar.

Sempre existiram no atletismo este tipo de provas em que o popular se pode inscrever ao lado do campeão mundial. Há maratonas, meias maratonas, S. Silvestres e por aí fora aos molhos no nosso país. E agora até que enfim no ciclismo!

Realço a qualidade dos “corredores”. Não se sentiu insegurança no pelotão. E está tudo como o aço! Mal a prova abriu em Amares, um pelotão de 100 elementos abalou pelos topos acima e nunca mais o vi. De resto, foi curtir a “corrida”, agradecer às meninas dos abastecimentos, interagir com o público que aplaudia e aconselhar calma a quem iniciava a subida do Gerês notoriamente sem conhecer a dificuldade dela.

Mal ultrapassei o cume da Junceda a minha alegria foi tanta que acho que fui sempre a rir até à meta, onde terminei num fantabulástico 131º lugar. O que gostei mais? Da oportunidade que a Organização nos deu, e em que regra geral esteve tudo muito bem.

A melhorar? Pouco. Talvez sensibilizar os participantes a deitar fora as garrafas de plástico nos 300 metros imediatamente a seguir aos abastecimentos para que a Organização as possa recolher. Deixar tanto plástico num parque nacional não é bom.

E um almoço sentado e servido de forma mais confortável até teria promovido melhor o convívio.
Quando é a próxima?

Ernesto Brochado"







07/06/10

23ª Volta Trás-os-montes

Nota de Imprensa n.º: 027
Data: 07.Junho.2010
À att.: Editor de Desporto/Modalidades-Ciclismo




COMUNICADO

As lamentáveis incidências registadas no final da terceira etapa da
Volta a Trás-os-Montes levaram a Direcção do Clube de Ciclismo de
Paredes e a equipa técnica da formação da LA Alumínios-Paredes Rota
dos Móveis a reunir e a emitir o seguinte comunicado:

"Em face de um calendário de provas cada vez mais depauperado, foi com
natural satisfação que registamos o esforço e o empenho colocados na
viabilização do regresso da Volta a Trás-os-Montes ao calendário
nacional.

Cientes desse esforço e das dificuldades financeiras que a todos
afligem, compreendemos que nem sempre as provas primam pela excelência
de meios se bem que a ausência dos mesmos não pode, nem deve,
significar viciação da verdade desportiva ou, concedendo o benefício
da dúvida, facilitismo exagerado porque "o que é preciso é correr".

Os factos verificados na derradeira etapa da Volta a Trás-os-Montes
são a prova cabal de que nem sempre os fins justificam os meios. Para
manter mais provas no calendário não se pode abdicar de princípios
básicos muito menos aceitar que, por esta ou aquela razão, não sejam
colocados ao dispor de todos os meios de prova necessários ao
apuramento da verdade.

Perante tais factos - ausência de "transponders", vídeo de chegada,
etc. - subsiste a dúvida. E essa é inimiga da verdade. Isto já para
não falar numa "estranha" bonificação atribuída apenas na última etapa
(bem sabemos que ela estava consagrada no Regulamento da prova) e que
tudo poderia decidir, deitando por terra o esforço desenvolvido ao
longo de muitos quilómetros. Porque razão não houve bonificações na
primeira etapa?

Quisemos fazer ouvir a nossa indignação face ao que entendemos estar
mal. Mas nem aqueles que têm por missão ajuizar se dignaram
conceder-nos um pouco o seu tempo para escutarem os nossos argumentos.
Ao invés, do alto da sua sapiência e escudados por uma capa de
impunidade que lhes advém das suas funções, deixaram os representantes
da nossa equipa profissional de ciclismo a falar sozinhos,
virando-lhes, ostensivamente, as costas.

Caberá aqui deixar bem claro que o descrito foi testemunhado pelo
vice-presidente da UVP/FPC o qual pouco ou nada fez para intervir no
sentido de clarificar a situação. Acreditamos que não terá querido
desautorizar quem perdeu a autoridade intrínseca e que guardou para o
seu relatório (estamos certos que o fará) o descrever pormenorizado
das anomalias. Caso contrário será, também ele, cúmplice de uma
jornada pouco abonatória para o ciclismo português, ele que tão
maltratado tem sido nos últimos tempos.

Dirão os mais mordazes que se está em presença de "mau perder" por
parte de uma equipa que tudo fez para, desportivamente, ganhar.
Acrescentamos nós que "à mulher de César não basta sê-lo, também é
preciso parece-lo". E quando um dos Comissários é transportado numa
viatura conduzida por um Director Desportivo de uma das equipas
participantes e envolvida na discussão da prova apetece dizer que está
tido dito. Isto, é claro, sem esquecer a ausência de informação à
caravana sobre as tomadas de tempos parciais...

São estas as coisas que não queríamos, nem queremos, encontrar no
ciclismo. Não somos daqueles que se escondem na denúncia anónima nem
se calam na expectativa de, mais tarde, viram a tirar dividendos do
seu silencia cúmplice.

Optamos por dizer bem alto da nossa indignação esperando que, ao menos
uma vez, sejam dados ouvidos a todos quantos gostam do ciclismo e
estão neste desporto de forma apaixonada.

Sabemos que pouco ou nada iremos ganhar com esta tomada de posição.
Mas ficamos com a consciência tranquila porquanto denunciamos as
irregularidades que toda a gente viu mas que alguns entenderam
escamotear.

Não belisca o que foi dito o mérito dos nossos adversários. Para eles
as devidas felicitações.

Pela nossa parte iremos continuar a lutar por um Ciclismo mais
verdadeiro e onde cada vez mais seja reduzido o espaço destinado
àqueles que não o servem mas que dele se servem."

Do teor deste comunicado foi dado conhecimento à União Velocipédica de
Portugal/Federação Portuguesa de Ciclismo, Associação de Ciclismo de
Ciclismo de Vila Real, clubes/equipas participantes na Volta a
Trás-os-Montes, Patrocinadores e Órgãos de Comunicação Social.

03/06/10

Daniel Freitas – Suspenso por utilização de Doping.

.
.
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“A montanha pariu um rato!”


É isto o que posso escrever sobre o processo aberto e agora concluído pela U.V.P.-F.P.C., tendo a entidade que regula a actividade velocipédica aparentemente optado pelo método mais simples e pelo lado mais fraco do processo, ou seja, o atleta.

Muito haveria para escrever sobre este caso, mas como com alguma facilidade a minha imparcialidade poderia ser colocada em causa, vou para já abster-me de tecer qualquer comentário, contudo e tal como Descartes disse “se existo é porque penso” e como também estamos num país aparentemente livre tenho ainda também toda a legitimidade para tecer todo e qualquer tipo de comentário que me apeteça (respeitando obviamente os princípios básicos da liberdade de expressão).

A exemplo do que sempre disse punam-se os “verdadeiros” culpados.

Para terminar, eu pago impostos e eles estão em dia. Mesmo não estando este ano filiado na U.V.P.-F.P.C. tenho toda a legitimidade para questionar o que bem entender pois a Federação Portuguesa de Ciclismo recebe verbas do Orçamento Geral de Estado para gerir a actividade velocipédica em Portugal. Será que o Senhor Ministro da Presidência (Sr. Pedro da Silva Pereira) sabe o que se passa na modalidade? Bem há ainda duas entidades entre o Sr. Ministro e a U.V.P./F.P.C. (IDP e Secretaria de Estado do Desporto), mas fiquemo-nos por aqui até porque não quero colocar em causa a honorabilidade de ninguém em particular assim como de nenhuma instituição, mas recordo-me das manchetes dos jornais sobre o caso dos bancos BPN e BPP e que rapidamente acusar o Banco de Portugal de não exercer cabalmente a sua função de supervisor.

Mas agora mesmo mesmo para terminar só duas pergunstas:

1º) Quem lhe forneceu a (s) substancia (s) que usou?

2º) Qual a responsabilidade da equipa, do director desportivo e do treinador?

Não esquecer que em Julho de 2009 estava já em vigor a nova lei do doping no desporto!!!

27/05/10

O POVO

Bem, este texto que para aqui transcrevo desconheço o autor pois foi um daqueles e-mails que "circulam" pela internet mas que eu subscrevo.


“O Povo saiu à rua para festejar a vitória do Benfica e eu, apesar de ser adepto do F. C. Porto, não achei mal. As pessoas têm o direito de ficar alegres.

O povo saiu à rua para ver o Papa e eu, apesar de ser agnóstico, não acho mal. As pessoas têm direito à sua fé.

O povo vai à Covilhã espreitar a selecção e eu, apesar de não ligar nenhuma, não acho mal. As pessoas têm direito ao seu patriotismo.

O governo escolhido pelo povo impõe medidas de austeridade, umas atrás das outras, aumentando os impostos e não abdicando dos mega investimentos e o povo não reage nem sai à rua.

Reclama à boca pequena e cria grupos zangados no Facebook mas que de nada serve.

É triste que este povo, que descobriu meio mundo, não imprima à reivindicação dos seus direitos a mesma força que imprime à manifestação das suas paixões.

Pobreza...

Um país onde se admite a possibilidade de taxar o subsídio de Natal, ou mesmo acabar com ele, mas que gasta de dinheiros públicos para TGV, altares, estádios de futebol, frotas milionárias para gestores públicos, reformas obscenas a quem trabalha meia dúzia de anos ou nem tanto, etc... é um país pobre, de facto…
...mas de espírito, antes de mais!"

06/05/10

Clássica de Amarante 2010

Bem, eu tinha dito que este blog estaria encerrado para falar de Ciclismo, mas sinceramente há coisas que são de bradar aos céus e que…

Uma das coisas que me causam alguma estranheza, mas enfim Geografia e Cultura Geral nunca foram o meu forte confesso, é o facto de nos Comunicados existentes nos sítios na Internet da Federação Portuguesa de Ciclismo e da Associação de Ciclismo do Porto designarem a prova como “prova duriense”. Se os meus parcos conhecimentos de Geografia não me enganam que eu me recorde o rio que banha Amarante é o Tâmega e também não me parece que alguma parte do Concelho de Amarante encoste ao Rio Douro. Não me parece também que na zona haja vinha que produza o afamado néctar do Douro e se me lembro o forte de Amarante em termos de produção vinícola será o Verde pelo que muito sinceramente não entendo o porquê desta designação. Bem, o sitio jornalciclismo.com também faz a mesma alusão mas provavelmente terá sido induzido em erro pelo comunicado da U.V.P./F.P.C.

Mas voltando à prova.

Finalmente (são neste momento 10:50 am de 06/05/2010) existe já alguma informação disponível sobre a prova no sítio na Internet da U.V.P./F.P.C. e coloco parcialmente o Comunicado da U.V.P./F.P.C. sobre a prova.

Pergunto, como é que alguém com base neste informação pode ir no próximo domingo ver a corrida a Amarante e/ou preparar a eventuais deslocações para ver a corrida a passar em vários locais? Não tem qualquer informação quilometrica e nem qualquer previsão de horários de passagem...

Pergunto também e tomando a mesma informação como referência, como pode um treinador preparar os seus atletas para esta prova sem nem informação quilométrica e de altimetria dispoõe?

Relembro que estamos a falar do escalão PROFISSIONAL!!!!

Relembro ainda também que estamos a falar de uma prova a contar para a Taça de Portugal!!!!


Enfim, sem mais comentários, ou melhor, como é que a U.V.P./F.P.C. enquanto entidade reguladora do Ciclismo em Portugal permite que situações como esta continuem a acontecer?

E o caderno de encargos para o organizador, por acaso não o obriga à dispopnibilização dessa informação?

Depois digam que eu não tenho razão e que só sei criticar…

Muito sinceramente não consigo entender pois são tantas as ferramentas (por exemplo Google Maps) que hoje em dia estão ao nosso dispor de forma gratuita que não consigo encontrar explicação, ou então...

Este texto foi elaborado tomando como referencia os seguintes links:

http://www.uvp-fpc.pt/index_noticia_ver.php?id_noticia_new=1717&pag=1
http://www.uvp-fpc.pt/pagina_file_ver.php?ficheiro=04052010145514.pdf

http://www.acporto.org/verNoticia.php?noticiaID=29

22/03/10

Memorial Bruno Neves (2010)

A 16 de Maio, a Bikeservice com o apoio da Câmara Municipal, organiza o Memorial Bruno Neves, que consiste num passeio em bicicleta entre a Póvoa de Varzim e Senhora da Graça.

Este é exactamente o mesmo percurso que cerca de 300 ciclistas amadores, percorreram na manhã de 11 de Maio de 2008. Nesse mesmo dia, Bruno Neves faleceu enquanto disputava o Grande Prémio de Amarante. O talentoso ciclista era, na altura, líder da Taça de Portugal e ciclista seleccionado para os Jogos Olímpicos.

O percurso de 115 quilómetros tem início às 9h30 junto da Praça de Touros. As inscrições estão abertas no sítio da Internet www.bikeservice.pt até 16 de Maio e têm o valor de 20,00 euros, cobrindo o seguro, o lanche, abastecimento e ainda o jersey oficial do evento.

É pois então um passeio aberto à população em geral, excepto para menores de 18 anos, mas que pede já algum tipo de preparação para enfrentar a dureza de quatro horas de percurso. E talvez por isso, seja mesmo a melhor forma de homenagear Bruno Neves, cujo talento e sucesso deixavam adivinhar uma grande carreira no ciclismo nacional.

Percurso:
Póvoa de Varzim – Famalicão – Guimarães – Fafe – Alto da Lameira – Gandarela – Mondim de Basto – Senhora da Graça.


Contactos:
José Alberto Silva
968 933 777
Manuel Ramos
912 553 346
geral@bikeservice.pt
www.bikeservice.pt

Bike Point
Rua Gomes de Amorim, nº 1956 Aver-o-Mar
4490-091 Póvoa de Varzim;

17/03/10

Clássica da Primavera



"Aires Pereira, vereador do Pelouro do Desporto e vice-presidente da Câmara Municipal, reafirmou o que tem sido a linha condutora do município, investir em eventos que tragam pessoas para a cidade. “Esta altura do ano é muito importante para nós, pois estamos em época baixa, e todas as competições que têm acontecido na Póvoa são uma mais-valia para a economia local”, sublinhou o autarca.

A organização, a cargo do Centro Desportivo e Cultural de Navais e da Câmara Municipal, teve, nesta edição, outra preocupação: afastar o trajecto da cidade, de maneira a salvaguardar a circulação rodoviária. A este respeito, Aires Pereira preveniu e pediu a compreensão da população na altura da partida e da chegada (ambas vão acontecer junto à Esplanada do carvalhido), pois será somente nesta ocasião que o trânsito estará condicionado. Para o autarca, ambas as iniciativas divulgam o ciclismo e chamam a atenção de todos para a utilização da bicicleta como meio de transporte.

José Alberto Silva, do Centro Desportivo e Cultural de Navais, lembrou que a associação, aquando da sua formação há 29 anos, tinha esta modalidade como uma das suas principais actividades. Agora que o Centro volta a contar com uma equipa de ciclismo, o desejo de voltar a ter campeões no grupo também cresce. Para isso, muito irão contribuir estes dois eventos. Na opinião de José Alberto Silva, tanto Ciclismo para todos como a Clássica da Primavera vão chamar muitos jovens para a prática deste desporto.

A mostrar o apoio de Navais para com estas duas iniciativas estava José Salgado Ribeiro, presidente da Junta de Freguesia, que afirmou que “a Junta estará sempre disposta a trabalhar com esta organização tão empenhada”.

Manuel Zeferino, também do Centro Desportivo e Cultural de Navais, explicou alguns pormenores dos dois eventos. Ciclismo para Todos vai acontecer no dia 20 de Março, com partida às 15h00, e destina-se, tal como o nome indica, a toda a população, de todas as idades. A prova irá permitir que os inscritos percorram metade do trajecto da Clássica da Primavera, cerca de 75 quilómetros. Nesta prova será permitido o recurso a dois tipos de bicicleta, montanha e estrada.

No dia 21 de Março estará na estrada a 16ª edição da Clássica da Primavera. A competição reúne, anualmente, os melhores ciclistas do país, sendo uma das mais antigas e duras provas do calendário ciclístico português, totalizando 150 quilómetros, obrigando a seis subidas ao Monte de São Félix e, ainda, percorrendo várias freguesias da Póvoa de Varzim. Todas as equipas profissionais de ciclismo vão competir, o que também inclui os poveiros João Cabreira, Bruno Lima e Mário Costa. A partida será dada às 11h00 junto à Esplanada do Carvalhido."
Fonte:
http://www.cm-pvarzim.pt/groups/staff/conteudo/noticias/fim-de-semana-dedicado-as-duas-rodas-na-povoa

III Volta à Maia 2010


09/03/10

The end...

Como tudo na vida há um princípio e um fim e foi o que aconteceu a este blog, ou seja, neste blog vai-se deixar de escrever sobre Ciclismo.

Em sua substituição está já em construção um Sítio na Internet cujo o domínio será http://www.DOISW.com/.

As actividades da DOISW serão multifacetadas, o que obviamente levará a uma sobrecarga ocupacional de tempo deixando pois quase nenhum tempo para ir podendo manter este blog activo e com algum interesse – apesar da subjectividade.

A todos os que foram acompanhando ao longo destes anos este blog convido pois a passarem em http://www.DOISW.com/.

Nova imagem da DOISW:


OBS.:

Como a “construção” do sítio na Internet da DOISW está ainda algo atrasada sendo que se prevê a sua conclusão para meados de Abril. Até lá este blog, na vertente Ciclismo, servirá para divulgar eventos onde a DOISW esteja presente como será o caso, entre outros do Campeonato Interfreguesias de BTT da Maia, Taça de Portugal Master, Clássica da Primavera, III Volta à Maia.

08/03/10

Calendário 2010 - anulação de provas e não só...

O presente texto estava já elaborado e guardado há algum tempo, contudo e para não me acusarem de só saber criticar e de ser mais “um velho do Restelo”…

Apesar de não ser necessário, vou contudo servir-me como mote de um texto publicado em 24-02-2010 no Veloluso (ANO V - Etapa 37), assim como também de alguns comentários colocados no fórum “Cyclolusitano”

Mas o verdadeiro mote é mesmo o “Calendário de Ciclismo de Estrada – época 2010) e que está disponível no sitio da Internet da U.V.P./F.P.C. (peguemos por exemplo na actualização de 03/03/2010.

Para simplificar a leitura do texto vou chamar de Profissionais ás Equipas Continentais e de Sub 23 as Equipas de Clube, aliás, é assim que são conhecidas na gíria.

Temos neste momento já catorze dias de corrida anulados para as categorias de profissionais e sub-23 (bem, na Volta ao Alentejo os sub 23 não podiam participar).

O Calendário de Corridas é aprovado na Assembleia-geral da U.V.P./F.C.P. realizada normalmente em final de Outubro início de Novembro mas que foi já alvo prévio de algumas “negociações” sendo que na prática em Setembro “as gentes” do meio já conhecem o pré-calendário.

Ora, mesmo estando compulsivamente "afastado do meio” desde Julho 2009, era por demais evidente que algumas das provas iriam ser desmarcadas pelos organizadores e apesar de eu não acreditar esperemos muito sinceramente que se fique por aqui as desmarcações de corridas e não surjam mais.

Apesar de saber as respostas eu pergunto:
- Como se define um organizador de corridas?
- O que é necessário para se poder ser organizador de corridas?
- Porque permitir a inclusão dessas provas no Calendário Nacional?
- Que garantias são exigidas pela U.V.P./F.P.C. a um organizador quem pretenda incluir provas no Calendário Nacional?
- Na pratica, sim na pratica, que penalizações tem um organizador que desmarque uma prova?

Mas não são só estes catorze dias que estão falta, não não são…, há mais alguns que as pessoas com responsabilidades se parecem querer esquecer…
…qual o caderno de encargos que a PAD assumiu com a U.V.P./F.P.C. para poder organizar a Volta a Portugal em Bicicleta?

Enganem-se pois não vou dizer que no tempo do JN é que era bom, isto, aquilo e aqueloutro, não não vou, até porque eu não sou uma “Amélia”* e mantenho a minha opinião custe o que custar, contudo e em relação à PAD eu estou à vontade pois em meados de 2007 quando foi anunciado a prorrogação do contrato de concessão da organização da Volta a Portugal em Bicicleta até 2013 nessa altura em levantei publicamente algumas questões…

Quer se goste ou não e independentemente da forte implementação que o BTT está a ter, “os motores” do Ciclismo em Portugal continuam a ser os Profissionais e as corridas dos profissionais de onde obviamente se destaca a Volta a Portugal.
Aproveito para voltar a perguntar:
- Ora se as equipas em termos quantitativos estão descendência (este ano ainda temos cinco) e as provas não estão a acontecer, pergunto, qual o futuro da modalidade que todos amamos?
- Qual a compensação que as equipas e respectivos patrocinadores vão ter por parte da U.V.P./F.P.C. vão ter põe terem os seus objectivos parcialmente defraudados?


Mas não está só em causa a desmarcação de provas, está sim também m causa a forma como vão para a estrada algumas delas, mas sobre isso só me poderei pronunciar depois de elas acontecerem, contudo deixo uma dupla questão:
- O caderno de encargos financeiro e logístico a que um organizador está obrigado é integralmente cumprido?

Se não são cumpridos, então porque não se coaduna os Regulamentos coma realidade?
OK, é uma questão de imagem, temos as “leis” criadas, contudo não se cumprem.

Cortem onde tiverem a cotar, mas por favor, não cortem na segurança da caravana pois estamos a falar de vidas humanas…, e o Ciclismo de uma vez por todas tem que deixar de ser uma “Roleta Russa”. Bem, sobre este tema são vários os meus textos existentes neste blog.




* A minha definição de “Amélia”:
“Os Homens definem-se pelos seus actos e convicções, os Covardes são os primeiros a abandonar o navio e depois há as "Amélias", sim as "Amélias" que não sabem o que querem da vida e vão atrás dos outros sem saberem lá muito bem porquê…mas vão (quanto mais não seja para parecer bem).”

27/02/10

Ciclismo - descubras as diferenças.

Sim, não há engano no titulo deste texto.

Para o amante incógnito da modalidade e que este ano vai estar na berma da estrada a ver as corridas de ciclismo para os profissionais qual vai ser a diferença que ele vai encontrar nestes dois equipamentos?


As ilações quem quiser que as faça pois eu já fiz as minhas em relação á seguradora em questão.


Ressalva:

Tenho o maior respeito e consideração pelas duas equipas envolvidas nas fotografias e nada tenho contra ambas, antes pelo contrario, fui sempre muito bem tratado por elas.


Fotografias:
João Fonseca e Maria João

22/02/10

BTT Inter Freguesias


Classificações da 1ª prova do Inter Freguesias 2010

Prova: Freguesia de S. Pedro de Avioso
Femininos

Bambis

1 Joana Fonseca Quilhotas do Asfalto
2 Joana Rocha DGPR / Durus Cale
3 Mafalda Ribeiro DGPR / Durus Cale

Iniciadas

1 Jessica Pinto Malhos Team

Juvenis

1 Márcia Ferreira Bici Maia Team
2 Rafaela Moutinho DGPR / Durus Cale

Sub 23

1 Ana Rita Clube BTT Valongo Longusbike

Veteranas

1 Claudia Pereira ASC / BravusCuras
2 Elsa Oliveira Clube BTT Valongo Longusbike
3 Helena Fonseca Quilhotas do Asfalto
4 Patrícia Fonseca Quilhotas do Asfalto

Masculinos

Bambis

1 José Capitão Asas nos Pés
2 Paulo Saavedra DGPR / Durus Cale

Benjamins

1 Nuno Fonseca DGPR / Durus Cale
2 Ricardo Vieira DGPR / Durus Cale

Iniciados

1 Daniel Dias Escola Ciclismo Arca de Noé
2 António Ferreira DGPR / Durus Cale
3 João Fonseca DGPR / Durus Cale
4 Ângelo Rodrigues Escola Liberty Seg BTT Mat.
5 Samuel Lobato Bicivendas / ADSMaia
6 Miguel Pires DGPR / Durus Cale

Infantis

1 Hugo Santos Bici Maia Team
2 Tomás Lobato Bicivendas / ADSMaia
3 Carlos Silva DGPR / Durus Cale
4 Bruno Durães Escola Ciclismo Arca de Noé
5 Miguel Pereira DGPR / Durus Cale
6 Tiago Rodrigues Escola Ciclismo Arca de Noé
7 João Pereira DGPR / Durus Cale

Juvenis

1 João Nogueira Bicivendas / ADSMaia
2 Pedro Pereira Bicivendas / ADSMaia
3 João Santos Escola Liberty Seg BTT Mat.
4 Renato Sousa ASC / BravusCuras
5 Filipe Santos Escola Liberty Seg BTT Mat.
6 Diogo Vigo ASC / BravusCuras
7 Ruben Monteiro Escola Ciclismo Arca de Noé
8 Fábio Roxo Escola Ciclismo Arca de Noé
9 Vítor Silva Escola Ciclismo Arca de Noé
10 Miguel Gonçalves Escola Ciclismo Arca de Noé
11 Rui Santos DGPR / Durus Cale
12 Nuno Lopes Individual
13 Tiago Costa Individual
14 Renato Pinto DGPR / Durus Cale
15 Diogo Almeida Escola Ciclismo Arca de Noé

Cadetes

1 Diogo Oliveira ASC / BravusCuras
2 João Nogueira Bento Byke
3 Daniel Dias Rompe Trilhos
4 Nelson Coelho Rompe Trilhos
5 Marcelo Oliveira DGPR / Durus Cale
6 Tiago Silva ASC / BravusCuras
7 Tiago Silva Individual
8 José Pontes Individual
9 Diogo Carvalho Individual
10 José Oliveira Individual

Juniores

1 Stefane Ribeiro ASC / BravusCuras
2 Paulo Silva ASC / BravusCuras
3 Francisco Antunes ASC / BravusCuras
4 Ricardo Santos Rompe Trilhos
5 Nelson Azevedo ASC / BravusCuras
6 Joel Maia Rompe Trilhos
7 Diogo Santos DGPR / Durus Cale

Sub 23 (n/fed.)

1 Daniel Castro Rompe Trilhos
2 Ruben Ferreira Bento Byke
3 Pedro Martins BTT Matosinhos
4 Diogo Pontes Rompe Trilhos
5 Rui Santos DGPR / Durus Cale
6 Joaquim Alves DGPR / Durus Cale
7 Hugo Leite Asas nos Pés

Sub 23 (feder.)

1 Casimiro Oliveira Maia Bike Team
2 Luis Afonso Aluvia Valongo
3 Pedro Fernandes Maia Bike Team
4 Paulo Santos DGPR / Durus Cale
5 Francisco Costa Aluvia Valongo
6 Sandro Barros Maia Bike Team
7 Flávio Gomes Maia Bike Team
8 Vitor Machado Maia Bike Team
9 Paulo Santos Maia Bike Team
10 Tiago Familiar Maia Bike Team
11 Bruno Faria Aluvia Valongo
12 Sandro Pinto Maia Bike Team
13 Pedro Santos Maia Bike Team

Elites (n/fed.)

1 Diogo Sá Clube BTT Valongo Longusbike
2 Nuno Torres Individual
3 Tiago Sá Clube BTT Valongo Longusbike
4 Manuel Llopes Malhos Team
5 Pedro Pinto Individual
6 Manuel Santos Rompe Trilhos
7 Bruno Oliveira ASC / BravusCuras
8 Joaquim Silva Bici Maia Team
9 Mário carvalho DGPR / Durus Cale
10 Carlos Santos Asas nos Pés
11 João Pereira DGPR / Durus Cale
12 Nuno Gonçalves DGPR / Durus Cale
13 Daniel Torres Individual

Elites (feder.)

1 Rui Vinhas Aluvia Valongo

Veteranos A

1 André Amorim ASC / BravusCuras
2 José Rocha Individual
3 Miguel Neves Clube BTT Valongo Longusbike
4 Carlos Pereira Individual
5 Helder Gaspar ASC / BravusCuras
6 Carlos Castanheira Clube BTT Valongo Longusbike
7 Fernando Igreja Rompe Trilhos
8 Artur Martins BTT Matosinhos
9 Marco Lopes Malhos Team
10 Vitor Gomes Rompe Trilhos
11 Miguel Martins Malhos Team
12 Carlos Beleza Rompe Trilhos
13 Adriano Teixeira DGPR / Durus Cale
14 Ricardo Sá ASC / BravusCuras
15 Lino Brito Malhos Team
16 Avelino Oliveira Individual
17 Paulo Ferreira Individual
18 Paulo Pereira DGPR / Durus Cale
19 José Lopes Malhos Team
20 Vitor Pinto Malhos Team
21 Carlos Fonseca Quilhotas do Asfalto
22 José Oliveira ASC / BravusCuras
23 Gilberto Lopes DGPR / Durus Cale
24 Carlos Gonçalves Bento Byke
25 Manuel Carvalho Rompe Trilhos
26 Carlos Luz ASC / BravusCuras
27 Paulo Campelo DGPR / Durus Cale
28 José Capitão Asas nos Pés
29 José Carvalho Rompe Trilhos
30 Mário Silva ASC / BravusCuras
31 Filipe Sá ASC / BravusCuras
32 José Cerqueira DGPR / Durus Cale
33 Mário Monteiro DGPR / Durus Cale
34 Paulo Reis DGPR / Durus Cale
35 Paulo Santos Bici Maia Team

Veteranos B

1 António Bento Bento Byke
2 Amândio Pinheiro Bicivendas / ADSMaia
3 Augusto Silva ASC / BravusCuras
4 Manuel Sousa ASC / BravusCuras
5 Carlos Pinto DGPR / Durus Cale
6 Carlos Vigo ASC / BravusCuras
7 João Nogueira Bento Byke
8 Joaquim Santos ASC / BravusCuras
9 António Lopes ASC / BravusCuras
10 Rui Godinho DGPR / Durus Cale
11 Jorge Coelho ASC / BravusCuras
12 Carlos Soares Rompe Trilhos
13 Abílio Ferreira Bici Maia Team
14 José Faria Bento Byke
15 Carlos Ferreira Individual
16 Rui Vigo ASC / BravusCuras
17 Carlos Costa Individual
18 Paulo Matos DGPR / Durus Cale

Veteranos C
1 José Santos DGPR / Durus Cale
2 Jerónimo Neves ASC / BravusCuras
3 Manuel Couto DGPR / Durus Cale
4 Alfredo Gomes Quilhotas do Asfalto
5 Manuel Macedo ASC / BravusCuras
6 Alcino Rodrigues Rompe Trilhos
7 Agostinho Fonseca DGPR / Durus Cale


Por equipas – Masculinos

1 ASC / BravusCuras - 3
2 Bicivendas / ADSMaia - 5
2 Bento Byke - 5
4 Clube BTT Valongo Longusbike - 7
5 Rompe Trilhos - 8
6 DGPR / Durus Cale - 9
7 Malhos Team - 28
8 Asas nos Pés - 45
9 Bici Maia Team - 56